A casa recupera o título da categoria após um intervalo de quatro anos desde sua primeira vitória, em 2006. De lá para cá, o salão que antes comportava sessenta pessoas aumentou em cinco vezes sua capacidade. Foram criados ambientes climatizados, mas a varanda - onde tudo começou - continua sendo o espaço mais disputado. Também se mantém intacta a receita de massa fininha e crocante, com borda de gergelim, desenvolvida por um pizzaiolo vindo de São Paulo à época da inauguração da casa, há dezessete anos. Contribui ainda para a conquista o fato de as pizzas serem assadas no forno a lenha. Pode-se observar através de um vidro o trabalho dos sete masseiros, que chegam a abrir 200 discos nas movimentadas noites de domingo. Eles são moldados com quatro, seis ou oito fatias, além da versão brotinho, servida no prato individual. Entre os sessenta tipos de cobertura, a margherita leva mussarela, tomate, manjericão e um pouquinho de parmesão salpicado (R$ 44,70). Para paladares mais resistentes, a loppicante combina linguiça calabresa moída e pimenta calabresa sobre uma camada de molho de tomate artesanal, mussarela, tomate fresco e azeitonas (R$ 47,70). Fugindo da linha tradicional, há opções que valorizam os produtos regionais, como a que mescla lascas de tucumã, mussarela, queijo de coalho e banana-pacova (R$ 47,70). A lista de bebidas inclui a cerveja Bohemia, que custa R$ 6,00 (600 mililitros), e a enxuta carta de vinhos, com rótulos como o nacional Miolo Gamay 2010 (R$ 54,00). Funciona em sistema de rodízio de segunda a quinta (R$ 24,00 mulher; R$ 26,00 homem; crianças pagam R$ 12,00).
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