É uma das referências do acarajé na cidade. A baiana Lindinalva (Dinha) de Assis, que morreu em 2008, tornou seu tabuleiro ponto de referência na região - tanto que muitas pessoas se referem ao Largo de Santana pelo apelido da quituteira. Hoje sob o comando de Cláudia, sua filha mais velha, trabalham dez pessoas, que chegam a produzir 70 quilos da massa de feijão-fradinho todos os dias. A herdeira mantém as receitas que fizeram a fama do quiosque: acarajé e abará, com ou sem camarão (R$ 5,00 e R$ 4,00, respectivamente), sempre são acompanhados de salada e vatapá. A freguesia, acomodada às mesas e nos bancos do largo, à beira-mar, também prova bolinho de estudante (R$ 2,00). Cocadas em três versões (puxa, branca e de coco queimado; R$ 2,50 cada uma) arrematam o lanche.
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.