Exposições
Carlos Henrique Braz
Jardins suspensos
Divulgação
"Para Sylvia Martins, Nova York é seu ateliê, o Rio sua casa e o Oriente sua inspiração", escreveu o ator Richard Gere - no prefácio do livro Fragments, com obras da pintora gaúcha. Isso foi em 1992, quando o astro de Hollywood era casado com ela. O tempo passou, eles se separaram, mas a definição continua valendo. Desde 2004 sem realizar uma individual por aqui, a artista radicada há 28 anos nos Estados Unidos apresenta onze óleos sobre linho na mostra Stimulus. Em grandes formatos, os trabalhos têm a cor como elemento fundamental, por influência da época em que ela integrou a turma de Andy Warhol (1928-1987), expoente da pop art no fim da década de 70. Telas como Campo Limpo (foto) são repletas de símbolos gráficos e motivos florais inspirados nas guirlandas que enfeitam divindades hindus. "Depois de passar um mês e meio na Índia, voltei para o estúdio cheia de idéias", diz Sylvia. Seguem o mesmo estilo quadros como Kerala, Burlemarxia, homenagem ao paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994), e Onda Floral, o maior do acervo (1 metro por 1,76 metro) e o preferido da autora.
Sylvia Martins. LGC Arte Contemporânea. R$ 5 000,00 a R$ 15 000,00. Rua do Rosário, 38, Centro,
2263-7353. Terça a sexta, 12h às 19h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até 31 de maio. A partir de quinta (17).
ESTRÉIASMARTA JOURDAN. Primeira individual da artista que já participou de coletivas como o Projeto Multiplicidade, no Oi Futuro, e Estados de Metáforas, ao lado de Brígida Baltar e Claudia Bakker, na Fundação Eva Klabin. Integrante dessa segunda mostra, realizada em 2007, o trabalho Zona de Lançamento #2 voltará a ser exibido, entre instalações de grandes formatos, desenhos e objetos da série Derramados. R$ 1.500,00 a R$ 10.000,00. Mercedes Viegas Arte Contemporânea. Rua João Borges, 86, Gávea,
2294-4305. Segunda a sexta, 13h às 19h; sábado, 16h às 20h. Grátis. Até 17 de maio. A partir de quinta (17).
NELSON AUGUSTO. Discípulo de Aluísio Carvão, Frederico Morais e Lygia Pape nas décadas de 1960 e 1970, esse artista carioca comemora 42 anos de carreira com a mostra Pinturas e Pinturas. São doze trabalhos recentes em acrílica sobre tela e colagens com madeira e barbante. Entre as obras há pequenas caixas de madeira que acondicionam papéis pintados, lembrando livros. R$ 2.000,00 a R$ 5.000,00. Galeria 90 Arte Contemporânea. Rua Marquês de São Vicente, 90, sala 101, Gávea,
2529-6588. Segunda a sexta, 14h às 19h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até 31 de maio. A partir de quinta (17).
EM CARTAZ
ANTÔNIO PARREIRAS – HISTÓRIA DE UM PINTOR CONTADA POR ELE MESMO. Famoso por delicadas marinhas e pelos murais que criou em prédios públicos, Antônio Parreiras (1860-1937) foi um dos pioneiros da pintura decorativa de interiores no Brasil. Nesta mostra estão sessenta obras, entre pinturas, desenhos e estudos para painéis em óleo sobre tela, como Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas, que enfeita o Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, e afrescos presentes na Sala Leo-poldo Miguez, na Escola de Música da UFRJ. Também integram a retrospectiva quadros como Tormenta e Rochedo em Alto Mar, além de raridades como o auto-retrato que ilustra a capa do livro História de um Pintor Contada por Ele Mesmo, de Parreiras, publicado em 1926. Caixa Cultural (Galeria 1). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, a Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até dia 27. www.caixacultural.com.br.
BRUNO BOGOSSIAN. Mais conhecido por seu trabalho no coletivo de grafiteiros Fleshbeckcrew, o artista realiza sua primeira individual. Na mostra Raízes Orientais, Bogossian, também chamado de BR, apresenta doze telas com motivos que pretendem expressar uma fusão de imagens do caos urbano com figuras que remetem à busca pelo equilíbrio pregada pela filosofia oriental. São trabalhos em grandes e médios formatos, construídos em spray sobre tela, látex e estêncil. R$ 2.100,00 a R$ 6.700,00. Movimento Arte Contemporânea. Avenida Atlântica, 4240, loja 211 (Shopping Cassino Atlântico), Copacabana,
2267-5989.
