Todos os dias, a partir das 8h, uma equipe de quarenta confeiteiros trabalha para preservar o legado deixado por Maria Lucíola Campos de Albuquerque, a dona Balu. Morta em 2008, aos 79 anos, a quituteira começou a produzir guloseimas ainda na adolescência. Suas açucaradas criações faziam tanto sucesso que, em 1981, ela resolveu abrir a própria doceria. Invicta desde que VEJA FORTALEZA começou a ser publicada, em 1998, sua marca hoje está presente em dois endereços, nos quais desfilam tortas de acabamento impecável, como a floresta negra, feita com pão-de-ló de chocolate e recheio de chantili e morango (R$ 9,90) e a crocante, de castanha caramelada (R$ 8,80). Os docinhos exibem o mesmo cuidado, caso da delicada tulipa de chocolate preenchida por creme de limão (R$ 8,50) e da delícia de maracujá (R$ 10,00). Dos salgados, também reconhecidos pelo júri, o camarão com catupiry (R$ 13,50) vem envolto em uma delicada massa, assim como a coxinha de frango (R$ 5,50), enquanto o pastel diplomata, preparado no forno, traz recheio de creme de cebola (R$ 6,50).
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