Uma tradição cultivada pelos colonos italianos no interior do Rio Grande do Sul, o rodízio de galeto al primo canto é a estrela deste endereço, consagrado pela oitava vez o melhor da sua categoria. Na Itália, a refeição era preparada com aves de caça, mas ao chegar no Brasil os imigrantes as substituíram pelo frango bem novinho, abatido com menos de 40 dias de vida. Ele vai para a brasa logo após o primeiro canto - daí o nome do prato. Nas duas unidades, comandadas pela Família Caumo, a ave, pesando de 450 a 500 gramas, ganha tempero de ervas. À mesa, chega crocante por fora e macia em seu interior, escoltada por fartos coadjuvantes, a começar pelo couvert, que inclui salame italiano, berinjela em conserva, queijo colonial e uma porção de polenta chapeada. Depois, o batalhão de garçons serve sopa de capelete, e carnes como paleta de cordeiro, costelinha de porco, entrecôte e linguiça calabresa. Há ainda uma sequência de quinze tipos de massa artesanais, entre elas o tortelloni recheado de nozes com molho de catupiry, e um bufê com 26 tipos de salada. De sobremesa, a sugestão é a trivial torta de sorvete de creme (R$ 12,90). As duas unidades trabalham com produtos e serviços idênticos, mas praticam preços diferentes para o rodízio. Na matriz, em Higienópolis, custa R$ 34,00, de segunda a sexta, e R$ 35,90, aos sábados, domingos e feriados. Mais simples, a filial da Cidade Deus, conhecida como Via Vêneto, cobra R$ 31,00.
Comentários
Os comentários da VEJA Comer & Beber são moderados. Ofensas, spam, publicidade não são permitidos neste espaço. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.