Bastou pouco mais de um ano em funcionamento para o Ateliê do Grão chegar ao topo desta categoria. O rápido reconhecimento é consequência do cuidado que os sócios Rodrigo Ramos e Leandro Perez, este também proprietário do Tribo Restaurante, investiram em cada detalhe do estabelecimento. Trouxeram de Seattle, nos Estados Unidos, uma máquina Slayer de cor azul-turquesa, que atrai os olhares dos clientes. "Ela realiza uma pré-infusão mais longa e depois extrai o café com menos pressão", explica Ramos. "Tonifica os aromas e os sabores do líquido." No cardápio, figuram três variações de expresso filtrado. O mais suave passa por um tipo de coador japonês chamado hario (R$ 8,00). Mais potente, o aeropress (R$ 7,50) combina o café coado com o expresso, num procedimento regulado a partir da pressão do êmbolo. De intensidade intermediária, a xícara com o líquido extraído da cafeteira francesa sai por R$ 7,50. Além deles, há outras seis variedades não filtradas, entre as quais se destacam o seattle, feito com duas doses de pó em 50 mililitros de água (R$ 6,35), e o ristretto, com apenas 15 mililitros de água e mais cremoso que o usual (R$ 3,65). Em comum, todos eles levam o blend com o nome da casa, preparado com grãos colhidos nos municípios de Unaí e Monte Carmelo, ambos na região do Cerrado Mineiro.
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