Moringas de barro e luminárias revestidas de chita estão entre os elementos decorativos que lembram as casas do interior baiano. Para elaborar o cardápio, a proprietária, Leila Carneiro, foi buscar inspiração nas feiras livres, resgatando receitas pouco comuns. É o caso do arroz de hauçá, herança dos escravos trazidos da costa da Nigéria. Preparado com coco, molho de camarão seco e azeite de dendê e enfeitado com carne-seca, custa R$ 46,00, para duas pessoas. A moqueca de camarão com maturi (a castanha-de-caju ainda verde) chega à mesa com arroz, vatapá e efó, um refogado de folha de taioba (R$ 80,00, para três pessoas). Entre as bebidas, a caipirosca de tamarino (R$ 9,00) é a mais pedida. O pudim de tapioca com calda de rapadura sai a R$ 10,00.
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