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Exposições
Carlos Henrique Braz
Cores e formas urbanas
Divulgação
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Galeria de imagens
Destaque na turma de grafiteiros que, valorizada, começou a dividir seu tempo entre as ruas e as galerias de arte, a dupla osgemeos ocupa três salas do CCBB com Vertigem. A primeira exposição dedicada exclusivamente à obra dos irmãos paulistanos Gustavo e Otávio Pandolfo, de 35 anos, reúne pinturas, esculturas, objetos sonoros e instalações. Cabeça, trabalho de madeira com quase 5 metros de altura, recebe os visitantes no início do percurso. Em outro salão encontra-se a instalação que dá nome à mostra, constituída de três grandes cubos. Um deles, suspenso, promete proporcionar efeitos de caleidoscópio a quem observar seu interior, repleto de luzes azuis e espelhos. Estão presentes também telas a óleo, a exemplo de Chuvas de Verão (acima), e um inédito painel de parede de 40 metros quadrados.
osgemeos. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 17 de maio. A partir de terça (24).
ESTREIAS
FERNANDA JUNQUEIRA E NENO DEL CASTILLO. Batizada Ar Opaco – Variações Cariocas, esta mostra reúne trabalhos inéditos dos dois artistas cariocas que tiram da cidade natal a inspiração para sua obra. Fernanda apresenta seis pinturas e uma criação em videoarte da série Camarupa – nome de uma divindade indiana que tem como atributo mudar a forma das coisas visíveis. Del Castillo expõe sete desenhos da série Monumentália Carioca, em que contornos de montanhas ou áreas além dos limites urbanos são representados por grandes massas de bastão oleoso preto sobre papel. R$ 2 000,00 a R$ 6 000,00. Amarelonegro Arte Contemporânea. Rua Visconde de Pirajá, 111, loja 6, Ipanema,
2247-3086. Segunda a sexta, 11h às 19h; sábado, 11h às 16h. Grátis. Até 24 de abril. A partir de quinta (26).
JOSÉ DAMASCENO. Sem realizar uma individual no Rio desde 2006, este carioca de 40 anos apresenta, na mostra Conjunto Sequência Lugar, catorze trabalhos inéditos no Brasil. São fotografias, a exemplo de La Mesa Está Puesta, esculturas em metal como Can You Hear Me?, que reproduz duas cornetas, maquetes (Projeto-Objeto) e outras criações. Organograma-Guia, por exemplo, é uma peça construída com contas de cerâmica unidas por um fio de 17 metros. Com curadoria de Ligia Canongia, a exposição reinaugura o espaço depois de recente reforma. Casa de Cultura Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema,
2332-2016.
Terça a domingo, 13h às 21h. Grátis. Até 10 de maio. A partir de quinta (26).
EM CARTAZ
BRASIL BRASILEIRO. Coletiva com 180 telas de setenta expressivos pintores do país montada para celebrar o bicentenário do Banco do Brasil. As obras cobrem do século XIX aos dias atuais, abrangendo acadêmicos, modernos e contemporâneos. Selecionados de mais de cinquenta coleções particulares e públicas, foram reunidos trabalhos pouco vistos, como Lavadeiras do Abaeté (1957), de José Pancetti; Menino com Lagartixas (1924), de Lasar Segall; Praia de Botafogo (1816), de Nicolas-Antoine Taunay; Jardim Botânico (1937), de Guignard; Flora e Fauna Brasileiras (1934), de Portinari; e a pintura Atenção (1973), de Carlos Zilio. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 5 de abril.
CARLA GUAGLIARDI. Radicada em Berlim, a artista carioca apresenta, na retrospectiva O Lugar do Ar, trabalhos produzidos nos últimos vinte anos. O acervo reúne dez instalações constituídas de água, plástico, ferro, látex, vidro, cobre, aço, algodão, tijolos de barro e plantas, entre outros materiais. Uma das obras, a que dá nome à mostra, composta de vergalhões de ferro dependurados por elásticos de diferentes espessuras e comprimentos, foi exibida há quatro anos na Galerie M, em Bochum, na Alemanha. Outra das peças, a composição 1, 2, 3, 4, da série Respiros, de 2006, reúne balões cheios de ar e borracha. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 19h. R$ 8,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 4,00. Grátis para amigos do MAM e crianças de até 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 8,00 por grupo. Até 17 de maio. www.mamrio.com.br.
