Todos os dias, Maria Perpétua Galvão de Alcântara, conhecida como dona Branca, 79 anos, acorda cedinho para preparar o tucupi, separar as folhas de jambu e limpar os camarões. A rotina pesada é aliviada graças a ajuda dos sete filhos, que dão uma mãozinha na elaboração do tacacá, vendido em cuias por R$ 8,00. Na banca, há também um salgado semelhante ao acarajé baiano, feito com camarão, azeite de dendê e pimentas murupi e malagueta (R$ 2,00), e um prato que reúne vatapá, caruru, maionese e arroz (R$ 5,00). Para adoçar, a sobremesa viuvinha é feita à base de farinha de tapioca, leite de coco e coco ralado (R$ 2,00).
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