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01 de Outubro de 2007Restaurantes
* Preços coletados até outubro de 2007
• O melhor da cidade • A melhor carta de vinhos • O chef do ano • A melhor happy hour • O melhor brasileiro • O melhor italiano • A melhor carne • O melhor pescado • Os melhores contemporâneos • A melhor pizza • Agaricus • O melhor variado • Aprecíe • O melhor oriental
Os melhores Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade,
cada jurado fez uma lista com dez restaurantes em
ordem decrescente. O primeiro recebeu 10 pontos,
o segundo 9, e assim até o décimo, com 1 ponto.
O quadro mostra o campeão e, em ordem alfabética,
as outras nove melhores mesas da Baixada Santista
Abade Pescados
Restaurante Especialidade
Camarões Potiguar PescadosAprecíe Contemporâneo Dolce Vita Variados Agaricus Contemporâneo Piazzale Italia Italiano Camarões Restaurante Pescados Buongustaio Italiano Guinza Japonês Tábua de Carne Carnes
Veja também • Conheça os jurados
• Quadro: Como eles votaram
Símbolo da boa mesa
Abade
Refeição campeã: ambiente refinado e receitas de Portugal O ambiente refinado lembra o de um restaurante francês. O salão tem piso de madeira, teto rebaixado, grandes lustres e vista para o bem-cuidado jardim. Música suave e atendimento formal completam o cenário para a melhor refeição da cidade, na opinião do júri de VEJA Natal – prêmio concedido pela segunda vez. A idéia da proprietária, Rosa Maria Macêdo Holanda, era abrir uma casa de cozinha internacional com destaque para os pratos com bacalhau. A principal influência foi de sua irmã, Romilda Macêdo, que mora em Portugal há mais de vinte anos e a ajudou a idealizar as receitas. "Preparar o bacalhau é um aprimoramento constante", afirma Rosa, que faz questão de dessalgar pessoalmente o peixe toda semana. O tipo utilizado é o cod gadus morhua imperial. Ele aparece em entradas como as lascas na manteiga (R$ 37,00, para duas pessoas), o requisitado bolinho (R$ 27,00 a porção com doze unidades) e a bruschetta (aqui, o peixe é desfiado e temperado com azeite extravirgem, alho, azeitonas, tomate, cebola e lascas de parmesão sobre pão português; R$ 22,00 quatro fatias). Uma novidade no menu é o carpaccio de bacalhau com molho de alcaparras, lascas de manga e gengibre. Como prato principal, o campeão de pedidos é o bacalhau com todos (lombo alto assado no azeite com alho acompanhado de batatas laminadas, legumes e verduras; R$ 102,00, para duas pessoas). Além de integrar diversas opções do cardápio, o peixe é fornecido para outros restaurantes da capital e também para os clientes, pré-cozido, congelado e acompanhado de um livro de receitas. O menu ainda lista risotos, cordeiros e frutos do mar, como a lagosta abade (grelhada na casca com manteiga queimada e servida com pêssegos e batatas douradas; R$ 110,00, para duas pessoas). Outro destaque é o camarão abade. Do tipo pistola, chega à mesa grelhado com cogumelos, alcaparras e palmito acompanhado de arroz de brócolis (R$ 36,00). No almoço das sextas-feiras, sai da cozinha a moqueca. A carta de vinhos traz cerca de 150 rótulos, e o maître, Francismar Leite, que já fez cursos sobre enologia, ajuda a clientela a harmonizar a bebida com o prato. Entre as opções estão os portugueses Luis Pato Baga (R$ 90,00) e Quinta da Estação (R$ 51,00). Para finalizar a pedida, há peras ao vinho (R$ 8,50), pastéis de nata (R$ 4,00 a unidade) e a tarte de amêndoas (R$ 8,50 a fatia). A casa em breve inaugurará uma área externa, com mais sessenta lugares.
Rua Hélio Galvão, 8828, Ponta Negra,
(84) 3219-4469 (100 lugares). 12h/15h e 18h30/0h (seg. a qua.); 12h/15h e 18h30/1h (qui.); e 12h/15h e 18h30/último cliente (sex. a dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 2,00 (jantar). Couvert: R$ 7,00. Ar.
