No dia a dia de Rosanna Bongiovanni, comandar um restaurante também significa preservar o legado do seu avô Enrico, que no início do século passado deixou a região italiana do Piemonte para abrir uma cantina em São Paulo. Com a história da família contada por meio de fotos expostas no salão, a chef se vale da ajuda do marido, o argentino Juan Carlos Perez, para elaborar as massas artesanais do menu. São sugestões o capelloni barbarico, recheado de ricota, nozes e ervas, servido com molhos de tomate e bechamel (R$ 41,00), e o linguine em tinta de lula com frutos do mar (R$ 57,50). Na lista de carnes, o pernil de cabrito ao forno com vinho e alecrim chega guarnecido de batata e brócolis ao alho e óleo. Custa R$ 52,00. Adoça o fim da refeição a zuppa di uva nera, que traz creme de uva ladeado por uma bola de sorvete de creme (R$ 19,00). Eleito pela segunda vez o melhor italiano da cidade, após um hiato de doze anos, o restaurante mantém uma pequena rotisseria no mesmo endereço, onde vende massas, molhos, antepastos e alguns ingredientes importados da Itália.
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