O casarão centenário, no trecho de paralelepípedos da Rua Heitor Penteado que dá acesso ao distrito de Joaquim Egídio, foi construído para abrigar um armazém de secos e molhados. O endereço logo assumiu sua vocação para a boemia. Funcionou como Bar do Seu Rubens, Bar do Said e Bar do Mucio até cair nas mãos de Jaime Marcelino Pisolatto, em 1988. Ganhou um cardápio recheado de receitas caseiras, bem brasileiras. Tem tutu à moda, acompanhado de arroz, farinha, vinagrete, ovo, linguiça, banana à milanesa e costelinha (R$ 58,20, para duas pessoas), e um trivial contrafilé acebolado ladeado por arroz, feijão, farinha e legumes na manteiga (R$ 66,30, para quatro pessoas). Com os mesmos acompanhamentos, aparece também a bisteca suína (R$ 61,30, para quatro pessoas). Às quartas, sábados, domingos e feriados tem vez a feijoada (R$ 61,30, para duas pessoas). Sobretudo nesses dias, quando a casa fica lotada de famílias, motociclistas e trilheiros, parte do programa consiste em acomodar-se em um dos caixotes de madeira dispostos na calçada para bebericar uma cerveja Original (R$ 7,00) na companhia da porção de dedo-de-moça empanada recheada de carne moída (R$ 18,60, com seis unidades), levemente picante.
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