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Aberto em 1997. $$$
Thiago Gomes
O talentoso jovem é uma promessa na cozinha. Com apenas 25 anos, foi considerado pelo júri de VEJA Natal o chef que mais se destacou na cidade em 2007. Apesar da pouca idade do mestre-cuca, o prêmio não é exatamente uma surpresa para os natalenses. Thiago – mais conhecido como Fonfa – praticamente cresceu entre as panelas. Quando seu pai, Witame Gomes, abriu o primeiro restaurante (o Mamma Itália), ele tinha 8 anos. No Piazzale Itália, eleito pela segunda vez o local que oferece a melhor culinária italiana da cidade, trabalha desde os 15. Neste ano, Thiago terminou o curso de cozinheiro no Senac e, atualmente, prepara-se não apenas para assumir a cozinha, mas também a administração do Piazzale. Os freqüentadores da casa podem aguardar boas novidades. Na última edição do badalado Festival Gastronômico de Martins, realizado em julho de 2007, o jovem brilhou. Sua criação – o risoto de camarão com morangos e castanhas-do-pará – ficou em segundo lugar, na frente da de chefs bem mais experientes. "Foi sorte", afirma, modesto. Quem quiser conhecer a receita pode pedir o prato no restaurante, já que ele foi incorporado ao cardápio (apenas durante a estação da fruta). Desde então, Thiago não parou de colecionar prêmios. Há um mês, ele venceu um festival semelhante em Mossoró. Os próximos passos do jovem chef, porém, deverão ser na Itália, para onde ele pretende ir em 2008, a fim de passar um período entre estágios e cursos.
Mangai
Autêntico reduto regional: decoração inspirada em uma fazenda sertaneja Para quem vive na capital mas sente falta do clima tranqüilo e dos sabores do interior nordestino, o Mangai é o endereço certo. A começar pelo carro de boi, passando pelas mesas e cadeiras feitas em troncos de árvores, até chegar às pessoas que circulam com chapéu de palha e sandálias de couro – tudo faz lembrar uma fazenda sertaneja. O bufê não deixa dúvida: trata-se de um autêntico reduto regional. Nos 17 metros de mesa é possível encontrar carne-de-sol na nata, arroz de leite, paçoca, feijão-verde, gororoba (carne-de-sol com macaxeira e queijo), sovaco de cobra (carne-de-sol moída com milho, cebola e manteiga), rabada, queijo de coalho empanado, escondidinho e dezenas de outras delícias típicas do interior, além de uma grande variedade de saladas (R$ 23,90 o quilo). A história do Mangai começou na Paraíba. Leneide Tavares – mais conhecida como dona Parea – vendia rapadura nas feiras de João Pessoa, até que conseguiu abrir uma bodega para comercializar produtos nordestinos. A empresa cresceu. Hoje, o estado vizinho abriga a matriz do restaurante, além de duas fazendas onde são produzidos ingredientes indispensáveis para o preparo das receitas. A unidade potiguar já é referência na cidade. Tanto que acaba de ser eleita pelo júri de VEJA Natal como o melhor lugar para saborear pratos da culinária brasileira. O sucesso levou a família a montar um terceiro restaurante, que será inaugurado em Brasília no começo de 2008. Outra novidade é a Fabricca Mangai, uma padaria criada para oferecer quitutes como o famoso pão doce de macaxeira. Guloseima requisitada, a tapioca continua a ser servida no restaurante. A de carne-de-sol com nata lidera os pedidos. Há ainda as doces, como a beradeira (coco com queijo e leite condensado, que disputa as atenções com a cocada cremosa e a cartola oba-oba, banana frita e queijo de manteiga derretido, cobertos com açúcar, canela e chocolate).
Avenida Amintas Barros, 3300, Lagoa Nova,
(84) 3206-3344 (500 lugares). 11h/22h (seg. a dom.). Cc.: H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V.
Ar.