CIRO FERNANDES. Considerado um expoente da gravura nordestina, o poeta e artista plástico paraibano apresenta a individual Cirogravuras. Nos dezesseis trabalhos que constituem o acervo, produzidos entre 1970 e 2008, há imagens inspiradas no universo de Mestre Vitalino, a exemplo das xilogravuras Bandolim (1985), Boi Bonito (2005) e Maria do João da Maria (2007). Completam a mostra capas de livros criadas para autores como Rachel de Queiroz e Ferreira Gullar. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, Metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Até domingo (29).
A COLEÇÃO. Reunião de trabalhos de cinco nomes em ascensão no mercado de arte contemporânea: Divino Sobral, Luiz Hermano, Nazareno, a dupla PaulaGabriela e Rosana Ricalde. Cada um deles desenvolveu trinta exemplares de pequenas obras em tamanhos médios de 16 centímetros – que podem ser vendidos em conjuntos de cinco peças ou por unidade. Rosana Ricalde contribui com uma serigrafia em duas cores. O paulista Nazareno comparece com o objeto Casa É o Local para Onde Eu Sempre Desejo Voltar, construído com madeira e plástico. R$ 500,00 a R$ 2 000,00. Galeria Arte em Dobro. Rua Dias Ferreira, 417, loja 205, Leblon,
2259-1952. Segunda a sexta, 10h às 18h. Grátis. Até 11 de abril. www.arteemdobro.com.br.
FÁBIO CARDOSO. Individual do pintor paulistano, radicado no Rio, Pas Toi ("patuá" na pronúncia e "você não", em uma livre tradução do francês) exibe dez trabalhos abstratos criados com ferramentas do ateliê do artista. De pequeno, médio ou grande formato, cada obra se distingue pela posição dos objetos impressos e pela cor da chapa de acrílico que a reveste. Cardoso desenvolveu um método curioso: pinta a tela de preto, espalha sobre ela pincéis, espátulas, martelos e tesouras, e espera secar. Quando retira as peças, realça a silhueta delas com solvente. Assim produz surpreendentes composições. Essas obras são o desdobramento da pesquisa desenvolvida pelo artista desde 2002, quando participou da Bienal de São Paulo. R$ 11.000,00 a R$ 15.000,00. Lurixs Arte Contemporânea. Rua Paulo Barreto, 77, Botafogo,
2541-4935. Segunda a sexta, 14h às 19h. Sábado, mediante agendamento. Grátis. Até 3 de abril.
FILE RIO 2009. Trabalhos artísticos de animação computadorizada, inteligência artificial e outras técnicas futuristas compõem a quarta edição carioca do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), criado em São Paulo em 2000. Entre os destaques estão as obras The Scalable City, ou "a cidade escalável" – brincadeira inspirada no jargão de informática "escalar", videoinstalação interativa criada pelo americano Sheldon Brown, e Skinstrument. Obra do holandês Daan Brickman, o equipamento chamado "instrumento de pele", em tradução literal, produz sons pelo contato entre duas pessoas. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo,
3131-3060, Metrô Largo do Machado.
Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até 19 de abril.
GRÁFICOS RIO. A mostra promove um feliz encontro entre profissionais da ilustração e da gravura. Estão expostos cinquenta trabalhos de dezoito artistas de estilos e gerações diversos. Idealizador do projeto, o argentino Trimano exibe um belo múltiplo da série Estigmas. Rizza Conde, dedicada à xilogravura desde 1964, surpreende apresentando duas criações em metal. Um dos destaques em meio aos nomes mais novos, Pedro Sánchez, do grupo Cavalo Preto, comparece com uma instigante obra em técnica mista. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, Metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Até domingo (29).
