É verdade que a mais antiga sorveteria em atividade da cidade, localizada na saída do Elevador Lacerda, na Cidade Alta, não ostenta mais o glamour de 1930, quando foi inaugurada pelo cubano Baltazar Moas. Na época, vestir-se elegantemente para acompanhar o pôr do sol de suas mesinhas era um dos programas preferidos da alta sociedade. Mas a marca, que desde 1941 está sob o comando da família do empresário Marcos Bouzas, nem de longe perdeu sua majestade. Eleito o melhor da cidade pela segunda vez consecutiva, o sorvete da casa tem a qualidade atestada pelo entra e sai constante de turistas e soteropolitanos em suas três lojas. Na fábrica que funciona junto à unidade do Pelourinho, a produção diária do gelado soma 350 litros. O preparo artesanal e o uso de ingredientes selecionados garantem a cremosidade dos quarenta sabores - 32 deles preenchem e colorem as vitrines a cada dia. Coco, ameixa e banana caramelada entre as opções vendidas por R$ 4,00 a bola no copinho ou R$ 4,50, na casquinha. Na unidade da Pituba, o preço sobe para R$ 4,50 e R$ 5,00, respectivamente. Também mereceram a distinção do júri o de VEJA SALVADOR o açaí (R$ 6,50 com banana e granola na tigela de 500 mililitros) e salgados como a coxinha de frango e o quibe (R$ 2,80) oferecidos na loja do Pelourinho.
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