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www.mangai.com.br. Aberto em 1998. $$
Tábua de Carne
Eleita do júri: carne-de-sol preparada com filé mignon Picuí, cidade paraibana famosa pela carne-de-sol que produz, é a terra natal dos proprietários do restaurante. Atualmente, ele funciona em João Pessoa, em Campina Grande e em dois endereços em Natal. O mais novo, instalado na Via Costeira, tem pé-direito alto e paredes de vidro que proporcionam uma vista panorâmica do mar. A especialidade da cozinha – as carnes servidas na tábua – é acompanhada de produtos regionais, cuja descrição é destaque no menu. O filé-de-sol é o carro-chefe. "A carne-de-sol preparada com o filé mignon fica mais tenra", explica o jovem Luíz Sizenando, filho dos fundadores, que administra as unidades potiguares. A versão simples da carne inclui vinagrete e farofad'água (R$ 30,40). A opção à moda da casa (que pode ser pedida com qualquer corte) traz feijão-verde, arroz branco ou de leite, pirão de queijo, paçoca, macaxeira frita e vinagrete. Custa R$ 46,00, o mesmo preço da picanha. Os pratos servem três pessoas. A clientela também pode pedir porções extras, como as de purê de jerimum, salada de palmito e pão de alho. O cardápio das duas casas é igual, mas cada uma tem suas particularidades. A da Via Costeira oferece alguns pratos com frutos do mar, além de um bufê de petiscos na happy hour de quarta a sexta – das 18h às 20h30 –, a R$ 14,90 por pessoa (se o cliente consumir R$ 18,90 em bebidas, o valor do bufê não é cobrado). A casa de Ponta Negra, mais ampla, serve rodízio com dezenove cortes, entre os quais o lombo de porco recheado com queijo de coalho (R$ 21,90 por pessoa; inclui bufê com pratos regionais). Para a sobremesa, há opções como o queijo de coalho na brasa com mel de rapadura (R$ 4,00) e a cocada, que é novidade no cardápio (R$ 5,00 a porção com dez unidades). A casa também oferece serviço de churrasco em domicílio. O restaurante foi eleito como o melhor lugar para degustar carnes na cidade, na opinião do júri de VEJA Natal.
Avenida Engenheiro Roberto Freire, 3241, Ponta Negra,
(84) 3642-1138/1236 (400 lugares). 11h30/23h30 (seg. a dom.). Cc.: M, V e A. Cd.: M e V. Cr.: V.
(100 vagas).
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; Avenida Senador Dinarte Mariz, 229, Areia Preta,
(84) 3202-5838 (240 lugares). 11h30/23h30 (seg. a dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: V.
(60 vagas).
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Entrega em domicílio. www.tabuadecarne.com.br. Aberto em 1992. $$
Agaricus
Criações exclusivas e com variações de cogumelos A idéia do casal Cristiane Cassol e Kwong Yiu Fai era abrir um restaurante especializado em cogumelos. Por isso, batizaram a casa de Agaricus, nome genérico dado a algumas variações do fungo. O carro-chefe da casa é o Agaricus bisporus, mais conhecido como champignon. Frescos e orgânicos, eles são trazidos semanalmente de uma fazenda na cidade de Riozinho, no Rio Grande do Sul. Aparecem em uma série de receitas, entre as quais o carpaccio de cogumelos (servido com torradas, R$ 16,00), uma sugestão para a entrada. Como prato principal, uma opção é o risoto de camarão com cogumelos frescos e maracujá (R$ 32,00). Quem prefere um prato sem o fungo pode começar a refeição com o brandade de bacalhau (R$ 19,50, acompanhado de torradas) e seguir com o salmão grelhado acrescido de manteiga temperada com mostarda de Dijon e ervas (R$ 32,00). O cardápio também lista carnes e dez opções de molho à escolha, cada uma com seu respectivo acompanhamento. São seis cortes: avestruz, filé mignon, medalhão de filé, bife de chourizo, bife ancho e contrafilé de cordeiro (de R$ 29,00 a R$ 33,00). O molho de cogumelos frescos (temperado com sal, pimenta-do-reino preta, alho e cebola) chega à mesa com purê de batata com salsa. O molho de gorgonzola é acompanhado de arroz com ervas, batata rosti e legumes fatiados. O de shiitake com óleo de ostra leva arroz branco com gergelim e aspargos frescos. Outra opção de carne é o filé agaricus, servido com molho de cogumelos, fettuccine ao molho e tomate à provençal (R$ 43,00 para duas pessoas). Os clientes também podem levar os cogumelos para casa. Como sobremesa, há a cheesecake de frutas com creme de manga, maracujá e rum (R$ 15,00) e o creme brûlé de chocolate com Bailey's (R$ 16,00). A casa ganhou o prêmio de o melhor restaurante contemporâneo da cidade, num empate com o Aprecíe.
