O botequim de José Ari Mateia Corrêa repete o feito do ano passado e se sagra novamente o endereço com a melhor carta de drinques do Litoral Norte. Deve-se o prêmio à bem elaborada carta de caipirinhas, que chegam à mesa em bonitos copos altos. O segredo está no equilíbrio dos elementos etílicos e das frutas frescas. Entre as quinze combinações, há a de manga com pimenta-rosa e a de tangerina, manjericão e raspas de gengibre. Podem ser feitas de cachaça artesanal produzida em Ubatumirim (R$ 13,00) ou vodca (R$ 15,00). A seleção de cervejas também é caprichada e apresenta nacionais como a Paulistânia (R$ 9,90) e importadas, caso da jamaicana Red Stripe (R$ 25,00, com 355 mililitros), somando noventa rótulos. Pelo bar, um antigo armazém em meio às peixarias da Rua Baltazar Fortes decorado com bambus, chita e objetos de artesanato caiçara, também circulam comidinhas que têm por base os pescados e que fazem bom par com as bebidas. Além da afamada casquinha de siri (R$ 11,00), cuja receita leva leite de coco e azeite de dendê, a cozinha prepara porção de bolinho de bacalhau (R$ 24,00, com oito unidades).
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