Aprendeu os segredos do bom acarajé ainda adolescente, quando ajudava as baianas no Pelourinho. Hoje tem dupla jornada: pela manhã, é funcionário público, e a partir da tarde, baiano de acarajé. É ele quem escolhe pessoalmente os ingredientes usados no preparo das receitas. Sua rotina inclui outra tarefa: bater diariamente cerca de 30 quilos da massa de feijão-fradinho. Do tabuleiro de Luiz Conceição dos Santos saem apenas acarajé e abará com camarão (R$ 2,50) ou só com vatapá e salada (R$ 2,00).
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