Avenida Afonso Pena, 529, Petrópolis,
(84) 3211-4796 (120 lugares). 12h/15h e 18h/23h (seg. a sex.); 19h/1h (sáb.); e 12h/16h30 (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V.
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Aberto em 2002. $$$
Culinária européia: tentação para os gourmets Instalado numa rua tranqüila, em frente à Praça Alagama, o refinado restaurante é decorado com poltronas e cadeiras de palha estofadas, luminárias artesanais e muitos quadros com fotografias da Europa. O arquiteto norueguês Vidar Jonkas, o proprietário, foi quem idealizou o projeto. Sua proposta era montar um restaurante agradável cuja cozinha fosse afinada com as modernas técnicas culinárias européias. Para a empreitada, trouxe de sua terra natal o chef Alexander Larsen. O cardápio montado por ele lista iguarias como o foie gras confit com calda de beterraba e salada fresca (R$ 48,00) e os aspargos frescos com molho gribiche, ovos de codorna e presunto serrano (R$ 29,00) – opções muito pedidas para a entrada. Como prato principal, destacam-se o magret de pato com minilegumes, molho de maracujá e baunilha e terrine de batata (R$ 45,00) e o filé mignon com cogumelos sautés acompanhado de cassoulet de feijão e purê de abóbora (R$ 39,00). Entre os peixes, uma sugestão é o bacalhau na panela com purê de batata e alho assado, servido com confit de tomate-cereja e jus de vinho tinto (R$ 46,00). Quem quer provar um pouco de tudo pode pedir o menu degustação, que inclui diversas opções do cardápio (R$ 69,00 com três pratos, R$ 84,00 com quatro e R$ 99,00 com cinco). Para acompanhar a refeição, há cerca de 100 rótulos de vinho de doze países. O maître Assis, especialista no assunto, é quem ajuda os clientes a harmonizar a bebida com os pratos. Para acompanhar o bacalhau, por exemplo, ele sugere o tinto alentejano Talha Grande Escolha (R$ 108,00). Como sobremesa, fazem sucesso a torta de maçã e canela servida com sorvete de baunilha e vinagrete de maçã e o fondant feito de chocolate branco, sorvete de creme e azeite de baunilha. Cada uma custa R$ 16,00. A casa tem um espaço para encontros reservados – apelidado de sala vip norueguesa, por causa da decoração – , uma charutaria e uma adega com capacidade para 2 200 garrafas. O restaurante foi eleito o que oferece o melhor da cozinha contemporânea na cidade, num empate com o restaurante Agaricus.
Rua das Algas, 2282, Ponta Negra,
(84) 3219-0050 (102 lugares). 18h30/0h (ter. a qui.); 12h/16h e 19h/1h (sex.); 18h30/1h (sáb.); e 12h/16h (dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Ar.
