Dividida em quatro ambientes bastante discretos, a casa oferece cardápio de base francesa com suaves toques regionais. O responsável pelas criações é o francês Francis Barlier, que se formou chef de cozinha em Toulouse, no sul da França, e hoje acumula mais de trinta anos de experiência, nove deles vividos em Manaus. Suas receitas de pato estão entre as preferidas da clientela. Na entrada, a carne do peito da ave aparece defumada numa salada que combina fígado de galinha flambado em vinagre de framboesa, azeite e balsâmico (R$ 38,00). Da lista de pratos principais, o restaurante prepara a coxa do pato guisada com molho de laranja e páprica (R$ 56,00). De sotaque regional, a codorna desossada vem com molho de açaí e pupunha salteada em manteiga de limão (R$ 52,00). Para beber, cerca de setenta rótulos, de quinze países, compõem a carta de vinhos. Apesar de não ser extensa, a seleção recebeu maioria de votos dos jurados porque reúne uma boa mescla de exemplares raros e outros mais acessíveis. Na adega envidraçada, que pode ser vista logo na entrada do restaurante, estão garrafas como o Château Margaux 2003 (R$ 7?000,00), produzido na região francesa de Bordeaux, e o tinto californiano Opus One 2007 (R$ 1 200,00). Vendidos a preços mais razoáveis, aparecem vinhos do Chile, como
o Caliterra Cabernet Sauvignon Reserva 2008 (R$ 87,00), e também da Argentina, como o Alta Vista Atemporal 2007 (R$ 120,00), combinação das uvas malbec, cabernet sauvignon, syrah e petit verdot. Na mesa, taças de cristal da cultuada marca austríaca Riedel reforçam o capricho do serviço.
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