COMIDINHAS

Tacacá da Gisela

A aromática cuia com goma, jambu e camarão seco (R$ 12,00): receita assinada por Rosa Maria Vita

  • Categoria: TACACÁS

Endereço

  • Largo São Sebastião, s/nº
  • Bairro: centro
  • CEP: 69010070
  • Telefone: 8803-4901
  • Horário: 15h/22h
  • Serviços:
* Os preços e as demais informações foram apurados entre os meses de junho e agosto de 2012
Em 2004, a professora aposentada Rosa Maria Vital encarou o desafio de comandar a banca construída pela prefeitura para homenagear Gisela, a primeira tacacazeira de renome da cidade. Naquele momento, Rosa também ganhou um problema: nunca havia temperado um tucupi. Esforçada, ela tratou de aprender todos os macetes do preparo do aromático caldo e buscou à exaustão porções equilibradas de goma, jambu e camarão seco trazido do Maranhão. A receita de tacacá desenvolvida por ela deu tão certo que o pequeno espaço no Largo São Sebastião se tornou ponto de parada para quem visita o Teatro Amazonas, localizado em frente. Não à toa, o espaço dispõe de um cardápio explicativo traduzido para o espanhol, o inglês e o francês - tudo para informar melhor os muitos turistas que passam por ali. Mas a clientela não se restringe aos estrangeiros. Gente de vários bairros da capital é atraída pelo prato típico, servido por R$ 12,00 em uma cuia adornada com um cestinho de vime. Para dar conta das vendas, que consomem cerca de 400 litros de tucupi por semana, uma cozinha industrial foi instalada em um casarão a poucos metros da banca, onde o trabalho começa todos os dias às 7h - afinal, o líquido resultante da moagem da mandioca-brava precisa ser cozido por mais de três horas antes de ser temperado com alho, chicória e outros condimentos. O movimento costuma ser maior às quartas, dia de o projeto Tacacá na Bossa entrar em cena com apresentação de músicos locais no fim da tarde, bem ao lado da barraca.

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