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www.aprecierestaurante.com. Aberto em 2007. $$$$
Magazzino Vinhos e Cozinha
Mais de 300 rótulos e cardápio reformulado A adega é o centro das atenções desde a inauguração da loja. Marcelo Chianca, o proprietário, é descendente de italianos e sempre se interessou por enologia. Ele e sua esposa, Verônica, vieram de João Pessoa com o objetivo de abrir uma delicatessen cujo carro-chefe fossem os vinhos. A proposta do casal, desde então, é oferecer aos natalenses rótulos desconhecidos na cidade. Para isso, eles garimpam boas safras e fazem contratos de exclusividade com os importadores. "Nossa intenção é apresentar os vinhos para os clientes", explica Verônica. A adega, com capacidade para 2 900 garrafas, foi projetada por ela, que é arquiteta. O cliente pode entrar e escolher sua bebida – etiquetas de cores diferentes identificam o país produtor. São mais de 300 rótulos. Também é possível levar para casa produtos alimentícios finos, muitos deles importados, como queijos, frios, arroz arbóreo, massas de grano duro e bacalhau. Quem prefere pode se acomodar nas mesinhas distribuídas pelo ambiente e apreciar alguns pratos preparados com os ingredientes das prateleiras. O cardápio foi reformulado recentemente e agora traz mais receitas com influência regional. Para começar a refeição, há o chips de macaxeira com carne-de-sol (R$ 10,00) e o mix de miniquiches de sabores variados (R$ 10,00 com seis unidades). Como prato principal, destacam-se a cuisse de canard en confit (coxa de pato com polenta, R$ 35,00) e a codorna desossada recheada, que é acompanhada de bifum (R$ 32,00). Para a sobremesa, as sugestões são o crepe suzette (R$ 8,00), que é flambado à mesa, e o requisitado nuit blanche, um doce feito com creme de queijo, calda de cajá ou de frutas vermelhas e biscoito de pistache crocante servido quente (R$ 8,00). Para ajudar o cliente a harmonizar o vinho com os pratos, a carta – a melhor da cidade na opinião do júri de VEJA Natal – traz desenhados cachos de uva que indicam o tipo, a consistência e o sabor da bebida. Os rótulos são apresentados de acordo com a região produtora. Os mais pedidos, com boa relação qualidade-preço, são o argentino Baso El Portillo Tempranillo Malbec (R$ 24,00) e o chileno Viu Manent Carmenère (R$ 38,00). Entre os exemplares incomuns está o vinho tinto libanês Chateau Kefraya, produzido no Vale do Bekaa (R$ 160,00).
Rua Potengi, 576, Petrópolis,
(84) 3212-1477 (30 lugares). 13h/20h (seg.); 10h/23h (qua. a sex.); e 10h/20h (ter. e sáb.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Ar.
Aberto em 2001. $$$
Douce France
Delícias da cozinha francesa: mesas disputadas no fim de tarde As mesas de plástico do pequeno bistrô ficam disputadas no fim da tarde. O ambiente agradável – com espaço ao ar livre e charmosas saletas climatizadas – e as delícias inspiradas na cozinha francesa são os principais atrativos para os grupos de amigos que vêm comemorar o fim do expediente na casa. Fundada por Laurence, nascida na França, há quase dez anos, é comandada pelo sorridente Alberto Dias, ex-cumim. Ele fez questão de manter o estilo informal e as receitas, muitas delas com toques de sofisticação. Entre os destaques, estão os crepes, os croissants e os maxichaussons (espécie de calzones de massa folhada), servidos com mais de dez opções de recheio. O basquaise (frango defumado com abacaxi e uvas; R$ 11,50) e o eloah (mussarela, presunto, tomate seco, cebola e orégano refogados na manteiga; R$ 11,50) estão entre os mais pedidos. Uma novidade é o crepe paris, que, apesar do nome, leva ingredientes nordestinos: carne-de-sol, queijo de coalho, cebola ralada e nata. Quem prefere jantar pode começar a refeição com o carpaccio com molho de manjericão (R$ 18,00) ou o patê de foie gras caseiro servido com torradas (R$ 9,00). Como prato principal, faz sucesso o filé ao roquefort, flambado no conhaque e servido com arroz piaf, talharim ou salada (R$ 21,50). Para finalizar a pedida, o profiterole é servido numa taça gigante recheado com sorvete e coberto com calda quente de chocolate meio amargo e chantilly (R$ 8,50). A casa também serve coquetéis de frutas (com e sem álcool), cafés, cervejas e vinhos. Foi eleita pelo júri de VEJA Natal, pela segunda vez, como o melhor lugar para desfrutar a happy hour na cidade.
