Exposições
Carlos Henrique Braz
Estranho, muito estranho
Divulgação
Marchand e curador da Galeria Durex, Marcos Dana propôs a quarenta artistas que escolhessem, entre seus próprios trabalhos, os que mais lhes causam estranheza. "O critério de seleção tinha de partir do autor da obra, e não ser influenciado pela opinião do público ou da crítica", esclarece. Do desafio resultou Estranha: a Arte e o Outro. Em cartaz a partir de terça (29), a mostra vai reunir desde novos talentos, como Adriano Melhem e Eduardo Berliner, até os consagrados Anna Bella Geiger e Walter Firmo. A artista, que atendeu prontamente ao convite, exibirá dois trabalhos da série Indiferenciadas (foto), produzidos em 2001 com gavetas de antigos fichários. "Em um deles, faço com folha de cobre os contornos de um litoral. No outro, reproduzo em papel fino um desenho de Leonardo da Vinci", conta. Anna Bella Geiger corre o risco de parecer "normal" diante de obras como Arcada (2006), pequenas dentaduras de isopor, porcelana e resina de prótese dentária criadas por Berliner, ou Crocodilo Embolsa (2005), de Clarisse Tarran, visão um tanto literal das bolsas de crocodilo.
ESTRANHA: A ARTE E O OUTRO. Durex Arte Contemporânea. Praça Tiradentes, 85, sobrado, Centro,
2508-6098. Terça a sábado, 12h às 18h. Grátis. Até 1º de março. A partir de terça (29). www.durexart.com.
ESTRÉIAABRE-ALAS 4. Quarta edição da coletiva que serve de vitrine para jovens talentos, realizada pelo trio de artistas (e cabeças da galeria A Gentil Carioca) Ernesto Neto, Laura Lima e Márcio Botner. Neste ano, a mostra será realizada na galeria Largo das Artes, de Martha Pagy e Miguel Sayad. Foram selecionados, entre os 200 portfólios enviados aos curadores, trabalhos de vinte artistas como o vídeo do performista e acrobata carioca João Penoni e as fotografias da série Tiny Experiences, da gaúcha Carolina Cor. R$ 500,00 a R$ 8.000,00. Largo das Artes. Rua Luís de Camões, 2, Largo de São Francisco, Centro,
2224-2985. Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, 12h às 17h. Grátis. Até 29 de março. A partir de terça (29). Fecha no sábado (2).
COLETIVA 2008. Mostra com obras dos vinte artistas representados pela galeria A Gentil Carioca. O acervo reúne trabalhos de Alexandre Vogler, Botner & Pedro, Carlos Contente, Dane Mitchell, Guga Ferraz, João Modé, Laura Lima, Maria Nepomuceno, Paulo Nenflídio, Renata Lucas, Simone Michelin e Thiago Rocha Pitta, entre outros. R$ 3.000,00 a R$ 10.000,00. A Gentil Carioca. Rua Gonçalves Lêdo, 17, sobrado, Centro,
2222-1651, Metrô Presidente Vargas. Terça a sexta, 12h às 19h; sábado, 12h às 17h. Até 1º de março. A partir de terça (29). Fecha no sábado (2). www.agentilcarioca.com.br.
PORTINARI NA COLEÇÃO CASTRO MAYA. Leia em Veja Rio Recomenda. Caixa Cultural (Galeria 3). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até 9 de março. A partir de terça (29). Fecha no sábado (2) e no domingo (3). www.caixacultural.com.br.
CESARE BERLINGERI. Italiano que vive e trabalha na Calábria, Berlingeri apresenta mais de 100 obras, pinturas e esculturas produzidas entre 1967 e 2007. Um dos destaques do acervo promete ser a inédita instalação com 21 telas dobradas, todas brancas e desenhadas em preto, que fluem da parede para outros planos inclinados. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 19h. R$ 5,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 2,00. Grátis para amigos do MAM e crianças de até 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: paga-se apenas R$ 5,00 por grupo. Até 2 de março. A partir de sexta (1º). Fecha no sábado (2) e no domingo (3). www.mamrio.com.br.
