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Exposições
Rodrigo Aör
ESTREIAS
ENTRE LINEAS. A coletiva exibe obras de Angélica Teuta, Luisa Roa, Mónica Naranjo e Cesar González, jovens artistas plásticos colombianos que recorrem à fotografia e ao desenho. A exposição, que tem curadoria de Maria Iovino, encerra as comemorações dos dez anos do espaço. Galeria do Ateliê da Imagem. Avenida Pasteur, 453, Urca,
2541-3314. Segunda a sexta, 10h às 21h; sábado, 10h às 17h. Grátis. Até 12 de dezembro. A partir de sábado (7). www.ateliedaimagem.com.br
EUROPA EM FOCO. Irmãos, Paula e Renato Erber exibem fotografias de paisagens e personagens cativantes encontrados durante uma viagem à Europa em 2007. Os registros funcionam como uma espécie de crônica visual do dia a dia de cidades francesas, inglesas, holandesas e de outros países. Artista plástica, Paula produziu as imagens com câmeras artesanais feitas de latas de leite em pó e caixas de cigarrilhas. Já os registros do jornalista Renato são documentais e foram feitos com máquina digital. Cine Santa. Largo do Guimarães, 136, Santa Teresa,
2222-0203. Segunda a domingo, 12h às 22h. Grátis. Até dia 29. A partir de sexta (6). www.cinesanta.com.br
KIRK BAUER. Formado em belas-artes pela Universidade do Texas e mestre em fotografia pela Escola de Artes Visuais de Nova York, o publicitário e artista plástico americano exibe catorze imagens resultantes de um processo de intervenção digital em fotografias, nas quais um emaranhado de linhas empresta movimento à obra. Nelas, é possível reconhecer construções históricas do Rio, como o Maracanã e o Teatro Municipal. R$ 4 200,00 a R$ 4 900,00. Galeria Metara. Rua Teixeira de Melo, 25, Ipanema,
2523-5225. Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado, 10h às 15h; domingo, mediante agendamento. Grátis. Até dia 26. A partir de sexta (6).
EM CARTAZ
ABELARDO DA HORA. Escultor, desenhista, gravador e ceramista, esse pernambucano de 85 anos - em plena atividade - realiza a maior retrospectiva de seus sessenta anos de carreira. Em Amor e Solidariedade, Abelardo exibe 130 trabalhos de diferentes fases de sua trajetória artística. São obras que retratam festas populares, cenas de miséria e silhuetas femininas levemente sensuais. No acervo estão cinquenta esculturas em diferentes materiais, a exemplo de Capoeiras, construída em bronze no ano passado. Também há gravuras, como Enterro de Camponês, de 1953, além de desenhos e cerâmicas. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até dia 29.
ANGELO VENOSA. Após quatro anos sem realizar uma individual no Rio, o artista apresenta duas mostras na cidade. Na Laura Alvim, exibe cinco esculturas inéditas em materiais variados como chapas de acrílico, madeira e galhos de árvore. Batizada Turdus, nome científico das aves da família do sabiá, a exposição tem trabalhos inspirados nos contornos e cortes longitudinais de uma tomografia feita no crânio de um pássaro dessa espécie. No Museu da Chácara do Céu, Venosa expõe um conjunto de esculturas de parede e gravuras em grande formato. Galeria Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema,
2332-2016.
Terça a domingo, 13h às 21h. Grátis. Até dia 15. Museu da Chácara do Céu. Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa,
2224-8981. Quarta a segunda, 12h às 17h. R$ 2,00. Estac. Grátis para menores de 12 anos, pessoas com mais de 65, grupos escolares e às quartas. Até 11 de janeiro de 2010. www.museuscastromaya.com.br.
ARGENTINA HOY. Pouco conhecida fora daquele país, a arte contemporânea produzida na vizinha Argentina é apresentada em suas diversas vertentes nesta coletiva. São 63 trabalhos de 33 artistas distribuídos por dois andares. Há interessantes criações de nomes consagrados, a exemplo de Leandro Erlich, que comparece com a instalação O Vizinho. Em formato de casa, a obra surpreende o visitante que olha para o seu interior e vê a própria imagem refletida numa janela do lado oposto. Outra sala reúne instigantes fotografias, como O Quarto Rosa, de Marcos López. Também chama atenção Batalha Campal, o imenso painel de Tomás Espina. Exposto no térreo, reproduz em pólvora sobre tela a fotografia de um conflito entre manifestantes e policiais de Buenos Aires, em 2006. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até dia 22.
