Pelo segundo ano consecutivo, a casa inspirada em bares alemães é premiada por sua oferta de cervejas, sobretudo as artesanais. De tanto frequentarem estabelecimentos para apreciar a bebida - e constatarem problemas de conservação e a carência local de rótulos -, os proprietários resolveram criar o próprio espaço dedicado ao popular fermentado. Um dos diferenciais do lugar é o sistema de extração direta de doze tipos de chope: o líquido sai refrigerado do barril e vai direto para uma das torneiras, antes de encher o copo adequado para cada estilo de bebida (há mais de sessenta versões de taça). O Colorado Indica, produzido no interior de São Paulo, é um dos chopes e custa R$ 7,50 (300 mililitros). Entre os importados, destacam-se o belga La Trappe (R$ 16,00, 250 mililitros) e o americano Rogue (R$ 17,00, 300 mililitros). O cliente ainda conta com outros 140 rótulos engarrafados, oriundos de dez países. Nesse grupo estão a escocesa BrewDog Hardcore IPA (R$ 23,00, 330 mililitros) e a belga St. Bernardus Abt 12, de sabor frutado (R$ 26,00, 330 mililitros). Da cozinha saem petiscos e lanches inspirados na culinária alemã, como o german hamburger, disco de 250 gramas de alcatra montado no pão preto com queijo emmental, cebola-roxa, mostarda de Dijon e alface (R$ 22,00). Em 2012, a primeira filial, chamada de Bier Markt Vom Fass, foi inaugurada no bairro Moinhos de Vento com o dobro de tipos de chope, foco maior em rótulos importados e um cardápio com receitas mais elaboradas.
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.