Copa 2014

A arretada comida baiana

Receitas de influência africana e um molusco típico compõem a vigorosa mesa de Salvador

Moqueca de camarão com maturi do Dona Mariquita / Foto: Ligia Skowronski

Moqueca de camarão com maturi do Dona Mariquita / Foto: Ligia Skowronski

20.mai.2014 21:25:23 | por Redação VEJA Cidades
Moqueca
 
Moqueca de peixe e camarão do restaurante Donana / Foto: Romero Cruz
 
Esse ensopado de peixe de origem indígena leva azeite de dendê, extraído de uma palmeira africana, mais leite de coco. Coentro e outros temperos, além de frutos do mar, incrementam a receita. À mesa, o prato vem escoltado por pirão, farofa e, às vezes, feijão-fradinho.
 
 
 
 
Acarajé
 
O bolinho de feijão-fradinho vendido por Cira / Foto: Leo Feltran
 
De saia rodada, as baianas vendem o bolinho de feijão-fradinho por toda a cidade. Herdado da cozinha africana, o quitute frito em azeite de dendê vem recheado de vatapá, vinagrete, camarão seco e pimenta. O abará tem massa parecida, mas é cozido no vapor.
 
 
 
 
Lambreta
 
Lambreta temperada servida no Koisa Nossa / Foto: Ligia Skowronski
Comum no litoral da Bahia e também do Sergipe, esse saboroso molusco tem preparo simples: costuma ser cozido em pouca água, junto de cebola e salsinha. Servido geralmente em bares, quase sempre em dúzia, o ingrediente ainda pode ser gratinado ou combinado a leite de coco.