Acompanhando a tendência das superpadocas paulistanas, os três sócios Adalberto Aleixo, José Miranda e José Augusto Pinho abriram a padaria, que faz tributo à padroeira dos cozinheiros no nome, em um espaço de 400 metros quadrados. Para manter o estoque e a linha de produção atualizados, os proprietários sobem a serra a cada quinze dias para visitar alguns afamados endereços paulistanos de proposta semelhante. As gôndolas abrigam mais de 11 000 itens. Na adega ficam guardadas 1 000 garrafas de vinho. Para ajudar na indicação dos rótulos, um sommelier fica à disposição dos clientes das 15h às 22h. No mezanino são servidos café da manhã (R$ 16,50 de segunda a sexta; R$ 19,50 aos finais de semana), chá da tarde (R$ 22,90) e bufê de frios, antepastos e sopas (R$ 32,50). De fabricação própria e vendidos por quilo, fazem sucesso o pão português, com azeite e um pouco mais fofo que o italiano (R$ 16,50), o árabe, assado em trança e polvilhado com gergelim preto (R$ 19,50), e o de açaí com granola e guaraná (R$ 21,50). Devido à movimentação intensa, o pãozinho francês sai em velocidade impressionante: as fornadas são a cada dez minutos (R$ 8,00).
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