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Home » Revista » Edição nº 1264 » A opinião do leitor
10/06/2009A opinião do leitor
Selton Mello
Eu não imaginava que a admiração por Selton Mello fosse tão unânime ("Projeto Clint Eastwood", 3 de junho). Todo mundo é louco por ele. Conheci melhor seu trabalho na série Os Normais e fiquei imediatamente apaixonada pelo jeito como atua. Que carisma! Que magnetismo! O cara sabe o que quer, e faz muito bem. Ele é demais.
Luciana Pitta Bauermann
Comida de botequim
O prato muçuã de botequim é criação do chef Paulo Martins, de Belém, no Pará, que o concebeu ainda na década de 80 ("Alta gastronomia de boteco", 3 de junho). É muito feio chefs de outros estados colocarem uma castanhinha em cima e dizerem que a criação é sua.
Carmen CalO muçuã de botequim é e sempre foi paraense. Antes comíamos a carne do muçuã de verdade, mas, assim como acontece com a tartaruga, atualmente é proibido caçá-lo. Então inventamos o de botequim para enganar a vontade.
Jacqueline Ulbricht
Volta às aulas
Gostei muito da matéria "Em busca do conhecimento", de 27 de maio. Concordo plenamente que aprender é um programa divertido e muito gratificante. No entanto, como aluna da Estação das Letras, lamento que esse curso de literatura não tenha sido citado.
Terezinha Vilhena
Manoel Carlos
Muito interessante a crônica de Manoel Carlos ("Ora, pílulas", 3 de junho). Na forma de pequenos textos, como proposta para consumo homeopático, "Ora, pílulas" oferece ao leitor uma excelente oportunidade para a cura do mau humor que eventualmente costuma aparecer quando o assunto é doença.
Sinvaldo do Nascimento SouzaEscrevo para elogiar Manoel Carlos por suas belíssimas crônicas em VEJA RIO, especialmente "Ora, pílulas", que estava soberba.
Arnaldo Risemberg
Fernanda Torres
Adorei a crônica "Pecado mortal" (27 de maio). Ri que me acabei! Talvez porque esteja vivendo mais ou menos igual a Fernanda Torres. Verde é lindo nas matas. Esse negócio de comer salada com no mínimo três tipos de folha, cinco frutas diferentes por dia, tudo orgânico e integral, já me desintegrou totalmente da sociedade. Perdeu a graça. Um cotidiano saudável é enlouquecedor.
Maria Lúcia Farme de Amoedo
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