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16 de Julho de 2008Restaurantes
* Preços coletados até julho de 2008
• O melhor da cidade • O melhor francês • O melhor italiano • O melhor oriental • A melhor carta de vinhos • O melhor pescado • Os chefs do ano • A melhor pizzaria • Cristina Róseo • O melhor regional • Jurandir Meirelles • O melhor variado
Os melhores Os melhores Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade, cada jurado fez uma lista com dez restaurantes em ordem decrescente. O primeiro recebeu 10 pontos, o segundo, 9, e assim até o décimo, com 1 ponto. O quadro mostra o campeão e as outras nove melhores mesas da capital
Restaurante Especialidade
1. Bellini Ristorante Italiano 2. BaracatVariado 3. Forneria San PietroItaliano 4. MatisseVariado 5. Le TroquetFrancês 6. BarbacoaCarnes 7. La Pasta GiallaItaliano 8. KilimanjaroVariado 9. L'AlouetteFrancês 10. Idalvo's Peixes & Frutos do MarPescados
Confira a pontuaçäo de cada estabelecimento
Veja também • Conheça os jurados
• Quadro: Como eles votaramO melhor da cidade
O melhor italiano
A melhor carta de vinhosPratos em harmonia
Bellini Ristorante
Requinte enogastronômico: releitura de pratos tradicionais e adega com 370 rótulos selecionados Pelo segundo ano seguido, o restaurante sagra-se o grande vencedor de VEJA Campinas. Além de arrebatar o título de o melhor da cidade, é apontado como o melhor italiano e dono da melhor carta de vinhos. Sua chef, Cristina Róseo, ainda divide com Jurandir Meirelles o prêmio de o chef do ano. Enquanto Cristina comanda uma brigada afinada na cozinha, o experiente maître Sr. Bob, simples assim, recebe os clientes, atendendo a muitos deles pelo próprio nome, e de vez em quando sugere a inclusão de alguns pratos no cardápio. Numa licença à culinária luso-brasileira, é dele a idéia do bacalhau ao zé do pipo, que na versão da chef não leva maionese, mas é acompanhado de uma camada de purê de batata e queijo ralado. Entre os cerca de sessenta pratos do cardápio, que passa por renovação duas vezes ao ano, outros destaques são o namorado ao capo d'orso (com tomate, manjericão, alho, azeite, azeitonas pretas e camarão); e a minipolenta rústica com queijo gorgonzola. Como sobremesa, uma dica é a zuppa rossa, uma sopa de frutas vermelhas, iogurte, hortelã e espumante. Na carta de vinhos constam cerca de 370 rótulos, dos principais países produtores. Há opções em taça, como os da linha Alamos, argentino. O sommelier e barman Marcos Antonio de Oliveira sugere rótulos como o italiano Braccale Maumma 2004, um corte das uvas sangiovese e merlot, ou o Miolo Lote 43 2004, nacional. Ao entrar no salão de pé-direiro alto, aliás, o cliente pode observar, logo à esquerda, a bela adega climatizada que guarda cerca de 600 garrafas. $$$$
Avenida José de Souza Campos, 425, Vitória Hotel, Cambuí,
(19) 3755-8027 (125 lugares). 12h/15h e 19h/0h (sex. jantar até 0h30; sáb. 12h/16h e 19h/2h; dom. só almoço 12h/16h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (grátis no almoço; R$ 8,00 no jantar). Couvert: R$ 9,00. Ar.
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(R$ 30,00)
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www.belliniristorante.com.br. Aberto em 2003.
Chefs do ano
O meio acadêmico deve ter perdido uma aplicada cientista social, mas a cidade ganhou uma competente cozinheira, desde que Cristina Róseo decidiu trocar os livros de sociologia pelos cadernos de receita. Com essa constatação hão de concordar os clientes do Bellini Ristorante, que provam ali os pratos preparados por ela, eleita a chef do ano pelos jurados de VEJA Campinas, num empate com Jurandir Meirelles, da Forneria San Pietro. Cristina define-se como autodidata. Aprendeu a cozinhar com a mãe, até que, nos anos 80, abriu um restaurante "para servir os amigos". E eles passaram por essa casa de cozinha francesa, o finado Bistrô, por longos doze anos, entre 1982 e 1993. Foi dona de hamburgueria, abriu um bufê e passou por casas consagradas como o Ciró e o Matisse, até chegar ao atual trabalho. No comando de uma afinada equipe de trinta pessoas na cozinha, a chef ainda encontra tempo para aperfeiçoar-se em visitas a restaurantes de outras cidades, especialmente São Paulo, e em leituras de livros. De uma recente escapulida a um novo restaurante paulistano, por exemplo, voltou com a idéia de criar uma receita de costela empanada com canela. Tem predileção ainda por elaborar molhos que vão compor as cerca de sessenta massas, peixes e carnes de seu menu, que é atualizado duas vezes por ano. Incansável, supervisiona o cardápio do Kindai, que pertence aos mesmos donos do Bellini.