TAL R WORKING HARD DURING THE NAKED AT NIGHT. Retrospectiva dos últimos dez anos de carreira do artista israelense radicado na Dinamarca. São doze pinturas em grandes formatos e treze esculturas em metal. Integrante da geração dos anos 1990 da Academia Real de Arte de Copenhague, TAL R já expôs no Brasil, em 2001, quando participou da III Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 6 de março. A partir de quinta (31). Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
TRANSVERSO. Coletiva com instalações, pinturas, gravuras, esculturas e fotografias de onze artistas contemporâneos de diferentes estilos. Independentes, os integrantes desse grupo alugaram um sobrado na Praça Tiradentes, vizinho de outras galerias de arte, para realizar a mostra-relâmpago. Estarão ali trabalhos de Alexandre Murucci, Anita Bastos, Cleone Augusto, Chico Fernandes, Gabriela Noujaim, Gisela Milman, Ivani Pedrosa, João Penoni, Luciana Guimarães, Renata Gobert e Sonia Távora. R$ 350,00 e R$ 4.200,00. Espaço Transverso. Praça Tiradentes, 83 (sobrado), Centro,
2494-4847 e 9601-5339 (informações). Segunda a sexta, 12h às 21h. Grátis. Até sexta (1º). A partir de segunda (28).
EM CARTAZ
AUTO-RETRATO DO BRASIL. Idéia do arquiteto Marcio Rebello, nasceu como uma pesquisa sobre a "cara" do país. Trata-se da reunião de auto-retratos criados por 100 artistas no painel de 2 metros de altura por 10 metros de extensão em exposição no Paço. Da intenção original resulta um mosaico formado por trabalhos de pintores, gravadores e escultores de primeiro time. Num passeio do figurativo ao abstrato, esculturas de Tunga, Iole de Freitas e Ivens Machado dividem espaço com pinturas de Glauco Rodrigues, Leda Catunda e Aldemir Martins, entre muitos outros. Em um canto da sala fica a identificação dos autores, mas vale seguir a sugestão do curador Marcio Doctors: procurar reconhecer os nomes pelo estilo de cada obra. Paço Imperial. Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
CARLOS ARAÚJO. Individual do artista, traz 27 telas abstratas em grandes formatos, inspiradas em passagens bíblicas. As peças que compõem a mostra Bíblia – Citações fazem parte de uma série de 900 obras pintadas ao longo de quinze anos. Elaborada por Bia Lessa, a cenografia explora a arquitetura em estilo neoclássico da construção do começo do século XIX, distribuindo as imensas pinturas entre as colunas da casa. Casa França-Brasil. Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro,
2253-5366.
Terça a domingo, 10h às 20h. A bilheteria fecha meia hora antes. Grátis. Até quinta (31).
CHELPA FERRO. Luiz Zerbini, Barrão e Sergio Mekler formaram em 1995 o grupo Chelpa Ferro. O trio de artistas plásticos realiza um trabalho que mescla elementos de escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica. Eles apresentam a instalação Jungle Jam, constituída de dezenas de peças idênticas, dispostas em linha horizontal sobre as paredes da sala de exposição e separadas por intervalos regulares e vazios. Acionadas por motores, produzem uma batucada diferente. Caixa Cultural (Galeria 2). Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a domingo, 10h às 22h. Grátis. Até 9 de março. Fecha no sábado (2) e no domingo (3). www.caixacultural.com.br.
DARWIN: DESCUBRA O HOMEM E A TEORIA REVOLUCIONÁRIA QUE MUDOU O MUNDO. Vida e obra do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882) são representadas por 400 itens, objetos, documentos, filmes e espécies vivas, como sapos, iguanas e orquídeas. Na mostra, que tem curadoria de Niles Eldridge, diretor do Museu de História Natural de Nova York, também há reconstituições de cenários como a sala de estudos onde Darwin escreveu a Teoria da Evolução e o seu livro A Origem das Espécies, em 1859. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 9h às 18h; sábado, domingo e feriado, 10h às 18h. R$ 10,00 (por aluno, em visita monitorada a grupos de até 24 pessoas) e R$ 15,00. Crianças menores de 7 anos, adultos maiores de 60 anos e grupos agendados de escolas públicas não pagam. Até 13 de abril. Fecha sábado (2) e domingo (3). www.darwinbrasil.com.br.
