Muita gente que vai ao bar faz pose para ser fotografada em frente ao prédio de arquitetura alpina onde ele está instalado, num dos pontos mais animados de Campos do Jordão. Isso porque a casa se tornou uma instituição da cidade (para não dizer ponto turístico). Boa parte desse sucesso se deve ao chope e à cerveja de fabricação própria. Na temporada de inverno, quando a espera por uma mesa chega a ultrapassar duas horas, são vendidos diariamente 700 litros de chope dos tipos pilsen (R$ 10,80) e bock (R$ 11,80), além de 4 000 garrafas de cerveja, como a Baden Baden Cristal (R$ 20,80) e a sazonal Celebration (R$ 24,80), com notas de chocolate e café - ambas com 600 mililitros. Mas nem só dessas bebidas vive o premiado endereço. Nesta edição, ele ganha o reconhecimento do júri por servir a melhor caipirinha da região, na estreia da categoria. O drinque pode ser feito à base de rum, saquê importado (R$ 21,80 cada um) ou vodca (R$ 26,80). Quem preferir a receita original, preparada com cachaça (R$ 17,80), terá ainda à disposição uma carta com vinte rótulos. Entre as variedades, são expedidas do balcão a de lima-da-pérsia, a de abacaxi com pimenta-rosa e a clássica, de limão. Novidade no cardápio, a versão chamada caipichope mistura no copo vodca, limão e chope pilsen (R$ 17,80). Para acompanhar, a lista de petiscos inclui o filé-mignon aperitivo com molho de cerveja bock (R$ 49,80) e o reforçado chucrute à garni, que traz à mesa eisbein, kassler, quatro salsichas alemãs e chucrute (R$ 108,80, para duas pessoas).
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.