Vila Colonial, Avenida Afonso Pena, 628, Petrópolis,
(84) 3222-7002 (100 lugares). 11h/0h (seg. a qui.); e 11h30/1h (sex. e sáb.). Cc.: V. Cd.: V. Cr.: V.
(10 vagas). Ar.
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www.doucefrance.com.br. Aberto em 1999. $$
Piazzale Italia
Maestria na cozinha: pratos feitos pelo chef do ano Instalada num terreno amplo e arborizado na Rota do Sol, a casa tem atmosfera tranqüila. São cinco ambientes. O principal, com pé-direito alto, permite que os clientes observem a preparação das pizzas. O espaço mais disputado, no entanto, é a varanda com mesas ao ar livre, que dá vista para a região. Quem comanda a cozinha é Thiago Gomes, o Fonfa, eleito chef do ano pelo júri de VEJA Natal. O cardápio lista – em italiano – massas caseiras e importadas, estas de grano duro. Entre os pratos novos no menu está o ravioli de agnello pomodoro basilico e pecorino (ravióli recheado com carne de carneiro coberto com molho de tomate e queijo de ovelha; R$ 28,00). Outra novidade é a massa integral. O cliente pode pedi-la para substituir a versão tradicional em receitas como o penne mozzarela e pomodori freschi (penne com tomates em cubo, mussarela italiana, alho e azeite; R$ 24,00), que pode vir quente ou frio. Para quem prefere frutos do mar, a sugestão é o spaghetti gamberi rucula (espaguete com tomates em cubo, vinho branco, camarão e rúcula; R$ 29,00). Enquanto aguardam os pedidos, os clientes podem degustar a melanzane alla parmigiana (berinjela com molho de tomate e mussarela gratinada; servida com torradinhas feitas com pão italiano caseiro; R$ 22,00 para duas pessoas). As pizzas são preparadas por Bruno Gomes, irmão de Thiago. Uma opção é a pizza mistomare, que leva mussarela, lagosta, camarão, polvo e marisco (R$ 29,00 a pequena). Para finalizar a refeição, a pizza de chocolate com avelã foi incorporada recentemente ao cardápio (R$ 23,00 a pequena). A casa foi eleita, pela segunda vez, como a que oferece os melhores pratos da culinária italiana na cidade pelo júri de VEJA Natal.
Avenida Deputado Antônio Florêncio de Queiroz, 12, Rota do Sol, Ponta Negra,
(84) 3236-2697 (280 lugares). 12h/15h e 18/0h (dom. a qui.); e 12h/15h e 18/1h (sex. e sáb). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
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Entrega em domicílio (84 3236-4424). Aberto em 1997. $$
Camarões Potiguar
Para todos os gostos: receitas regionais e da cozinha internacional O restaurante já chama atenção pela arquitetura. Irmão caçula do tradicional Restaurante Camarões, foi construído especialmente para receber a crescente clientela da primeira casa – e acabou por fazer ainda mais sucesso. Ocupa um casarão de madeira com paredes de barro, decorado em estilo rústico, porém com um traço de sofisticação. Nos dois andares, é possível saborear a refeição e apreciar a vista para o mar. No cardápio – como o nome da casa anuncia –, a especialidade é o camarão. O crustáceo, cultivado em fazendas aquáticas, é fornecido pela mesma empresa há mais de uma década. Ele aparece em receitas regionais e em pratos da cozinha internacional. A versão à grega é uma das campeãs de pedidos. À milanesa, o camarão é servido sobre arroz à grega coberto com molho de tomate, mussarela e batata palha (R$ 41,00, para duas pessoas). Entre as novidades está a opção au gratin (o crustáceo é salteado com vinho branco, palmito, mostarda de Dijon e molho bechamel, gratinado com queijo gruyère e servido sobre arroz à grega e batata palha; R$ 42,00, para duas pessoas). Para quem prefere um toque regional, a sugestão é o camarão cajueiro. À milanesa, ele leva grãos de castanha, molho de maracujá e é servido com arroz de brócolis e purê de macaxeira gratinado com queijo de coalho (R$ 41,00, para duas pessoas). As receitas são tão requisitadas na cidade que, num almoço de domingo, atraem à casa até 1500 pessoas. A clientela é composta não apenas de moradores, mas também por muitos turistas, sobretudo estrangeiros. Tanto que o menu é traduzido para três idiomas – italiano, inglês e espanhol. A carta de vinhos lista rótulos que harmonizam com a especialidade da cozinha. Há opções como o Montes Alpha Chardonnay (R$ 114,00) e o Viu Manent Chardonnay (R$ 57,00). A adega, com capacidade para 3 000 garrafas, fica à vista. Quem quiser finalizar a refeição à moda potiguar pode pedir os profiterolis pirangi (recheados com sorvete de castanha-de-caju; R$ 8,00). A casa levou o segundo título de melhor pescado da cidade do júri de VEJA Natal.