Segunda a sábado, 11h às 19h. Estac. (R$ 5,00, a hora). Grátis. Até sábado (19).
CARLOS ZILIO. Sem apresentar uma individual no Rio há quatro anos, o artista plástico carioca expõe 34 trabalhos em diferentes formatos e técnicas. Entre as dezoito pinturas em grande escala destacam-se imensos dípticos como Quem Tem Medo de Verde, Amarelo, Azul e Branco e de Barnett Newman III e Jardim, ambos em esmalte sintético, óleo e bastão de óleo sobre tela, medindo 1,4 metro por 2,94 metros. Há quatro objetos. Um deles é o instigante O Julgamento de Paris, com a reprodução de três maçãs de silicone, resina plástica e gesso sobre base de mármore. No terraço da galeria estão belos óleos sobre tela, a exemplo de Rubens on the Beach II, além de doze desenhos sem título em carvão sobre papel. A partir de R$ 10.000,00. Anita Schwartz Galeria de Arte. Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea,
2274-3873.
Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até 10 de maio. www.anitaschwartz.com.br.
COLETIVA LARGO DAS ARTES. Oito artistas visuais exibem desenhos, fotografias, instalações, pinturas e vídeos nesta grande mostra promovida em parceria entre as galerias Novembro Arte Contemporânea e Largo das Artes. O mineiro Matheus Rocha Pitta apresenta obras da série Jazida, com oito fotografias realizadas no interior da Cinemateca do MAM. Laura Erber, carioca, mostra a videoinstalação História Antiga, com projeções de imagens de um peixe de aquário e textos sobre um livro com páginas em branco. Trabalhos em diferentes técnicas da série Arte e Cocaína, desenvolvida entre 1950 e 2000, são expostos pelo paulista Alberto Simon, enquanto o consagrado fotógrafo de publicidade Murillo Meirelles comparece com três belas fotografias da série Pedras, feitas em 2005 no Lajedo do Pai Mateus, na Paraíba. R$ 1.500,00 a R$ 15.000,00. Largo das Artes. Rua Luís de Camões, 2, Largo de São Francisco, Centro,
2224-2985, Metrô Uruguaiana. Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até 3 de maio.
DAVID LACHAPELLE. São 25 trabalhos do fotógrafo americano da Carolina do Norte, famoso pelos editoriais de moda para grandes grifes e importantes revistas internacionais, além da exibição de oito clipes por ele dirigidos para artistas como Moby, Macy Gray, Jennifer Lopez e Elton John. Reunidas na mostra Heaven to Hell: Belezas e Desastres estão instigantes imagens selecionadas pela curadora Eva Grinstein, que incluem retratos de celebridades como Drew Barrymore, Madonna, Naomi Camp-bell e Leonardo Di Caprio mesclados com ensaios de moda com modelos que posam em cenários destruídos por catástrofes e versões contemporâneas de passagens religiosas como a última ceia e o sermão da montanha. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo,
3131-3060, Metrô Largo do Machado.
Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até 4 de maio.
DIÁLOGO CONCRETO DESIGN E CONSTRUTIVISMO NO BRASIL. Coletiva com pinturas e esculturas de importantes artistas plásticos exibidas ao lado de cartazes, poltronas e outros trabalhos que eles assinaram como designers. Através das criações de nomes como Abraham Palatnik, Aluísio Carvão, Amilcar de Castro, Lygia Pape e Willys de Castro, o visitante poderá perceber as semelhanças entre as obras de arte desses representantes do movimento concretista – peças não figurativas, que se caracterizam pela abstração geométrica – e as embalagens de produtos, capas de livros e objetos de uso cotidiano. Destaque para as criações de Lygia Pape, com uma cenografia que reproduz rotativas gráficas de onde saem embalagens por ela desenvolvidas para uma famosa marca carioca de biscoitos. Ao lado, um telão exibe o filme Balé Neoconcreto, feito em 1958 por Reynaldo Jardim e Lygia. Fazem falta no acervo exposto obras de Alexandre Wöllner e de Lygia Clark. Caixa Cultural (Galeria 3). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até dia 27.
