Exposições
Carlos Henrique Braz
1808: era no tempo do rei
Duas mostras celebram a chegada
da família real portuguesa
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Galeria de imagens
Na semana em que se completam 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Brasil, duas mostras prometem lançar luz sobre o episódio e, de quebra, entreter o visitante. No Museu Histórico Nacional, a exposição Um Novo Mundo, Um Novo Império: a Corte Portuguesa no Brasil vai exibir objetos, pinturas, gravuras e documentos. Um dos destaques, pelo valor histórico, é a carta de elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves. Outro, mais pitoresco, é a cadeira acústica usada por um dom João VI com evidente deficiência auditiva. Construída em 1819, na Inglaterra, a engenhoca tem duas aberturas nos braços, pelas quais os súditos, ajoelhados, falavam. Acomodado, o príncipe regente ouvia os apelos através de um pioneiro fone.
Fotos Divulgação
Cadeira acústica usada por dom João VI: os súditos falavam através de aberturas nos braços Entre as pinturas selecionadas figuram um quadro monumental de Portinari, Chegada de D. João VI a Salvador (1952), e Chegada da Família Real de Portugal, óleo sobre tela que reconstitui a entrada da frota na Baía de Guanabara. Criada em 1999 pelo pintor da Marinha inglesa Geoff Hunt, a obra seguiu fielmente informações do diário de bordo dos viajantes da época – cujos fragmentos ainda preservados também serão expostos.
Uma réplica do quadro de Geoff Hunt estará em Rio de Janeiro, Capital de Portugal, no Arte Sesc, mais voltada para costumes e aspectos geográficos e arquitetônicos da cidade no começo do século XVIII. Entre gravuras de Debret e desenhos do arquiteto e pesquisador Nireu Cavalcante, o acervo escolhido oferece um toque de bom humor. Traz, por exemplo, uma série de retratos de dom João e Carlota Joaquina que, retocados a pedido dos clientes, resultam em uma galeria de personagens belos e garbosos.
A entrada da frota na Baía de Guanabara: reconstituição de 1999 Um Novo Mundo, um Novo Império: a Corte Portuguesa no Brasil. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 10h às 18h. R$ 6,00. Menores de 5 anos e maiores de 65 anos não pagam. Grátis aos domingos. Até 8 de junho. A partir de sábado (8).
Rio de Janeiro, Capital de Portugal. Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo,
3138-1343, Metrô Flamengo.
Terça a sábado, 12h às 20h; domingo, 11h às 17h. Grátis. Até 5 de maio. A partir de terça (4).
ESTRÉIAS
ADRIANA MACIEL. Nessa oitava individual, a artista plástica apresenta a instalação Trajetória, selecionada no Prêmio Projéteis Funarte de Arte Contemporânea. Composta de 100 pinturas idênticas sobre madeira, trabalhada em ambos os lados e disposta em sentido linear, a obra com 11 metros de comprimento dialoga com elementos da arquitetura. Palácio Gustavo Capanema – Galerias da Funarte. Rua da Imprensa, 16, Centro,
2279-8085 e 2275-4362, Metrô Cinelândia.
Segunda a sexta, 10h às 18h. Grátis. Até 18 de abril. A partir de quarta (5).
DOM JOÃO: PRÍNCIPE PORTUGUÊS, REI CARIOCA. Mais uma mostra que celebra o bicentenário da chegada da família real portuguesa tem imagens do começo do século XIX cedidas por instituições como a Biblioteca Nacional e o Museu Histórico Nacional. São catorze painéis com reproduções fotográficas que mostram a evolução do Brasil ao longo dos últimos 200 anos. Dez desses painéis repetem parte da exposição Rio e Lisboa: Construções de um Império, inaugurada pelo prefeito Cesar Maia, em novembro último, na capital portuguesa. O acervo será exposto na área próxima à entrada K, no nível Lagoa. BarraShopping, Avenida das Américas, 4666, Barra,
4003-4121.