Os dezessete anos de trabalho na cozinha das casas do grupo Fasano, em São Paulo, entre 1990 e 2006, foram a escola e a pós-graduação, por assim dizer, do cozinheiro Jurandir Meirelles, eleito o chef do ano pelo júri de VEJA Campinas, num inédito empate com Cristina Róseo, do Bellini. À frente da Forneria San Pietro desde 2006, Meirelles atribui ao italiano Luciano Boseggia, com quem trabalhou diretamente no Fasano, o título de mestre. Foi Boseggia quem o transformou de ajudante de cozinha em reponsável pela seção das saladas, daí em cozinheiro e depois em subchefe do Gero. Com a saída de seu professor e a chegada de Salvatore Loi, Meirelles tornou-se chef do Gero em 1999 e lá ficou até abrir seu estabelecimento no Shopping Iguatemi de Campinas. Em seu trabalho, busca inspiração em leituras e visita restaurantes locais, de São Paulo e do exterior já esteve na Itália, onde estudou com o chef Gianfranco Vissani, em seu famoso restaurante instalado em Orvieto, arredores de Roma. A cada três meses procura renovar o cardápio, trabalhando com ingredientes frescos, que costuma buscar diretamente em entrepostos como o Ceasa. É ele quem sugere alguns pratos para degustação: carpaccio de atum defumado com erva-doce; massa fresca recheada com brócolis e lascas de bacalhau; risoto de funghi seco, shiitake e queijo brie; e, por fim, torta crocante recheada com figos frescos e vinho do Porto com sorvete.
A melhor carne
Cenário Bar e Restaurante
No ponto: cortes bovinos argentinos preparados na parrilla Quem associa o ambiente de uma casa especializada em carnes ao daquele das churrascarias tradicionais – em que garçons levam espetos de um lado a outro do salão, desviando-se do imenso bufê de saladas –, vai se surpreender com esse restaurante. O clima e a decoração mais lembram uma cantina italiana, com colunas de tijolo aparente. Até toalhas quadriculadas, de verde e branco ou azul e branco, forram as mesas das duas pequenas salas. Na fachada discreta, o nome do estabelecimento quase se esconde em meio às heras. Durante o almoço, a dica é optar pelo menu executivo, que tem pratos típicos da cozinha brasileira. Antes, porém, de partir para o arroz-de-carreteiro com tutu de feijão e salada, vale a pena pedir uma porção de croquetes de carne ou de bolinhos de mandioca com carne-seca. Entre as carnes, que são as melhores da cidade segundo o júri de VEJA Campinas, há frango, costelinha suína e picanha e costeleta de cordeiro, preparados na parrilla pelo churrasqueiro Reginaldo, no comando desde a abertura do local. Da Argentina, vêm os cortes bovinos: picanha, maminha e chorizo. A carta de vinhos tem cerca de 120 rótulos, cujas garrafas ficam armazenadas em adega climatizada exposta na entrada. Uma sugestão que combina bem com as carnes é o Concha Y Toro Winemaker's Carmenère Lot 142 2005. $$
Rua Coronel Quirino, 1682, Cambuí,
(19) 3252-5333 (120 lugares). 11h30/15h e 17h/0h (sáb. sem intervalo 11h30/0h; dom. só almoço 11h30/ 17h). Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. T.: Cr, C, T e V (somente no almoço).
(R$ 4,00). Ar.
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Aberto em 1987.
Le Troquet
Tradição: receitas da culinária clássica, com molho que passa duas semanas no fogo Pela quinta vez consecutiva, o júri de VEJA Campinas concede o título de a melhor culinária francesa da cidade à casa instalada numa interessante construção no distrito de Sousas. Mais que chef-restaurateur, o francês nascido na região dos Pirineus Henri Sauveur Hirigoyen é o arquiteto e paisagista da casa. Irrequieto, foi ele que criou todos os ambientes e o jardim e é quem cuida do canteiro de ervas, no qual cultiva tomilho, manjericão e outros temperos. Atualmente, dedica-se a finalizar a pista de dança anexa ao bar, que lembra uma gruta mediterrânea, com paredes brancas de textura irregular. Na cozinha, Hirigoyen divide a direção das panelas com o compatriota Gerard Jehanno, que trabalhou no Emiliano, em São Paulo. Define sua gastronomia como sendo a tradicional francesa adaptada ao gosto dos brasileiros. Um exemplo é o linguado cipriota, cozido no azeite com azeitonas pretas e verdes, pimentão vermelho, tomates secos e bacalhau desfiado por cima. O delicioso molho-base de pratos de carne e aves, como o steak au poivre, passa duas semanas no fogo baixo, em processo de redução: leva osso de vitela, carcaça de frango, legumes e vinhos tinto e branco. Na adega climatizada, aliás uma sala mantida em temperatura constante de 18 graus, repousam 800 garrafas de 350 rótulos. Uma sugestão para acompanhar o confit de pato é o português Luis Pato Baga 2005. $$$$
Rua Rei Salomão, 161, Jardim Conceição, Sousas,
(19) 3258-1993 (90 lugares; mais 70 no bar). 12h/14h30 e 18h/0h (sex. jantar até 1h; sáb. só jantar até 1h; dom. só almoço 12h/16h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V.