HÉLIO OITICICA: PENETRÁVEIS. Individual póstuma com seis trabalhos de Hélio Oiticica (1937-1980), por ele batizados de manifestações ambientais – conceito que três décadas depois desembocou nas onipresentes instalações. Construídas com a junção de unidades denominadas penetráveis, ou PN, essas criações convidam o visitante a experimentar em seu interior diferentes texturas de materiais e variadas sensações com cores, sons e aromas. O percurso começa no 3º andar, com PN 1, a famosa Tropicália e Éden. No 2º pavimento estão as inéditas no Brasil Rhodislândia e Macaleia, que homenageia o músico Jards Macalé. Fechando o circuito, no térreo, Rijanviera leva o observador a caminhar descalço sobre uma trilha d'água. Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rua Luís de Camões, 68, Praça Tiradentes,
2242-1012, Metrô Presidente Vargas. Terça a sexta, 11h às 18h; sábado, domingo e feriados, 11h às 17h. Grátis. Até 21 de junho.
ILUMINANDO O NOVO. Com curadoria de Franz Manata, a coletiva reúne trabalhos de dez artistas selecionados entre centenas de inscritos no programa de capacitação teórica e prática da Incubadora Furnas Sociocultural. Alê Souto participa com duas interessantes colagens em grandes formatos. Bruno Miguel apresenta duas maquetes e dois óleos sobre tela. Outros destaques são a parede com doze pinturas sobre tampas de barris de petróleo, de Geleia da Rocinha, a instalação em tubos de vidro de Isabela Sá Roriz, o impactante painel fotográfico Patchwork, de Raphael Costa, e as séries de desenhos e pinturas criados por Elvis Almeida, em especial Cemitério para Elefantes. R$ 600,00 a R$ 9.500,00. Largo das Artes. Rua Luís de Camões, 2, Largo de São Francisco, Centro,
2224-2985, Metrô Uruguaiana. Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até sábado (28).
INVESTIGAÇÕES PICTÓRICAS. Coletiva com pinturas de sete artistas que estão despontando no cenário contemporâneo. Curadora da mostra, Daniela Labra selecionou trabalhos de Eduardo Berliner, um dos cinco ganhadores do Prêmio CNI-Sesi Marcantonio Vilaça de 2008, além de interessantes óleos sobre tela de Mariana Palma, Adams Carvalho, Bruno Vilela, Clarisse Canela, Geraldo Marcolini e Alexandre Vogler, que criou uma curiosa série de autorretratos nas efígies de cédulas de real. Museu de Arte Contemporânea. Mirante da Boa Viagem, s/nº, Niterói,
2620-2400.
Terça a domingo, 10h às 18h. R$ 4,00. A bilheteria fecha 15 minutos antes. Crianças de até 7 anos e estudantes até o ensino médio não pagam. Até 12 de abril.
MÉMOIRE D'AÉROPOSTALE. Parte da programação do Ano da França no Brasil, a mostra conta a história da Compagnie Generale Aéropostale, o correio aéreo francês, que passou a ligar a Europa à América do Sul em 1928. Criada por Pierre-Georges Latécoère em 1918, como Lignes Aériennes Latécoère, foi transformada em Aéropostale dez anos mais tarde e, em 1932, fundida com outras empresas à Air France. No acervo estão fotografias, mapas e selos que documentam situações como a ligação pioneira entre Toulouse e Buenos Aires, com escalas no Rio, em Santos e em Florianópolis. Curiosidade: na capital catarinense, o então piloto Antoine de Saint-Éxupery, o famoso autor de O Pequeno Príncipe, ficou conhecido como "Zéperri" entre os pescadores da Praia de Campeche, de tanto pernoitar por ali. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 2 de maio.
