Em 2004, a grife portuguesa Delta escolheu Recife para fazer sua estreia no mercado brasileiro. Mais do que uma loja e seus famosos grãos, ela trouxe do além-mar um conceito até então desconhecido do grande público no país, o de blend - termo usado para as misturas de cafés com origens e características de produção diferentes. Dentro das atuais dez unidades da marca na capital pernambucana, um dos preferidos da clientela é o delta ruby, combinação de café de diversas nacionalidades para produzir um expresso suave e perfumado (R$ 3,00). Na lista dos blends de origem, que misturam sacas de um mesmo país, o do Timor-Leste é o mais encorpado (R$ 3,00), enquanto o do Brasil apresenta acidez e doçura bem equilibradas (R$ 3,00). O cardápio também relaciona os chamados singles de origem, compostos de uma única variedade de grão. Cultivado no Quênia, o AA Superstar tem preço fixado em R$ 8,00. Quinze tipos de cappuccino também são preparados pela casa, a exemplo do tradicional (café, leite e leite vaporizado, R$ 5,25, com 125 mililitros) e do brûlé, que vai à mesa coberto por uma casquinha crocante de açúcar caramelizado (R$ 6,50, com 125 mililitros). Para acompanhar as bebidas, há opções salgadas como o brioche com salaminho italiano (R$ 6,00). No capítulo dos doces, os bolos na xícara são novidade: feitos na hora, eles chegam quentinhos nos sabores brigadeiro, Nutella e chocolate crocante (R$ 8,00 cada um).
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