Segunda a sábado, 10h às 22h; sábado e domingo, 15h às 21h. Até dia 23. A partir de quinta (6). www.barrashopping.com.br.
GENEALOGIA E HERÁLDICA – FONTES DOCUMENTAIS DA TORRE DO TOMBO PARA A HISTÓRIA DO BRASIL. Montada primeiramente em Portugal, em outubro de 2004, essa mostra é composta de 54 documentos originais que revelam um pouco da história do Brasil através de registros heráldicos (brasões) e genealógicos de personalidades célebres e famílias antigas e tradicionais que se destacaram na construção do Brasil, como Sousa, Pereira, Melo, Silva e Albuquerque, entre outras. Uma das peças históricas é o Tratado de Paz e Amizade, assinado em 1825, que reconheceu a independência do Brasil. Arquivo Nacional. Praça da República, 173, Centro,
2179-1291, Metrô Central.
Segunda a sexta, 8h às 18h. Grátis. Até 30 de maio. A partir de sexta (7).
GISELA MILMAN. Inspirada no livro A Alma Imoral, de Nilton Bonder, e na peça homônima adaptada e interpretada por Clarice Niskier, a artista desenvolveu onze trabalhos inéditos, entre pinturas, objetos e instalações. Assim como na publicação e no espetáculo teatral, em que são reformulados os significados de corpo e alma, tradição e traição, Gisela traduz plasticamente esses contrapontos rasgando o suporte (a tela) e deixando à mostra o chassi (a base de madeira que sustenta a obra) para mostrar as estruturas formais e as características dos materiais. Centro Cultural Solar de Botafogo. Rua General Polidoro, 180, Botafogo,
2543-5411.
Terça a sexta, 15h às 20h; sábado, 16h às 21h. Grátis. Até 6 de maio. A partir de quinta (6). www.solardebotafogo.com.br.
OS TRÓPICOS VISÕES A PARTIR DO CENTRO DO GLOBO. Leia em Veja Rio Recomenda. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 4 de maio. A partir de terça (4).
VERDADEIRA GRANDEZA. Coletiva com trabalhos fotográficos de 56 artistas que produziram seus auto-retratos em dimensão real, num conceito chamado de VG (verdadeira grandeza). Idealizada pelos fotógrafos Angela Rolim, Lúcia Vilaseca, Marco Antonio Portela e Mônica Mansur, a mostra reúne imagens verticais de 50 centímetros por 60 centímetros, criadas por Ana Paula Albé, Bob B, Cris Veneu, Felipe Varanda, Glória Ferreira, Luiz Garrido, Patrícia Gouvêa, Renan Cepeda, Suzana Queiroga, Thiago Barros e Vasco Acioli, entre outros. Galeria do Ateliê da Imagem. Avenida Pasteur, 453, Urca,
2541-3314. Segunda a sexta, 10h às 21h30; sábado, 10h às 17h30. Grátis. Até 3 de maio. A partir de sábado (8). www.ateliedaimagem.com.br.
EM CARTAZ
CESARE BERLINGERI. São mais de 100 obras, pinturas e esculturas produzidas entre 1967 e 2007 por esse artista italiano que vive e trabalha na Calábria. Cores básicas, o azul e o vermelho predominam nos objetos de parede construídos em técnica mista, com telas pintadas a óleo e recheadas, num formato parecido com o de almofadas. Há também quadros de grandes formatos, em que é possível notar as camadas de tecidos superpostos. O destaque é a instalação que ocupa uma parede lateral do salão, com 21 telas dobradas, todas brancas e desenhadas em preto. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriado, 12h às 19h. R$ 5,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 2,00. Grátis para amigos do MAM e crianças de até 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 5,00 por grupo. Até dia 23. www.mamrio.com.br.
