Desmembrado em três salões enfileirados em uma vilinha comercial, remete a antigos bistrôs parisienses. Nos finais de tarde, as mesas espalhadas pelo pátio com piso de tijolinhos são as mais concorridas. Entre goles de cerveja Heineken (R$ 6,00, long neck) ou Therezópolis (R$ 8,00, long neck), clientes costumam saborear ali crepes de carpaccio de salmão (R$ 25,00, a unidade) ou com recheio de creme de espinafre e ricota (R$ 15,00, a unidade). Para uma refeição mais substanciosa, a sugestão é o filé-mignon ao molho de alcaparras, limão, azeite e especiarias (R$ 30,00). Para finalizar, opte pelos profiteroles, recheados de sorvete de creme ou chantilly (R$ 15,00). Criado em 1995 pela francesa Laurence Blondeau e pela brasileira Eloah Bringel, responsáveis também pela elaboração do cardápio, o restaurante foi para as mãos do gerente Alberto Cícero Dias dois anos depois. "Com o aval delas, passei três anos omitindo a troca de comando, temendo perder a freguesia", confessa ele, formado em educação física. "Só comecei a contar a verdade quando tive certeza de que a qualidade da cozinha se manteria a mesma".
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