OS CAMINHOS DA ARTE ENTRE A FRANÇA E O BRASIL. Leia em Veja Rio Recomenda. Pinakotheke Cultural. Rua São Clemente, 300, Botafogo,
2537-7566. Segunda a sexta, 10h às 18h; sábado, 10h às 16h. Grátis. Até 12 de dezembro.
EFRAIN ALMEIDA. O prestigiado artista cearense apresenta uma série composta de oito pequenas esculturas de franguinhos de madeira. Recentemente, um conjunto parecido, de 32 pintinhos, foi adquirido pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Completam a mostra outras peças típicas do universo de Efrain: duas representações do pássaro assum preto, um galho, uma fotografia de mariposas e uma xilogravura. R$ 3 000,00 e R$ 36 000,00. Galeria Anna Maria Niemeyer. Rua Marques de São Vicente, 52, loja 205 (Shopping da Gávea),
2239-9144.
Segunda a sábado, 10h às 22h. Grátis. Até sábado (7). www.annamarianiemeyer.com.br.
GALERIA DE ARTE BRASILEIRA MODERNA E CONTEMPORANEA. Inaugurado em dezembro de 2006, o espaço instalado no 3º e no 4º andares do museu abriga exemplares de um período de rica produção nacional que vai de 1904 até 2006. Estão ali telas de Di Cavalcanti, Goeldi, Carlos Oswald, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Portinari, Fayga Ostrower, Pancetti, Abraham Palatnik, Daniel Senise, Gonçalo Ivo, Manfredo Souzaneto e Luiz Aquila. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Exposição permanente. www.mnba.gov.br.
ÍCONES DO DESIGN - FRANÇA/BRASIL. Parte da programação do Ano da França no Brasil, a exposição reúne 44 criações de designers brasileiros e franceses selecionadas pelos curadores Cédric Morisset e Adélia Borges. Há peças conhecidas mundialmente como a chaise-longue, a caneta Bic, o avião Concorde, a Poltrona Mole e o calçadão de Copacabana. Entre os autores das obras estão profissionais consagrados, a exemplo de Le Corbusier, Philippe Starck, Sergio Rodrigues e Burle Marx. Paço Imperial. Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até dia 29. www.pacoimperial.com.br.
IOLE DE FREITAS. A presença de enormes planos retorcidos soltos no ar é uma constante desde os primeiros trabalhos de Iole de Freitas, filmes curtos realizados nos anos 70. Na década de 90, a mineira nascida em 1945 e radicada no Rio passou a se dedicar a esculturas de grandes dimensões, mas sem se afastar de seus propósitos originais. Superfícies maleáveis de policarbonato - espécie de plástico muito resistente - e tubos de aço compõem uma instalação única. Tubos de 24 metros atravessam e sustentam enormes placas transparentes que se relacionam com a bela construção de 1820. Casa França-Brasil. Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro,
2332-5120.
Terça a domingo, 10h às 20h. Grátis. Até 28 de fevereiro de 2010. www.fcfb.rj.gov.br
JOAQUIM NABUCO: BRASILEIRO, CIDADÃO DO MUNDO. Grande retrospectiva que marca os 160 anos do diplomata, político, escritor, orador, poeta e memorialista pernambucano Joaquim Nabuco (1849-1910). Com curadoria de Helena Severo e cenografia de Chicô Gouvêa, a mostra conta a história do abolicionista brasileiro, cuja obra influenciou intelectuais do porte de Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Hollanda. No acervo estão objetos de uso pessoal de Nabuco, livros com dedicatórias, correspondências trocadas com figuras ilustres, a exemplo de Machado de Assis, móveis e curiosidades como o original da Lei Áurea, além de vídeos criados pelo multimídia Marcello Dantas. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado e domingo, 14h às 18h. R$ 6,00. Grátis para crianças menores de 5 anos e pessoas com mais de 60 anos. A bilheteria fecha às 17h15. Grátis aos domingos. Até 15 de dezembro. www.museuhistoriconacional.com.br.