CHELPA FERRO. Luiz Zerbini, Barrão e Sergio Mekler formaram em 1995 o grupo Chelpa Ferro, que realiza trabalhos com elementos de escultura, instalação tecnológica e música eletrônica. Esse trio apresenta a instalação Jungle Jam, constituída de dezenas de maquininhas idênticas, dispostas em linha horizontal sobre as paredes da sala de exposições e separadas por intervalos regulares e vazios. Essas peças motorizadas sustentam sacolas plásticas, que, quando acionadas, fazem girar os sacos, que batem sobre as paredes e produzem barulhos sincopados. Caixa Cultural (Galeria 2). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até domingo (9). www.caixacultural.com.br.
DARWIN: DESCUBRA O HOMEM E A TEORIA REVOLUCIONÁRIA QUE MUDOU O MUNDO. Um rápido percurso por vida e obra do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882) pode ser feito nessa mostra. São 400 itens, entre objetos, documentos, filmes e espécies vivas, como sapos, iguanas e orquídeas. Na mostra, que tem curadoria de Niles Eldridge, diretor do Museu de História Natural de Nova York, também há reconstituições de cenários como a sala de estudos na famosa Down House, a casa de campo na cidade de Downe, a 25 quilômetros de Londres, onde Darwin escreveu a teoria da evolução e o livro A Origem das Espécies, em 1859. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 9h às 18h; sábado, domingo e feriado, 10h às 18h. R$ 10,00 (por aluno, em visita monitorada a grupos de até 24 pessoas) e R$ 15,00. Crianças menores de 7 anos, adultos maiores de 60 anos e grupos agendados de escolas públicas não pagam. Até 13 de abril. www.darwinbrasil.com.br.
FILE RIO – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA. Terceira edição carioca do maior festival nacional de arte e tecnologia, realizado há oito anos em São Paulo. Artistas do Brasil, Argentina, Bélgica, China, Estados Unidos e Venezuela apresentam trabalhos em vídeo, animação computadorizada, filmes interativos, fotografias em 360 graus, robótica e outras manifestações de novas mídias eletrônico-digitais, como net art e web art. A dupla de brasileiros Cicero Silva e Marcos Khoriati apresenta uma instalação em GPS art com intervenções em imagens de satélite das cidades de Porto Alegre e do Rio captadas no site Google Maps. Também estarão expostos os grafites eletrônicos do chinês Jiacong Yan, além de trabalhos do americano Jed Berk, do belga Yacine Sebti, do venezuelano Ernesto Klar e do argentino Leonardo Solaas, entre outros. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo,
3131-3060, Metrô Largo do Machado.
Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até dia 30.
MARCELLO GRASSMANN. Retrospectiva com mais de 100 trabalhos produzidos pelo gravador, desenhista e ilustrador paulista com 82 anos de idade, ao longo de sua carreira de mais de seis décadas. Grassmann participou da Bienal de Veneza, em 1950, e da I Bienal de São Paulo, em 1951, entre 427 individuais e coletivas, sendo 116 no exterior. Seus trabalhos construídos com nanquim, sépia, extrato de nogueira ou crayon costumam conjugar figuras humanas com animais. Nas produções mais recentes, imagens femininas aparecem ao lado de bichos exóticos saídos da imaginação do artista. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 4 de maio. www.ims.com.br.
OSCAR NIEMEYER ARQUITETO BRASILEIRO CIDADÃO. Coletiva com trabalhos do próprio Niemeyer e de artistas plásticos que produziram esculturas, painéis e murais para várias construções assinadas por ele, como Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Portinari, Athos Bulcão, Franz Weissmann, Tomie Ohtake e José Pedrosa. Com curadoria de Marcus Lontra e realização do Instituto Tomie Ohtake, a exposição conta com o acréscimo de criações de artistas pertencentes à Coleção João Sattamini, entre eles, Aluísio Carvão, Beatriz Milhazes, Ione Saldanha, Ivan Serpa, Joaquim Tenreiro, Lygia Clark, Paulo Roberto Leal e Sérgio Camargo. Museu de Arte Contemporânea. Mirante da Boa Viagem, s/nº, Niterói,
2620-2400.
