Os sócios Thiago Silva Bandeira e Leonardo Vieira, este também proprietário da Officina Cervejaria, circularam por bares de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e de São Paulo em busca de referências para montar um empreendimento próprio. A fórmula de sucesso aliou um ambiente amplo e arejado, com uma área coberta por toldos retráteis, a uma decoração caprichada, na qual se destacam antiguidades a exemplo de rádios e vitrolas. A aceitação foi tamanha que numa sexta-feira mais movimentada eles chegam a vender cerca de 100 litros de chope Brahma (R$ 4,40, 300 mililitros). Aos sábados, as caldeiretas fazem parceria com o disputado bufê de feijoada (R$ 22,90 por pessoa), embalado por apresentações de samba, rock e MPB (R$ 6,00 o couvert artístico). Em dias de rodadas de futebol, a clientela disputa as mesas dispostas próximo aos televisores de LCD. Para dividir entre grupos de amigos, há caprichadas porções, entre elas a de costela suína assada na brasa com mel e servida ao lado de mandioca cozida (R$ 37,90). Outra opção é o bufê de comida japonesa, com sushi, sashimi e temaki (R$ 63,90 o quilo). Na carta de cervejas, também figuram rótulos importados. A americana Budweiser (1 litro), as uruguaias Norteña e Patricia (960 mililitros cada uma) e a belga Stella Artois (985 mililitros) saem por R$ 14,90.
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