NÓS. Mostra com trabalhos de 23 artistas brasileiros e estrangeiros de seis países que apresentam um panorama da cultura negra sob a ótica da arte contemporânea. Com curadoria de Daniella Géo, a coletiva reúne criações de Cildo Meireles, como Black Pente, produzida entre 1971 e 1973, as instalações Terra à Vista (1998) e Libertas Quae Sera Tamen (2009), de Nelson Leirner, Iguais/Diferentes (1970/2008), de Carlos Vergara, composta de uma centena de fotografias do bloco Cacique de Ramos, além de Parede da Memória (1994), com 850 pequenas imagens de família da paulistana Rosana Paulino. Do elenco internacional, destaque para os três autorretratos impressos sobre lona do fotógrafo africano Aimé Ntakiyica. Museu da República. Rua do Catete, 153, Catete,
3235-2650. Metrô Catete. Terça a sexta, 12h às 17h; sábado, domingo e feriado, 14h às 18h. R$ 6,00. Grátis às quartas e domingos. Grátis para maiores de 65 e menores de 10 anos. Até 19 de abril.
NOUVELLE VAGUE. Coletiva que reúne trabalhos das artistas paulistanas Ana Elisa Egreja, Regina Parra e Renata de Bonis e dos cariocas Bruno Miguel e Daniel Lannes. Com imagens retiradas de jornais, revistas, livros, sites de busca, anúncios e projetos de arquitetura, as pinturas de Bruno (À Lembrança do Monza de Meu Irmão), Daniel (Dramas e Abstrações) e Ana Elisa (Pink Flamingos) fazem referência a criações do francês Marcel Duchamp. Já as telas de Regina (Acidente [Série CCTV]) e Renata (Sem Título) têm características minimalistas, com poucos elementos retratados. R$ 800,00 a R$ 15 000,00. Laura Marsiaj Arte Contemporânea. Rua Teixeira de Melo, 31 C, Ipanema,
2513-2074. Terça a sexta, 10h às 19h; sábado, 11h às 16h. Até 18 de abril. www.lauramarsiaj.com.br
NUNO RAMOS. Integrante do grupo Casa 7, contemporâneo paulistano da carioca Geração 80, o artista realiza nova individual no Rio. Na mostra Mar Morto, Nuno exibe três trabalhos monumentais e um curta-metragem. O salão do térreo abriga a instalação Mar Morto (Soap Opera 2), constituída de duas embarcações cobertas de sabão derretido com caixas de som nas proas – delas saem sons de coro que mesclam peças dos gregos Ésquilo e Sófocles, além do texto que dá nome à mostra, declamado pelo ator Marat Descartes. No 3º andar da galeria estão duas composições sem título, construídas com pelúcia, metal, tecidos de diversas cores e texturas, tubo de PVC e tinta a óleo. Preços sob consulta. Anita Schwartz Galeria de Arte. Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea,
2274-3873. Segunda a sexta, 10h às 20h; sábado, 11h às 17h. Grátis. Até 16 de maio.
ROBERTO BURLE MARX 100 ANOS – A PERMANENCIA DO INSTAVEL. Grande retrospectiva com objetos, pinturas e projetos paisagísticos que marca o início da celebração do centenário de Roberto Burle Marx (1909-1994) – ele nasceu no dia 4 de agosto. Com curadoria de Lauro Cavalcanti, a mostra reúne 335 peças entre cerâmicas, tapeçarias, esboços de cenários para teatro, belíssimos painéis de tecido pintado e oitenta pinturas. Duas delas são Mulher de Combinação Rosa (1933), um dos seus mais belos óleos da fase acadêmica, e a última tela, inacabada, com motivos abstratos e sem título, de 1993. Reserve disposição para acompanhar os textos da linha do tempo, que explicam um bocado sobre o artista e sua época. Paço Imperial. Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 19 de abril.
RUBEM GRILO. Um dos mais importantes gravadores brasileiros, o artista mineiro de 62 anos assina a curadoria de sua maior individual, Rubem Grilo Xilográfico (1985-2009). São exibidos 180 trabalhos produzidos no período em que ele acredita ter conquistado a autonomia artística. Além de 167 xilogravuras, o acervo reúne treze matrizes em madeira, a exemplo de Náufragos Anônimos e Gnosis. Caixa Cultural. Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a sábado, 10h às 22h; domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 12 de abril. www.caixacultural.com.br.