GERALDO MARCOLINI. Segunda individual do artista graduado pela School of Visual Arts, em Nova York. Marcolini apresenta cinco telas em preto-e-branco, de grandes formatos, produzidas nos dois últimos anos. A técnica, desenvolvida por ele, utiliza impressões de tinta acrílica em plástico bolha. Pequena Galeria do Centro Cultural Candido Mendes. Rua da Assembléia, 10, subsolo, Praça Quinze,
2531-2000, ramal 236 ou 243. Segunda a sexta, 12h às 19h. Até 26 de fevereiro.
A IMAGEM DO SOM DO SAMBA. Projeto que já reverenciou grandes nomes da MPB, homenageia os sambistas nesta oitava edição. Com o mesmo formato dos anos anteriores, a mostra fornece aos visitantes fones de ouvido diante das obras para conferir os sambas retratados, como O Amanhã, traduzido para a linguagem de cartuns por Adão Iturrusgarai. Também merecem destaque a instalação Mora na Filosofia, de Irene Peixoto; a fotografia Ai que Saudades da Amélia, de Isabela Lira; a escultura Opinião, de Alexandre Dacosta; e a tela em técnica mista Coisinha do Pai, de Edmilson Nunes. Paço Imperial, Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
IVENS MACHADO. Um dos artistas mais representativos do cenário contemporâneo, esse catarinense radicado no Rio expõe em dois locais. No Paço Imperial, a mostra Acumulações reúne esculturas inéditas e de grandes formatos, em madeira, pedra, tijolo e concreto. Na galeria Marcia Barroso do Amaral, Machado apresenta na exposição Quase Escultura objetos de parede construídos com materiais típicos de engenharia, obras inéditas em papel com aplicações de elementos gráficos vazados. R$ 8.000,00 a R$ 25.000,00. Marcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte. Avenida Atlântica, 4240, sobreloja 129, Copacabana,
2267-3747. Segunda a sexta, 10h às 19h. Sábado, 13h às 17h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2). www.marciabarrozodoamaral.com.br. Paço Imperial, Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
LUSA A MATRIZ PORTUGUESA. Prorrogada a temporada da mostra com 147 peças que proporcionam ao visitante uma viagem a Portugal desde a pré-história até 1500. O acervo reúne achados arqueológicos de povos antigos e relíquias que registram a dominação romana, as presenças cristã, judaica e árabe e o período de formação das suas fronteiras, culminando com a era dos descobrimentos. Um dos destaques da exposição é uma estátua de granito de um guerreiro celta com quase 2 metros de altura, provavelmente do século I a.C. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 10 de fevereiro.
MARILIA KRANZ 1968 – 1974 RELEVOS E ESCULTURAS. São dezoito trabalhos dos primeiros anos da produção da artista selecionados pelo curador Fernando Cocchiarale, entre gravuras, esculturas, desenhos e relevos, construídos com materiais sintéticos, uma novidade para a época, como epóxi, poliéster e fibra de vidro. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriado, 12h às 19h. R$ 5,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 2,00. Grátis para amigos do MAM e crianças de até 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 5,00 por grupo. Até 2 de março. Fecha no sábado (2) e no domingo (3) www.mamrio.com.br.
