Premiada em 2004, a casa volta a vencer na categoria, após uma disputa acirrada com outros dois estabelecimentos, definida apenas pelo voto de Minerva. O ritual
é o mesmo nas três unidades da rede, que, juntas, vendem cerca de 3?000 caranguejos por semana. Assim que chegam, os crustáceos ainda vivos, trazidos por fornecedores do Pará ou da região, vão para a área do abate. Depois de raspados e lavados, seguem para a cozinha. Mergulhados na panela com água, sal e temperos, cozinham por cerca de quinze minutos, até o ponto em que a carne se solta com facilidade. Os clientes podem pedir por unidade (R$ 5,40) ou em porção com sete, que é servida na bacia de barro por R$ 32,40. Três ou mais caranguejos dão direito a um pirão. Tábuas, martelinhos e lixeira completam o serviço nas mesas. Para acompanhar, entre uma martelada e outra, a maior parte dos clientes aposta nas cervejas de 600 mililitros Skol (R$ 5,19), Bohemia (R$ 5,29) e Original (R$ 7,99).
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