Vencedor na categoria Revelação no ano passado, o bar mostra que, em apenas dois anos de funcionamento, já ganhou de vez a simpatia dos porto-alegrenses. Seja nas mesas dispostas na varanda, seja no interior do salão, que dobrou de tamanho em 2011, o lugar está sempre cheio de turmas de amigos, reunidas após o trabalho para pôr a conversa em dia. Às quintas-feiras, o movimento é mais intenso; aos sábados, muita gente passa por ali antes de rumar para o vizinho Ocidente (pág. 84), considerado pelo júri de VEJA PORTO ALEGRE o melhor bar para dançar na cidade. No cardápio, o entretenimento ganha apoio em porções como a provoleta animal (R$ 22,00), que traz o queijo, previamente derretido no forno, coberto por camarão temperado com pimenta dedo-de-moça e cebolinha cortada. Sanduíches também ajudam na distração, a exemplo do de carne de panela no pão preto (R$ 18,00). Entre as cervejas, que embalam os bate-papos ao cair da noite, destacam-se a alemã Paulaner (R$ 15,00, 500 mililitros) e a irlandesa Guinness (R$ 15,00 a lata com 475 mililitros). A garrafa de 600 mililitros da Original sai por R$ 8,00. A partir de maio, o bar, que tem como proprietários os irmãos uruguaios Diego e Federico Olivari, os mesmos donos do tradicional Ossip (pág. 69), passará a servir almoço e funcionar também como cafeteria, vendendo doces do premiado chef-pâtissier argentino Diego Andino (pág. 30).
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