OSCAR NIEMEYER ARQUITETO BRASILEIRO CIDADÃO. Obras de arte, fotografias e esboços de projetos compõem essa mostra coletiva com trabalhos do próprio Niemeyer e de artistas plásticos que produziram esculturas, painéis e murais para várias construções por ele assinadas, como Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Portinari, Athos Bulcão, Franz Weissmann, Tomie Ohtake e José Pedrosa. Com curadoria de Marcus Lontra e realização do Instituto Tomie Ohtake, a exposição conta com o acréscimo de criações de artistas pertencentes à Coleção João Sattamini, entre outros, Aluísio Carvão, Beatriz Milhazes, Ione Saldanha, Ivan Serpa e Joaquim Tenreiro. Museu de Arte Contemporânea. Mirante da Boa Viagem, s/nº, Niterói,
2620-2400.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado e domingo, 10h às 19h. R$ 4,00. A bilheteria fecha quinze minutos antes. Crianças de até 7 anos e estudantes até o ensino médio não pagam. Grátis às quartas. Até 9 de março. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
OSCAR NIEMEYER – AS CURVAS DO TEMPO. Painéis fotográficos de obras construídas, reproduções de documentos, fotografias, croquis, desenhos e maquetes mostram diferentes facetas da produção de Niemeyer. O acervo dividido em quatro módulos é constituído de peças pertencentes à Fundação Oscar Niemeyer e à coleção pessoal do arquiteto. Entre os trabalhos pouco conhecidos do grande público estão cinco desenhos sobre papel de figuras femininas, todos criados em 2006. Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo,
3138-1343, Metrô Flamengo.
Terça a sábado, 12h às 20h; domingo, 11h às 17h. Grátis. Até 10 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
RELÍQUIAS E RUÍNAS. Fotografias e vídeos de doze artistas brasileiros e estrangeiros compõem essa coletiva que pretende revelar diferentes pontos de vista sobre o patrimônio cultural da humanidade. São apresentadas 32 obras inéditas, a maioria delas encomendada especialmente pelo curador Alfons Hug, o que levou fotógrafos e videomakers a realizar viagens de pesquisa pela Amazônia, pela Colômbia, pelo Chile e pelo Camboja, entre outros lugares. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo,
3131-3060, Metrô Largo do Machado.
Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até 17 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
RUBEM VALENTIM. São 122 pinturas e serigrafias reunidas na mostra Projeto Concreto, montada para reverenciar o baiano Rubem Valentim (1922-1991), considerado um dos mestres do construtivismo brasileiro. O curador Armando Mattos selecionou 96 trabalhos de Valentim, mais 26 peças de outros grandes nomes ligados às preocupações do artista homenageado, como Alexander Calder, Volpi, Pierre Verger, Mario Cravo Junior, Paulo Roberto Leal, Helio Oiticica e Nelson Leirner. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 10 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
VOLPI NA COLEÇÃO DIÓGENES PAIXÃO. São cinqüenta obras de pequenos e médios formatos, em têmpera sobre tela, produzidas por Alfredo Volpi (1896-1988) entre as décadas de 70 e 80. Esse acervo foi selecionado por Fernando Cocchiarale entre as peças da coleção de Diógenes Paixão, empresário mineiro radicado no Rio. Paço Imperial, Praça Quinze, 48, Centro,
2533-4407.
Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
FOTOGRAFIA
ANNA KAHN. A artista carioca apresenta, na mostra Encontros na Madrugada, fotografias da série Retratos da Ausência. São registros de locais onde ocorreram mortes provocadas por balas perdidas. As imagens foram capturadas durante a madrugada e com as locações totalmente desertas. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 17 de fevereiro. www.ims.com.br.
FERNANDO RABELO. Na mostra Imagens de um Flâneur Brasileiro em Paris, Rabelo apresenta quarenta imagens da capital francesa que fogem do lugar comum. Os registros foram feitos entre setembro de 2005 e junho de 2006, período em que ele residiu na França. Fotógrafo profissional com mais de vinte anos de atuação na imprensa, ele passou a adolescência em Paris, durante o exílio do pai, o escritor José Maria Rabelo. Centro Cultural da Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro,
3212-2550, Metrô Cinelândia. Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 24 de fevereiro. Fecha no sábado (2) e no domingo (3).
PATRICK BOGNER. Paisagens brasileiras, especialmente as do sertão nordestino, são o foco do trabalho desenvolvido desde 1987 por esse fotógrafo francês. Das andanças resultaram a série Interiores – Ícones do Cotidiano e os retratos em preto-e-branco de Romeiros e Anjos, presentes entre as 49 fotografias da mostra. Mas a grande surpresa fica por conta da explosão de cores extraída de ambientes humildes com a ajuda de um processo original de revelação. Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea,
3284-7400.
Terça a domingo, 13h às 20h. Estac. Grátis. Até 17 de fevereiro. www.ims.com.br.