Rua Pedro da Fonseca Filho, 8887, Ponta Negra,
(84) 3209-2425 (350 lugares). 11h30/15h30 e 18h30/0h (seg. a qui.); 11h30/15h30 e 18h30/1h (sex. e sáb.); e 11h30/16h30 e 18h30/0h (dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V.
(74 vagas). Ar.
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Aberto em 2005. $$
Mozzarella Pizzas
Coberturas criativas servidas na massa fina e crocante Os dois endereços da casa, localizados em avenidas movimentadas, são parada estratégica para quem volta para casa depois do expediente. Em um ambiente simples e informal, são servidas pizzas de massa fina e crocante assadas em forno a lenha. O proprietário, o paulista Luís Cláudio, está em Natal há dezoito anos. O cardápio apresenta coberturas criativas para três tamanhos de disco – pequeno (com quatro fatias), médio (com seis) e grande (com oito). Além das versões clássicas, como mussarela (R$ 16,80 a grande) e calabresa (R$ 22,90 a grande), há as especiais, como aliche (R$ 17,00 a grande) e califórnia (com abacaxi, ameixa, mussarela, pêssego e presunto, com borda recheada com catupiry; R$ 23,90 a grande). Também há as opções vegetais, como a suprema (feita com alho, aspargo, brócolis, mussarela e tomate seco; R$ 27,40 a grande), e de queijo, como a que leva cinco tipos (gorgonzola, mussarela, parmesão, provolone e catupiry; R$ 23,80 a grande). Um sabor incomum é a hamburguesa: carne moída, batata palha e mussarela (R$ 22,90 a grande). Também são servidas massas, calzones e tábuas de frios. Para finalizar a pedida, há as pizzas doces, como a de chocolate meio amargo com doce de leite (R$ 11,00 a pequena) e a romeu e julieta (R$ 11,00 cada uma, tamanho pequeno). A casa foi eleita a melhor pizzaria da cidade pelo júri de VEJA Natal.
Avenida Prudente de Morais, 624, Tirol,
(84) 3234-2424 (100 lugares). 17h/23h30 (qua. a seg.). Cc.: M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: V.
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Entrega em domicílio. Avenida Senador Salgado Filho, 1853, Lagoa Nova,
(84) 3234-1212/2424 (100 lugares). 17h/23h30 (seg. a dom.). Cc.: H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: V.
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Entrega em domicílio. Aberto em 1987. $
Talher
Bufê farto e de qualidade: tempero caseiro Antes de abrir o restaurante, Ivone Freire fornecia pratos sob encomenda. Autodidata, ela preparava receitas aprendidas com a família ou selecionadas em livros. O seu tempero caseiro fez sucesso na cidade. Tanto que o Talher acaba de ser eleito pelo júri de VEJA Natal como a casa que oferece a melhor comida variada da capital. Embora a equipe seja composta por mais de trinta funcionários, é ela quem comanda a cozinha na hora do almoço, ocasião em que o salão fica lotado. O centro das atenções é o farto bufê, que acomoda cerca de cinqüenta pratos – 25 só de saladas. Diariamente são servidas iguarias da culinária brasileira (como a galinhada mineira), regionais (como a carne-de-sol de caicó), sushis, massas e churrasco (inclusive de peixe). Entre os destaques estão o filé ao molho madeira, a tilápia à rolê e o camarão ao alho-poró. Às quartas é servido o cordeiro torrado com molho de hortelã. Aos domingos, uma receita com bacalhau, como a versão à gomes de sá. O quilo custa R$ 31,90. O atendimento atencioso é outro ponto forte da casa. "O garçom sabe até qual é o suco de que o cliente gosta", afirma Ivone. Hoje, ela conta com a ajuda de seu filho, Marcio Freire, que comanda as panelas durante a noite. Formado no curso de cozinheiro do Senac, ele estagiou com o renomado chef Eduardo Avelar. No jantar, o serviço é à la carte. Há opções como o filé ao molho gorgonzola e o lombo de cordeiro ao molho de ameixas frescas. Os pratos são acompanhados de batata sautée e arroz à piemontês (guarnecido com champignon, molho branco e mostarda). A casa também oferece sanduíches, cuscuz, sopas e as requisitadas tapiocas – são 25 tipos salgados e cinco doces –, entre as quais a de carne-de-sol com nata e a de queijo de coalho com mel.