HILAL SAMI HILAL. Na mostra Seu Sami, esse artista plástico capixaba e de ascendência síria, com 55 anos, exibe seis enormes instalações elaboradas em homenagem a seu pai, que morreu quando ele tinha 12 anos. Construído com 100 grades feitas de fibra de papel e algodão, Globo surpreende pela luminosidade e leveza. Inspirada nos contos do clássico As Mil e uma Noites, Sherazade é constituída de 400 livros com páginas entrelaçadas. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944. Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriado, 12h às 19h. R$ 5,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 2,00. Grátis para amigos do MAM e crianças de até 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 5,00 por grupo. Até 18 de maio. www.mamrio.com.br.
MARCELLO GRASSMANN. Retrospectiva com mais de 100 trabalhos produzidos pelo gravador, desenhista e ilustrador paulista de 82 anos de idade, ao longo de sua carreira de mais de seis décadas. Grassmann participou da Bienal de Veneza, em 1950, e da I Bienal de São Paulo, em 1951, entre 427 individuais e coletivas, sendo 116 no exterior. Seus trabalhos construídos com nanquim, sépia, extrato de nogueira ou crayon costumam conjugar figuras humanas com animais. Na produção mais recene, imagens femininas aparecem ao lado de bichos exóticos saídos da imaginação do artista. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 4 de maio. www.ims.com.br.
UM NOVO MUNDO, UM NOVO IMPÉRIO: A CORTE PORTUGUESA NO BRASIL. Pinturas, gravuras, objetos e documentos como a carta de elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves estão expostos nessa grande mostra comemorativa pelos 200 anos da chegada da família real. Entre as peças de mobiliário, uma das mais curiosas é a cadeira acústica usada por dom João VI- – que tinha deficiên-cia auditiva – para ouvir melhor os súditos. Também estão expostos belos quadros como Chegada de D. João VI a Salvador, pintado por Portinari em 1952, e Chegada da Família Real de Portugal, óleo sobre tela que reconstitui a entrada da frota na Baía de Guanabara. A obra, de 1999, foi feita pelo pintor da Marinha inglesa Geoff Hunt com base em informações do diário de bordo dos viajantes da época. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriado, 10h às 18h. R$ 6,00. Menores de 5 anos e maiores de 65 anos não pagam. Grátis aos domingos. Até 8 de junho.
NUNO RAMOS. Intervenções de arte contemporânea no acervo da Fundação Eva Klabin compõem a mostra Pergunte Ao, na oitava edição do Projeto Respiração. Na instalação que dá título à exposição, espelhos refletem pinturas, como Madona, Menino e Dois Anjos (1510-1520), do flamengo Jan Provost. De granito negro, os trabalhos de Permito lembram lápides: as faces polidas espelham objetos como uma moldura de lareira do período gótico austríaco do século XV. Na série Vitrine, caixas de vidro destacam o mobiliário, como a mesa da sala de jantar e a cama no quarto do casal, e perto delas pode-se ouvir textos de Nuno gravados por Cesar Augusto e Marcelo Valle, integrantes da Cia. dos Atores. Fundação Eva Klabin. Avenida Epitácio Pessoa, 2480, Lagoa,
3202-8550. Quarta a domingo, 14h às 18h. R$ 10,00. Estudantes, pessoas com mais de 60 anos e pais acompanhados dos filhos pagam R$ 5,00. Grátis para crianças de até 10 anos. Grátis às sextas. Visitas guiadas: 14h30 e 16h. Até 1º de junho.
PAULO VIVACQUA. Dedicado à chamada arte sonora, esse artista plástico contemporâneo e músico carioca apresenta uma versão revista e ampliada da instalação Sentinels, exibida na exposição Treble, em 2004, no Sculpture Center, em Nova York. Montada nos pilotis do Palácio Gustavo Capanema, no Centro, Sentinelas é constituída de diversos pares de alto-falantes distribuídos ao longo do vão no térreo. O som que sai das caixas dá aos passantes a impressão de que o edifício está produzindo uma sinfonia de ventos. Segundo o curador da obra, Fernando Cocchiarale, o vento soprado pelos alto-falantes complementa a brisa silenciosa que vem da Baía da Guanabara e flui entre as colunas do belo espaço com arquitetura de Le Coubusier. Palácio Gustavo Capanema – Pilotis. Rua da Imprensa, 16, Centro,
2279-8085 ou 2275-4362.Metrô Cinelândia.
Sexta e sábado, 12h às 18h. Grátis. Até sábado (19).
RUBENS GERCHMAN (1942-2008). Leia em Veja Rio Recomenda. R$ 8.000,00 a R$ 20?000,00. Pinakotheke Cultural, Rua São Clemente, 300, Botafogo,
2537-7566. Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado, 10h às 16h. Grátis. Até 2 de maio.
