No alto de um morro em Cacupé, a argentina Diana Lorenzo, de Buenos Aires, montou uma espécie de refúgio. Não só fixou sua residência, como ergueu esta casa eleita pela quarta vez a melhor cozinha variada de Floripa. Com vista panorâmica para a baía norte e para a Ponte Hercílio Luz, o ambiente, rodeado de verde, tem clima de serra. Diariamente, um trio de voz, violão e teclado embalada a trilha dos jantares, o que confere uma atmosfera romântica. No cardápio, figuram carnes de caça, massas caseiras e opções de peixes e frutos do mar. Cumprem o papel de entrada as provoletas napolitana (de molho de tomate com azeitona; R$ 20,00), tropical (de palmito com molho rose; R$ 22,00) e a de azeite com orégano e pimenta-calabresa (R$ 18,00). Na sequência, há filé ao molho de cogumelo funghi secchi guarnecido de arroz e batata bolinha (R$ 48,00). Da divisão de massas, o sorrentini (espécie de ravióli grande) recheado de salmão defumado e gratinado ao molho de tomate com creme de leite e queijo roquefort custa R$ 38,00. Encerra a refeição o bolo joão de barro: rocambole preenchido por sorvete no interior e com musse de doce de leite e suspiro (R$ 18,00, para até três pessoas) na cobertura. De Mendoza, o tinto Paso de Piedra Cabernet Sauvignon 2007 (R$ 90,00) é um dos 35 rótulos da carta de vinhos.
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.