Com passagem por restaurantes paulistanos como Fasano, Gero e Leopolldo, o chef cearense Mairton de Oliveira assumiu a cozinha da casa há dois anos. Além de manter a qualidade das receitas que conquistaram mais uma vez o júri, ele incorpora, pouco a pouco, novidades. Assim, ao lado de clássicos como o fettuccine alfredo (R$ 60,80), estrela do cardápio desde sua criação, aparecem o cordeiro com ervas e risoto de açafrão (R$ 75,40) e o rigatoni al baccalá con olive (R$ 69,45), que traz a massa com lascas de bacalhau, brócolis, azeitona, tomate fresco e pimenta dedo-de-moça. Das sobremesas, o dolci caramelle di mele (R$ 17,95) consiste em uma massa folhada recheada com doce de maçã mais calda caramelizada e sorvete de canela. No salão, climatizado, com mesas impecavelmente arrumadas, uma grande adega ganha destaque. As principais regiões produtoras do mundo e também países como Líbano estão representados na carta, com cerca de 170 rótulos e renovada duas vezes por ano. Entre os italianos, o sommelier Marcelo Souza destaca o tinto Colli Piacentini Barbera 2009 (R$ 71,50), da região da Emilia Romagna.
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.