Avenida Afonso Pena, 892, Petrópolis,
3211-4229 (100 lugares). 11h/15h30 e 17h30/21h (seg. a sex.); e 11h/15h30 (dom.). Cc.: D, H, M e V. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T e V. Ar.
Aberto em 1990. $$
Guinza
Iguarias da culinária japonesa e sushi sertanejo O ambiente é amplo, assim como o cardápio, que apresenta pratos variados da cozinha internacional. O espaçoso salão recebe luz baixa durante a noite, momento em que acontecem apresentações musicais, sempre em volume baixo o suficiente para a clientela conversar. Em anexo fica o sushi-bar, onde três sushimen se revezam para preparar as delicadas iguarias da culinária japonesa. O menu, específico, foi renovado recentemente. Agora, além do requisitado hot filadélfia (empanado com salmão e cream cheese; R$ 18,00 com oito peças), há o regional hot sertanejo, que traz carne-de-sol desfiada no lugar do pescado (R$ 16,00 com oito peças). Os combinados, que incluem três tipos de peixe (salmão, atum e um peixe branco), são os que fazem mais sucesso. O indicado para uma pessoa traz dezoito fatias de sashimi e oito de sushi (R$ 39,00). O maior, de setenta peças, inclui polvo, kani, ovas e camarão, além de trinta fatias de sashimi (R$ 109,00). Também são servidos temakis, tepan-yakis, guiozas, sukiakis e tempuras. Nas noites de terça-feira acontece o rodízio japonês, que além dos pratos citados oferece camarão e lagosta grelhados (R$ 49,00 por pessoa). O mesmo rodízio acontece nos almoços de sexta, porém sem o sukiaki, o camarão e a lagosta (R$ 32,00 por pessoa). A variedade e a qualidade das especialidades japonesas levaram o júri de VEJA Natal a eleger o Guinza como o melhor lugar para degustar pratos da cozinha oriental na cidade pela segunda vez. Quem prefere se instalar no salão principal pode conferir as receitas preparadas sob a coordenação do chef Adilécio. Há massas, bacalhau, pescados, crustáceos, aves e carnes. Uma sugestão é pedir a casquinha de caranguejo (R$ 10,00 com três unidades) como entrada e os camarões do chef – campeão de pedidos – como prato principal (os crustáceos graúdos são recheados com provolone, empanados em massa leve e servidos com arroz à grega, salada e purê; R$ 39,00 para duas pessoas). A carta de vinhos lista mais de 100 rótulos e dá detalhes sobre o tipo de uva, o corpo e o aroma da bebida. Um sommelier fica à disposição dos clientes para ajudar na harmonização. Para acompanhar os pratos japoneses, é sugerido um vinho especial para sushi (R$ 39,00 a garrafa).
Rua Ana Porto, 4, Ponta Negra,
(84) 3219-2002 (500 lugares). 18h/0h (seg.); 12h/15h e 18h/0h (ter. a qui.); 12h/15h e 18h/2h (sex. e sáb.); e 12h/22h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
Ar.
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Entrega em domicílio. www.guinza.com.br. Aberto em 1991. $$$