Terça a domingo, 10h às 18h. R$ 4,00. A bilheteria fecha 15 minutos antes. Crianças de até 7 anos e estudantes até o ensino médio não pagam. Grátis às quartas. Até domingo (9).
PORTINARI NA COLEÇÃO CASTRO MAYA. Preciosidades como O Menino com o Pião, O Sonho, A Barca, O Sapateiro de Brodósqui, Lavadeiras e Morro nº 11 estão entre os 58 desenhos, pinturas e gravuras do pintor Candido Portinari (1903-1962) reunidos nessa mostra. Os trabalhos foram selecionados das 168 peças da coleção que Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968) amealhou entre as décadas de 40 e 60. Merece atenção especial a série de 21 ilustrações feitas a lápis de cor por encomenda do editor José Olympio, entre 1955 e 1956, época em que o artista já enfrentava os problemas de intoxicação causada pelas tintas que acabariam por matá-lo. Entre os desenhos está o colorido Dom Quixote e Sancho Pança Saindo para Suas Aventuras. Caixa Cultural (Galeria 3). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até domingo (9). www.caixacultural.com.br.
RUGENDAS, UM OLHAR INAUGURAL. Pintor e desenhista alemão, Johann Moritz Rugendas (1802-1858) esteve no Brasil em 1821, contratado pela expedição científica do barão de Langsdorff para registrar paisagens, costumes, habitantes das cidades e índios. Parte desse material foi reunido no livro Voyage Pittoresque dans le Brésil (Viagem Pitoresca Através do Brasil), editado pela primeira vez em 1835, em Paris. Nessa mostra estão cinqüenta litografias extraídas da publicação, como Índios em Acampamento, Casal de Negros em uma Plantação e Capitão-do-Mato. Através de projeções dessas mesmas obras, em grande escala, é possível perceber a riqueza dos detalhes dos registros. Centro Cultural da Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro,
3212-2550, Metrô Cinelândia. Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até dia 28.
SHORTCUTS E IMPRESSÕES: GRÁFICA DINAMARQUESA CONTEMPORÂNEA. Trabalhos de nomes das artes visuais e do design escandinavos compõem essas duas mostras promovidas pelo Instituto Cultural Dinamarca-Brasil, que em breve deve ganhar uma sede carioca. Boa pedida para aficionados de design, Shortcuts é uma individual com móveis, objetos e luminárias criados por Erik Magnussen, 67 anos, ganhador de importantes prêmios no Japão, na Inglaterra, na Alemanha e em seu próprio país. Já os interessados em gravuras têm de procurar nas paredes laterais (no caminho para os banheiros) as 116 peças da coletiva Impressões: Gráfica Contemporânea Dinamarquesa, que reúne obras de artistas como Karen Degett e Odd Larsson. Palácio Gustavo Capanema – Galerias da Funarte. Rua da Imprensa, 16, Centro,
2279-8085 e 2275-4362, Metrô Cinelândia.
Segunda a sexta, 10h às 18h. Grátis. Até sexta (7).
RAFAEL ALONSO. Individual do artista plástico carioca com pinturas e objetos influenciados pelo neoconcretismo brasileiro e pela minimal art americana. Na mostra, Linhas é um painel de 1,5 metro por 2,1 metros composto de 35 tabuleiros de madeira recobertos por elásticos usados em bancos para atar maços de dinheiro. Na série de pinturas-objetos intitulada Tampas são reproduzidos os grafismos das fitas adesivas usadas por camelôs para reforçar caixas de isopor. R$ 1.500,00 a R$ 8.000,00. Amarelonegro Arte Contemporânea. Rua Visconde de Pirajá, 111, loja 6, Ipanema,
2247-3086. Segunda a sexta, 11h às 20h; sábado, 10h às 14h. Grátis. Até dia 20.
