De tão peculiar, a trajetória do proprietário da rede, que tem oito lojas no estado, daria um filme. Não à toa, ele é frequentemente convidado para dar palestras a estudantes universitários. Aos 17 anos, Jorge Leopoldo Moraes (daí o Georges do nome) aprendeu a fazer pastel trabalhando para um casal de imigrantes portugueses. Em pouco tempo, já estava vendendo os quitutes a lanchonetes, bares e na porta de colégios da capital. Durante vinte e oito anos, sustentou a família assim, até decidir abrir o próprio estabelecimento, em 1996, na garagem de casa. O sucesso foi tanto que, cerca de um ano depois, ele conseguiu adquirir o terreno onde construiu uma loja menos informal. "Cada pastel que eu vendia era um tijolo que comprava", afirma com orgulho. Hoje, seus pastéis, os melhores da cidade nesta edição de VEJA PORTO ALEGRE, são comercializados em 24 versões. Fazem especial sucesso o de frango com catupiry (R$ 3,60) e o à portuguesa, que leva presunto, pimentão, tomate, cebola e azeitona preta (R$ 3,00). No capítulo de doces, tem boa saída o de maçã com açúcar e canela (R$ 3,00). Por R$ 8,00 é possível comprar três unidades de uma lista com dezoito recheios. Além dos pastéis, as lojas da marca servem café e sorvete, bem como saladas, massas e sanduíches preparados com ingredientes escolhidos pelo cliente.
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