Uma das marcas deixadas pela maciça colonização portuguesa em Recife foi o expressivo número de bons restaurantes lusitanos. O Tasca, porém, se sobressai. Em todas as votações da categoria desde a primeira edição de VEJA RECIFE, em 1999, a casa sagrou-se campeã. Mérito das proprietárias Silvina Gonçalves e Socorro Souto Maior, que, juntas, preservam o serviço atencioso e a cozinha de alto nível. No salão, decorado com um xale, uma guitarra típica e outros objetos trazidos de Portugal, reinam as receitas com bacalhau. A versão em posta alta de Gadus morrhua com cebola, azeitona portuguesa e azeite chega à mesa na companhia de batata ao murro em porção para duas pessoas (R$ 84,90). O pescado também é usado para compor a canoa à tasca, uma batata gratinada com recheio de bacalhau desfiado (R$ 16,90) que faz as vezes de entrada. Das outras sugestões, o arroz de marisco custa R$ 89,90 (para três pessoas) e a lagosta à timoneiro ganha a escolta de linguine ao molho de tomate por R$ 62,90 (individual). Entre as sobremesas há pastel de belém (R$ 5,90) e baba de camelo, uma musse de ovos (R$ 14,90). Na carta de bebidas predominam rótulos da terrinha, caso do vinho verde Casal Garcia branco (R$ 53,50).
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