TAL R WORKING HARD DURING THE NAKED AT NIGHT. Retrospectiva dos últimos dez anos de carreira do artista israelense radicado na Dinamarca. São cinco esculturas em metal, 32 desenhos e doze pinturas em grandes formatos, como Nós Te Duplicamos, Guirlanda, Ladeira Abaixo e O Banco. Integrante da geração dos anos 90 da Academia Real de Arte de Copenhague, TAL R já expôs no Brasil, em 2001, quando participou da III Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até domingo (9).
FOTOGRAFIA
Veja também
Galeria de imagens
FAMÍLIA FERREZ: NOVAS REVELAÇÕES. Ampla mostra que ocupa quatro salas do 2º andar do CCBB, com 396 registros inéditos feitos por três gerações dos Ferrez entre 1912 e 1958: Marc (1843-1923), seus filhos Luciano (1884-1955) e Júlio (1881-1946) e o neto Gilberto (1908- 2000). Antigas paisagens cariocas estão entre as 170 ampliações nas paredes, e as 226 imagens restantes foram distribuídas em dez álbuns que podem ser manuseados. Há retratos feitos na França, na Suíça e no Senegal e nos estados da Bahia, de Minas, de Goiás, de Pernambuco e do Acre, mas a estrela da mostra é a sala com trinta fotografias que documentam o desmonte do Morro do Castelo. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 27 de abril.
FELIX RICHTER. Fotógrafo autodidata, o artista é autor de livros com imagens de cidades como Natal, Rio, São Paulo e Fortaleza. Desta vez, Richter apresenta doze fotografias da Amazônia e do interior de Mato Grosso na mostra Texturas do Pantanal. O material foi coletado ao longo de oito anos após dezoito viagens às florestas amazônicas e pantaneiras. R$ 1.800,00 a R$ 2.400,00. Galeria Tempo. Avenida Atlântica, 1782, loja E, Copacabana.
2255-4586. Segunda a sexta, 12h às 19h. Grátis. Até sábado (8).
A FOTOGRAFIA NA ARTE CONTEMPORÂNEA. Artistas representados pela galeria Fortes Vilaça, de São Paulo, Vik Muniz, Adriana Varejão, Ernesto Neto, Janaina Tschäpe, Luiz Zerbini, Nuno Ramos, Valeska Soares e Sara Ramo integram essa coletiva. Muniz utiliza o recurso para registrar desenhos feitos a partir de materiais inusitados, como chocolate, sucata, pigmento ou gel de cabelo. Janaina desenvolve uma narrativa que remete aos sonhos, com personagens usando trajes quase escultóricos em um cenário com uma flora imaginária. Adriana, Ernesto, Zerbini, Nuno, Sara e Valeska buscam resultados conceituais com a fotografia. US$ 5 000,00 a US$ 38 000,00. Casa do Saber. Avenida Epitácio Pessoa, 1164, Lagoa,
2227-2237. Segunda a quinta, 11h às 21h; sexta, 11h às 20h. Grátis. Até 22 de abril.
JOÃO CASTILHO. Individual do fotógrafo mineiro com sessenta imagens colhidas ao longo de dois anos de viagens pela África Ocidental e pelos sertões da Bahia e de Minas. Intitulada Séries, a mostra com curadoria de Pedro Agilson consiste na projeção das fotografias, dividida em seis partes. As quatro primeiras reúnem registros feitos no Mali, retratando histórias do cotidiano do povo da região, e as duas restantes são concentradas nas paisagens baianas e mineiras. João Castilho, 30 anos, já publicou fotografias em revistas como National Geographic e Conde Nast Traveller Magazine e no jornal francês Le Figaro. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo,
3131-3060, Metrô Largo do Machado.
Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até 6 de abril.