SAMSON FLEXOR. Individual do romeno naturalizado francês, e depois brasileiro, Samson Flexor (1907-1971). Batizada Aquarelas e Desenhos, a mostra reúne 98 criações, produzidas em sua maioria na década de 1960. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 19 de abril. www.ims.com.br.
A SEDUÇÃO DO ORIENTE: A ARTE ASIÁTICA NA COLEÇÃO DO MHN. São 210 peças procedentes da China, Japão, Coreia, Índia e da antiga Pérsia (atual Irã), de onde veio a bela escultura em ferro que retrata um pavão, feita no século XIV. Também merece destaque o leque chinês do século XIX, com a representação da cena do incêndio no Palácio Imperial de Hong Kong. Dono de um dos maiores acervos do país, com cerca de 20?000 itens, o museu mantém 80% desse patrimônio guardado na reserva técnica por falta de espaço para exposição. Mostras temáticas como essa foram a solução adotada para amenizar o problema. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. R$ 6,00. Grátis para crianças menores de 5 anos e pessoas com mais de 60. A bilheteria fecha às 17h15. Grátis aos domingos. Até 1º de novembro. www.museuhistoriconacional.com.br.
SUZANA QUEIROGA. Primeira edição de 2009 do tradicional projeto Os Amigos da Gravura, dos museus Castro Maya, essa individual da artista carioca reúne 25 trabalhos inspirados em vias urbanas de Londres, Berlim, Milão, Rio e Brasília, entre outras cidades. Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a mostra Velofluxo apresenta pinturas, gravuras, desenhos e objetos de produção recente. Egressa da Geração 80, Suzana também cria objetos infláveis, a exemplo da maquete do balão Soft Velofluxo. Museu da Chácara do Céu. Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa,
2224-8981. Quarta a segunda, 12h às 17h. R$ 2,00. Estac. Grátis para menores de 12 anos, maiores de 65 e grupos escolares. Grátis às quartas. Até 29 de junho. www.museuscastromaya.com.br.
TRABALHOS EM PAPEL. Na coletiva, 26 artistas de diferentes gerações apresentam um panorama geral da arte brasileira através de cinco décadas de produção em papel. Selecionados pela galerista Mercedes Viegas, os desenhos e gravuras, em sua maioria datados dos anos 60, são assinados por tarimbados criadores, a exemplo de Burle Marx e Carlos Vergara. Os trabalhos mais recentes saíram dos ateliês de nomes como Elizabeth Jobim e Tunga. R$ 1.250,00 a R$ 35.000,00. Mercedes Viegas Arte Contemporânea. Rua João Borges, 86, Gávea,
2294-4305. Segunda a sexta, 13h às 19h; sábado, 16h às 20h. Grátis. Até 30 de abril. www.mercedesviegas.com.br.
FOTOGRAFIA
DIREITOS HUMANOS – A DECLARAÇÃO DA VIDA. Mostra temática que marca os sessenta anos da Declaração dos Direitos Humanos, assinada em Paris durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. O acervo reúne 64 fotografias selecionadas pelos curadores Milton Guran e Melanie Guerra, separadas em oito módulos. No maior deles aparecem trinta imagens realizadas por catorze profissionais, entre os quais Evandro Teixeira e Custódio Coimbra. Completam a exposição sete ensaios, a exemplo dos impactantes Micro-ondas, de Rogério Reis, e Universidade Federal, de Walter Carvalho, e do poético Bala Perdida, de Anna Kahn. Centro Cultural da Justiça Eleitoral. Rua Primeiro de Março, 42, Centro,
2253-7566. Quarta a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 9 de abril.
ITINERARIUM: PELO CAMINHO DE SANTIAGO EM CASTILLA E LEÓN. A peregrinação realizada a Santiago de Compostela, desde o século IX, por milhares de fiéis que percorrem a pé 800 quilômetros de leste a oeste na Espanha é o tema dessa coletiva com trabalhos de cinco artistas: os brasileiros Guy Veloso, Rodrigo Petrella e Vik Muniz e os espanhóis Ángel Marcos e Eduardo Margareto. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até domingo (29).
OTTO STUPAKOFF. Leia em Veja Rio Recomenda. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 19 de abril. www.ims.com.br.