"Cerveja faz mal... quando falta!". Entre outras 200 citações do anedotário popular nacional, espalhadas em quadrinhos coloridos nas paredes, a frase ajuda a dar o tom descontraído desse simpático bar. Algumas delas foram sugeridas por clientes; outras, garimpadas pelo proprietário, Eduardo Natalício, criador das receitas que reforçam, ainda mais, o ambiente botequeiro. A casa caiu no gosto dos porto-alegrenses em 2006, quando abriu as portas na região central. Desde então, inaugurou outras duas filiais - a última no ano passado, na Praça Maurício Cardoso, área nobre da cidade. Em todos os endereços, o chope Brahma (R$ 5,50, 350 mililitros) é o campeão na preferência do público. Mas a oferta etílica não para por aí. Pode-se escolher entre 25 rótulos de cachaça, caso da Germana, de Minas Gerais (8,50 a dose), e da Carvalheira, de Pernambuco (R$ 7,80 a dose). Quem pensa em forrar o estômago encontra petiscos clássicos do país, a exemplo da coxinha de frango com catupiry (R$ 6,90 a unidade) e do bolinho de camarão (R$ 6,70 a unidade), além de receitas como a carne de sol do nata, que chega à mesa acompanhada de cubos de queijo de coalho e mandioca cozida na manteiga de garrafa (R$ 17,90). Aos sábados, entre 12h e 16h, rodas de samba e chorinho animam as tardes, regadas a feijoada. O bufê custa R$ 29,90 por pessoa e dá direito uma dose ilimitadas da cachaça da casa. Na filial do Shopping Paseo Zona Sul, o prato é servido aos domingos.
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