JORGE GUINLE - BELO CAOS. A maior retrospectiva já realizada sobre Jorge Guinle (1947-1987), que nasceu e morreu em Nova York, mas viveu e trabalhou no Rio. São 72 obras (46 pinturas e 26 desenhos), vinte a mais do que as edições da mostra em Porto Alegre e São Paulo. Os curadores Vanda Klabin e Ronaldo Brito conseguiram reunir onze das treze enormes telas expostas pelo artista na Bienal de São Paulo de 1983. Uma delas é a monumental A Última Pincelada, pertencente à coleção de João Sattamini e especialmente restaurada para esta exibição. Outra é Ulisses, cedida pelo marchand Afonso Henrique Costa. Também integram o acervo as telas Macunaíma (1986), O Corpo (Nu) e Yasmin, ambas de 1987, em que se observam tonalidades mais leves de tinta. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 19h. A bilheteria fecha meia hora antes. R$ 8,00. Pessoas com mais de 60 anos pagam meia-entrada. Grátis para amigos do MAM e menores de 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 8,00 por grupo. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Até domingo (8). www.mamrio.com.br.
O MUNDO MAGICO DE MARC CHAGALL - O SONHO E A VIDA. A obra de Marc Chagall (1887-1985), estrela independente do modernismo, ganha representativo recorte nesta supermostra. São mais de 300 peças. Entre as gravuras sobressaem a complexidade cromática da série Dafne e Cloé, os efeitos gráficos de A Bíblia e a crítica bem-humorada da sequência As Almas Mortas, todas expostas pela primeira vez no país. Duas pinturas de composições surpreendentes refletem bem a singularidade do artista nascido na atual Bie-lo-Rússia: Vilarejo com Cavalo Verde ou Visão Sob a Lua Negra e Os Noivos com Trenó e Galo Vermelho. Completam o programa 25 trabalhos de artistas brasileiros ou radicados no Brasil influenciados por Chagall, além de um vídeo sobre sua vida. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Até 6 de dezembro. www.mnba.gov.br.
PEÇAS DE NOVIDADE: O MUNDO DE MESTRE VITALINO. Mostra que celebra o centenário de nascimento de Vitalino Pereira dos Santos (1909-1963), com cinquenta esculturas pertencentes ao acervo dos Museus Castro Maya. As obras foram adquiridas pelo colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894- 1968) diretamente do artista popular pernambucano, no início da década de 1950. Museu da Chácara do Céu. Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa,
2224-8981. Quarta a segunda, 12h às 17h. R$ 2,00. Estac. Grátis para menores de 12 anos, pessoas com mais de 65, grupos escolares e às quartas. Até dia 30. www.museuscastromaya.com.br.
REGINA SILVEIRA. Imponente retrospectiva da artista carioca, Linha de Sombra faz parte das comemorações dos 20 anos do CCBB. Os trinta trabalhos do acervo ocupam a rotunda, as salas do 1º andar e uma sala do 2º andar. São fotografias, objetos e instalações, a exemplo de Derrapagens, com aproximadamente 15 metros de extensão, e Paradoxo do Santo, medindo 18 metros de comprimento por 4 metros de altura. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 3 de janeiro de 2010.
TAPEÇARIAS FRANCESAS - PATRIMONIO E CRIAÇÃO - DE ECKHOUT AOS NOSSOS DIAS. Integrante do calendário do Ano da França no Brasil, a mostra reúne 29 tapeçarias, além de quatro pinturas originais e em grandes formatos feitas pelo holandês Albert Eckhout (1610-1665) durante sua estada em Pernambuco. No acervo estão dezoito monumentais tapetes antigos criados na parisiense Manufatura Real dos Gobelins, na década de 1730, a partir das exóticas pinturas de Eckhout. Completam a exposição onze tapeçarias contemporâneas de artistas como Erro, que homenageia Miró. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h. R$ 6,00. Grátis para menores de 5 anos e pessoas com mais de 60. A bilheteria fecha meia hora antes. Grátis aos domingos. Até dia 15. www.museuhistoriconacional.com.br.
VIVA VIL-LA! Grande mos-tra que homenageia os cinquenta anos de morte do maestro Heitor Villa-Lobos (1887-1959). O curador Fabiano Canosa levou três anos para reunir o acervo. Há objetos pessoais, fo-tos, manuscritos e partituras que vieram do Museu Villa-Lobos e de instituições estrangeiras como a Biblioteca do Congresso Americano e a Biblioteca Nacional da França. A principal atração é a réplica em tamanho real de um trem com cinco vagões, alusão à composição Trenzinho Caipira. Ao percorrê-la, o espectador vê, através das janelas, cenas de concertos, imagens domésticas da família de Vil-la-Lobos e cenários que inspiraram sua obra, como o sertão e a Amazônia. Arquivo Nacional. Praça da República, 173, Centro,
2179-1273. Metrô Central.
