Além do salão principal, adornado com móveis e objetos antigos à moda dos botequins da década de 50, há uma arejada varanda por onde se distribuem mesas e cadeiras de madeira escura. Conseguir um lugar ali depois das 6 da tarde requer uma certa dose de paciência. Gente de toda cidade se apinha no espaço para curtir os shows de samba e MPB e, principalmente, tomar um providencial chopinho depois do expediente. Da marca Brahma, ele é tirado no capricho de uma pomposa máquina elétrica recoberta de gelo e entregue em delicada caldeireta de vidro. Custa R$ 3,80 e se presta a fazer par aos bons petiscos que saem da cozinha. Entre eles, estão a picanha na brasa escoltada por vinagrete, farofa e macaxeira frita (R$ 39,90) e as porções com seis unidades de pastéis de carne (R$ 11,70), queijo (R$ 11,70) e camarão (R$ 12,90). Quem busca uma refeição mais substanciosa, tem por opção a picanha de carneiro grelhada, servida na companhia de arroz, feijão-verde, macaxeira frita, farofa e vinagrete (R$ 40,90, para duas pessoas).
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