O restaurante é um charme só. Na casa de fachada discreta em que está instalado, paredes coloridas, móveis rústicos e muitas plantas preservam uma bucólica atmosfera interiorana em meio ao burburinho do Cambuí. Pagam-se R$ 23,80 para ter acesso ao extenso balcão, que alinha 28 tipos de salada, acompanhamentos como arroz e feijão e outras duas sugestões quentes, uma delas geralmente vegetariana. Pode aparecer frango tandoori (cozido com gengibre, leite de coco e páprica picante), empadão de carne, lombo ao molho de mexerica e berinjela à parmegiana. Tudo é reposto rapidamente, sob o olhar do proprietário, Sérgio Rauen. Chef autodidata que trocou há vinte anos o mercado financeiro pelas panelas, hoje dá aula de gastronomia e mantém o costume de permanecer na cozinha depois que o restaurante fecha. Assim, poder testar novas receitas e combinações para manter o menu sempre atualizado.
Comentários
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Ofensas, spam, publicidade, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA. Para comentar você precisa estar logado.