Foi após uma temporada na Itália que o artista plástico Cláudio Vignoli decidiu abrir a pizzaria. Optou, porém, por investir em um modelo de serviço bem diferente daquele que viu por lá - cujo êxito se comprova com o sétimo prêmio consecutivo da categoria. Nos seus três endereços em Fortaleza, assim como nas filiais de Teresina, São Luís e Salvador, come-se com as mãos, usando luvinhas de plástico, já que não há talheres. As massas, finíssimas, não levam óleo nem ovo e recebem 24 opções de cobertura antes de ir ao forno a gás. Tem da clássica mussarela (R$ 26,80) a combinações como a de queijo brie e damasco (R$ 36,80). Em uma cozinha central instalada na Varjota, Cláudio também desenvolve sabores como o que reúne mussarela, parmesão, alho, manjericão, gergelim e orégano, batizada com o nome da casa (R$ 29,80). Até a sangria servida ali é criação do proprietário: leva vinho tinto ou branco, licor Cointreau, refrigerante de limão, maçã, abacaxi e canela (R$ 24,90, com 1 litro). No capítulo de sobremesas, por outro lado, a aposta recai sobre receitas tradicionais, a exemplo da panacota com calda de frutas vermelhas (R$ 11,80).
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