Herdou o ponto da mãe, a baiana Bia, que começou a vender acarajés no local em 1944. O dia de trabalho tem início com uma oferenda. Para pedir proteção, Sônia Balbina dos Santos coloca três miniacarajés em frente ao tabuleiro mais água-benta. Terminado o ritual, passa a servir o acarajé, que custa R$ 4,00, sem camarão, e R$ 5,00 com o crustáceo. O bolinho chega ao freguês com vatapá, caruru e salada - a pimenta é opcional. O tabuleiro exibe ainda outras receitas típicas da Bahia. Na lista estão cocada puxa (R$ 6,00) e bolinho de estudante (R$ 3,00).
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