Vinte e cinco anos atrás, o gaúcho Eduardo Sehn resolveu fazer uma viagem de férias à Tailândia, atraído pelas belezas naturais do país asiático. Na época, ele morava na Alemanha, onde havia provado pela primeira vez os sabores da culinária tailandesa. Dentre as descobertas feitas durante o passeio, a que mais o marcou foi a paradisíaca Ilha Pee Pee, que hoje dá nome ao restaurante nascido desta experiência - uma "escala" de oito anos na catarinense Praia do Rosa antecedeu a montagem da casa na capital gaúcha em 1997. Baseado em reproduções fiéis de receitas tailandesas, o cardápio lista o khao pad goong (R$ 56,00), que traz arroz frito com legumes e camarão, e o panang curry, feito com leite de coco natural, frango, ervilhas e arroz thai jasmin (R$ 59,00). Os mais curiosos ainda podem assistir o preparo desses e de outros pratos reservando as mesas próximas das duas estações de cozinha, uma localizada no salão e outra, no mezanino. Das visitas que faz à Ásia regularmente, Sehn traz peças de decoração e temperos, a exemplo da semente de manjericão doce. O cuidado com os ingredientes - a berinjela tailandesa é produzida aqui - e o capricho com que eles são utilizados tornou o Koh Pee Pee a maior referência da culinária tailandesa no Brasil. Apoiado nesse sucesso, o proprietário já traça planos para abrir uma filial em São Paulo nos próximos meses. Na carta de vinhos, com 160 rótulos, está o tinto australiano Hardys Stamp 2010 (R$ 76,00), elaborado com uvas cabernet sauvignon e shiraz. Sugestão entre os doces, a banana empanada ganha a companhia de calda de açúcar de palmeira e sorvete de creme (R$ 16,00).
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