Segunda a sexta, 9h às 17h; sábado, 9h às 16h. Grátis. Até 5 de janeiro de 2010.
WILFREDO LAM. Primeira individual do artista cubano (1902-1982) no Brasil, Lam: Gravuras reúne 140 peças criadas de 1941 até sua morte. Aos 21 anos, Wilfredo Lam ganhou uma bolsa de estudos e partiu para a Europa. Só voltaria para a terra natal em 1941, depois de morar na Espanha e na França, enfrentar a ditadura franquista e o nazismo e conviver intimamente com criadores como o escritor André Breton e o pintor Pablo Picasso. Em meio a tantas experiências, moldou a influência da arte moderna e surrealista a elementos da cultura negra numa obra formidável. Entre os trabalhos expostos estão as ilustrações para o poema Fata Morgana, do surrealista Breton. Caixa Cultural. Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, metrô Carioca.
Terça a sábado, 10h às 22h; domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 3 de janeiro de 2010. www.caixacultural.com.br.
FOTOGRAFIA
ALAIR GOMES. Fotógrafo dedicado a retratar o corpo masculino, o fluminense Alair Gomes (1921-1992) não testemunhou sua consagração profissional. Ela só veio em 2001, quando a Fundação Cartier, de Paris, exibiu abrangente mostra com os seus famosos registros de rapazes nas praias cariocas. Recentemente, outra instituição parisiense, a Maison Européenne de la Photographie, realizou a exposição A New Sentimental Journey, com 130 fotografias selecionadas por Miguel Rio Branco. É esse acervo que chega ao Paço, com registros realizados por Alair em 1983, durante viagem pela Europa. Sob seu olhar, foram fotografadas estátuas masculinas em praças e museus por Inglaterra, França, Suíça e Itália, a exemplo do célebre Davi de Michelangelo. Paço Imperial, Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até dia 30.
MAUREEN BISILLIAT. Nascida na Inglaterra em 1931, Sheila Maureen Bisilliat estudou pintura em Paris e em Nova York antes de se mudar para São Paulo, em 1957. Com um pé no Brasil e outro no resto do mundo, a fotógrafa criou uma notável coleção de cerca de 16?000 imagens. No Instituto Moreira Salles, que guarda esse acervo desde 2003, estão expostos 200 trabalhos selecionados por ela. Há fotos de suas conhecidas séries inspiradas em obras de Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, João Cabral de Melo Neto e Jorge Amado. Do diálogo com a literatura, nasceram paisagens e personagens que parecem saídos dos grandes clássicos dos quatro escritores. Fotojornalista, a inquieta Maureen Bisilliat também voltou o olhar afiado para universos distintos, como tribos indígenas no Xingu e cenários na Bolívia, na China e no Japão. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a sexta, 13h às 20h; sábado, domingo e feriado, 11h às 20h. Estac. Grátis. Até 17 de janeiro de 2010. www.ims.com.br.
VALE A VIAGEM
RETRATOS NO ESTRANGEIRO: O BRASIL IMPERIAL NOS ATELIES FRANCESES. Com curadoria das pesquisadoras Maria de Fátima Moraes Argon e Maria Inez Turazzi, a mostra reúne obras de pintores, gravadores e fotógrafos franceses do século XIX. Há retratos de brasileiros que documentaram suas viagens à França e outros produzidos em ateliês de artistas daquele país europeu estabelecidos no Rio. Uma das imagens é a de dom Pedro II, pintado por Édouard Vienot. Também podem ser encontradas algumas das primeiras fotos tiradas no Brasil, assinadas por Félix Nadar, um dos maiores nomes da fotografia francesa. Os trabalhos fazem parte do acervo de 12 000 peças do museu, cuja exposição permanente já vale a visita. Museu Imperial de Petrópolis. Rua da Imperatriz, 220, Centro, Petrópolis,
(24) 2237-8000, ramal 228. Terça a domingo, 11h às 18h. R$ 8,00. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. Grátis para menores de 7 e maiores de 80 anos. Até fevereiro de 2010. www.museuimperial.gov.br.