Um laboratório gastronômico. É assim que o jovem chef Daniel Cavalcanti define seu pequeno restaurante, decorado com bonecas de pano e outros itens do artesanato do estado - a casa presta homenagem ao folclorista potiguar Luís da Camara Cascudo. Formado em São Paulo, em 2007, o chef trabalhou na capital paulista e na Espanha antes de se fixar em Natal e se aventurar à frente da própria cozinha. Como entrada, ele sugere a bruschetta de presunto de Parma com vinagrete, feito com melaço de cana-de-açúcar (R$ 16,00), ou os bolinhos de tapioca com queijo de coalho e geleia de pimenta, apelidados de dadinhos (R$ 14,00). Na hora de escolher o prato principal, peça a costelinha de porco, assada com mel e especiarias e guarnecida de batata frita (R$ 30,00), ou o ninho do mar, um filé de garoupa ou sirigado grelhado com azeite de dendê, servido com legumes e purê de mandioquinha (R$ 31,00). Da carta de vinhos sobressaem-se o chileno Leyda Reserva Carnenère (R$ 68,00) e o argentino El Portillo Sauvignon Blanc (R$ 47,00). Para quem prefere cerveja há Therezópolis Gold ou escura (R$ 7,50, long neck, ou R$ 16,00, 600 mililitros). Recheada com doce de leite e acompanhada de creme com cobertura de chocolate, a massa mil folhas é uma das sobremesas mais pedidas (R$ 10,00).
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.