O TEATRO DE DEBRET. Mais de 500 obras selecionadas na coleção dos Museus Castro Maya (Iphan/MinC) pelo curador Júlio Bandeira compõem a maior mostra já realizada sobre Jean-Baptiste Debret (1768-1848). O acervo está dividido entre 346 aquarelas e 151 pranchas litográficas dispostas em vitrines, além de cinco óleos de Debret e nove trabalhos de outros artistas relacionados com o pintor francês. Integrante da programação comemorativa dos 200 anos da chegada da família real, a exposição pretende mostrar o caráter de cronista e repórter do artista participante da Missão Artística Francesa que viveu no Rio de 1816 a 1831. Alguns destaques da mostra são o óleo sobre tela Casamento de D. Pedro I e D. Amélia e as aquarelas Dia do Entrudo e Parte da Costa do Rio de Janeiro – Gigante Deitado. Fundação Casa França-Brasil. Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro,
2253-5366.
Terça a domingo, 10h às 20h. Grátis. Até 11 de maio.
OS TRÓPICOS VISÕES A PARTIR DO CENTRO DO GLOBO. Relíquias trazidas do conceituado Museu Etnológico de Berlim e trabalhos de 23 artistas contemporâneos dividem espaço para representar culturas díspares de países na África, na Ásia, nas Américas e na Oceania. São ao todo 130 antiguidades, além de 87 pinturas, desenhos, fotografias, esculturas, vídeos e instalações. Entre os trabalhos de brasileiros, destaque para a série de dez fotografias, Candomblé, assinada por Maurício Dias & Walter Riedweg, e a videoinstalação Máscara, de Marcos Chaves. Merecem atenção, entre as obras étnicas, a placa indiana de pedra datada do século II Deus do Fogo Agni, e a grande escultura Figura de um Rei. Feita na segunda metade do século XIX, originária de Camarões, a peça é composta de madeira, tecido, pérolas de vidro e forrada com búzios. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020, Metrô Uruguaiana.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 4 de maio.
VÂNIA MIGNONE. Primeira individual no Rio da prestigiada artista paulista que acabou de participar da mostra internacional Arco 2008, em Madri. São catorze pinturas em acrílico de diversos tamanhos. Alguns destaques do acervo são o polípticos Aurora e vermelho sem título, com 90 centímetros por 3,60 metros. R$ 5.000,00 a R$ 36.000,00. Amarelonegro Arte Contemporânea. Rua Visconde de Pirajá, 111, loja 6, Ipanema,
2247-3086. Segunda a sexta, 11h às 20h; sábado, 10h às 14h. Grátis. Até dia 30.
FOTOGRAFIA
FAMÍLIA FERREZ: NOVAS REVELAÇÕES. Mostra com 396 registros inéditos feitos pelas três gerações dos Ferrez entre 1912 e 1958: Marc (1843-1923), seus filhos Luciano (1884-1955) e Júlio (1881-1946) e o neto Gilberto (1908-2000). Distribuídas por quatro salas do 2º andar do CCBB, encontram-se 170 ampliações nas paredes e outras 226 fotos organizadas em dez álbuns que podem ser manuseados. Além de imagens antigas do Rio, há retratos de viagens por França, Suíça e Senegal e os estados da Bahia, Minas, Goiás, Pernambuco e Acre. Mas a estrela da mostra é mesmo a sala com trinta fotografias que documentam o desmonte do Morro do Castelo. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até dia 27.
PAISAGEM SUBMERSA. Mostra com doze trabalhos dos artistas mineiros João Castilho, Pedro David e Pedro Motta, apresenta uma visão mais abstrata do que documental sobre o alagamento de sete municípios do Vale do Rio Jequitinhonha, no nordeste de Minas Gerais, para a formação do lago da hidrelétrica de Irapé. Entre 2001 e 2007, o trio de fotógrafos registrou a demolição de casas e a mudança de 1?100 famílias para regiões mais elevadas, além de interiores das novas habitações e de fornos de carvoa-rias. Destaque para o políptico com nove imagens em tons azulados de Pedro Motta. R$ 6.000,00 a R$ 18.000,00. Silvia Cintra Galeria de Arte e Box 4. Rua Teixeira de Melo, 53, loja D, Ipanema,
2521-0426.
Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado, 12h às 16h. Até 10 de maio. www.silviacintra.com.br e www.galeriabox4.com.