Construído em um amplo terreno, o espaço de 500 metros quadrados está mais para bar-balada do que propriamente para pub, como prevê o nome. Abre apenas de quinta a sábado e costuma receber cerca de 500 pessoas por noite, atraídas pelo som ao vivo das bandas convidadas, que fazem a temperatura da pista subir a partir das 23h. O gênero oficial é o rock, mas o repertório abre frequentes concessões ao samba-rock, ao pop e à MPB. Além de artistas locais, já passaram pelo palco da casa nomes como Lobão, Cláudio Zoli e Tico Santa Cruz. Em clima de paquera, a moçada dança no salão, que agora conta com três pequenos camarotes. Quem quiser esticar a conversa num lugar mais tranquilo poderá se deslocar para o bar instalado na varanda. Uma recente reforma climatizou o ambiente, onde há mesinhas e um grande balcão de madeira. Vendida em garrafas long neck, a cerveja é a bebida mais consumida (R$ 5,00 a Bohemia; R$ 6,00 a Heineken). Chamada de "chope sujo", a caneca de 490 mililitros que mistura sal, limão e gelo no chope Brahma custa R$ 5,50. Entre os destilados, a dose do uísque Johnnie Walker Black Label sai por R$ 14,00. Para beliscar, o mix all night combina miniquibes, tirinhas de frango empanado, pastéis e batata frita (R$ 20,00, para duas pessoas).
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