Manobr. Ar.
www.letroquet.com.br. Aberto em 1976.
Kindai Food & Music
Combinado contemporâneo: sushis e música eletrônica Nada de tatames baixos no salão e combinados de sushi e sashimi servidos em barcos coloridos. Nesse restaurante japonês, eleito, pela quarta vez, o melhor oriental da cidade pelo júri de VEJA Campinas, o ambiente lembra mais o de um sushi-bar contemporâneo. Um balcão quadrado domina o centro do salão e, num canto à esquerda da entrada, um DJ toca bossa eletrônica e outros estilos. O mezanino acomoda até seis pessoas e a saleta térrea, que pode ser reservada por grupos, serve de lounge à noite e, no almoço, de área de espera. No jantar de domingo a quinta, é preparado o festival, serviço com cinco opções de aperitivo, quatro de temaki, seis pratos quentes, quatro opções de sushi e seis ou dezesseis fatias de sashimi. Às sextas e sábados, o sushiman Agnaldo Rocha prepara entradas como o sashimi tamarindo (seis fatias de siri grelhado com molho da fruta). A partir da segunda quinzena deste mês, a chef Gisa vai passar a elaborar receitas como o curry verde de frutos do mar (camarões, lulas, pedaços de peixe branco salteados e servidos com molho de curry verde levemente picante). No menu de saquês há sete rótulos disponíveis, como o Azuma Kirim (nacional) e o Hakushika Dai-Ginjo. Outra novidade: 56 rótulos, comentados pela chef Cristina Róseo, do Bellini Ristorante, compõem a carta de vinhos. $$$
Avenida José de Souza Campos, 425, Vitória Hotel, Cambuí,
(19) 3755-8000/8027 (117 lugares). 11h30/ 15h e 18h30/0h (qui. a sáb. jantar até 1h; sáb. e dom. almoço 12h/16h; dom. jantar até 23h30). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T, V, So e somente no almoço. T.: Tr e V (somente no almoço).
Manobr. (grátis no almoço; R$ 8,00 no jantar). Ar.
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(R$ 30,00)
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www.kindai.com.br. Aberto em 2003.
Idalvo's Peixes & Frutos do Mar
Na rede: fornecedores de várias partes do Brasil e do exterior garantem a matéria-prima Os badejos e as lulas são importados da Argentina. As centollas (caranguejos gigantes) e os polvos chegam do Chile. Os camarões-rosa, os mexilhões e os vôngoles são fisgados em Santa Catarina enquanto as lagostas desembarcam ora de Recife, ora de Fortaleza ou do Espírito Santo. Os tambaquis vêm do estado do Tocantins. Em parte, é por conta do cuidado na escolha dos fornecedores de ingredientes como esses que a casa ganha mais uma vez o título de a melhor entre as que servem pescados na cidade, na preferência dos jurados de VEJA Campinas. O mérito restante pela conquista deve-se ao trabalho realizado na cozinha do restaurante, que tem paredes cor de salmão, por Idalvo Camargo de Matos e sua equipe. No cardápio constam oitenta receitas, mas outras 200 fazem parte do repertório, a maior parte delas das culinárias ibérica e brasileira. Não há nenhuma sugestão de bacalhau no menu mas, se houver oferta de boa matéria-prima, Idalvo doura a iguaria num modo de cocção que aprendeu com um chef português amigo. A paella marinera, que chega a custar quatro dígitos, satisfaz até vinte pessoas e requer preparo de uma hora e meia – por isso, convém pedir por encomenda. As sardinhas são grelhadas à moda portuguesa, no sal grosso e com as vísceras, diretamente no carvão. Para beber, há cerca de quarenta rótulos de vinho, como o Miolo Reserva Chardonnay. Embora não aceite cartões de crédito nem de débito, a casa recebe cheques pré-datados. $$$
Rua Erasmo Braga, 235, Bonfim,
(19) 3242-0474 (110 lugares). 11h30/15h e 18h30/23h (sáb. e dom. almoço até 16h; dom. só almoço; fecha seg.). Ar. Entrega em domicílio. www.idalvos.com.br. Aberto em 1991.
Bráz
Receita de sucesso: ingredientes selecionados e chope bem-tirado Desde que começou a ser publicada, em 2004, a edição Veja Campinas sempre premiou a casa como a melhor pizzaria da cidade. Este ano, a marca, que nasceu em São Paulo e hoje existe também no Rio de Janeiro, conquista o título pela quinta vez. Razões para esta unanimidade não faltam. Decorada como uma antigo armazém, tem pisos quadriculados, mesas e cadeiras de madeira e luminárias, ornando a área do forno, em que o público pode ver os pizzaiolos trabalhando. Na parede lateral esquerda, um afresco retratando camponeses foi pintado por Nilton Bravo, artista que tem trabalhos expostos em célebres botequins cariocas. Os ingredientes utilizados nas receitas, por sua vez, seguem um rígido padrão de qualidade, o que garante uma pizza similar em todas as unidades. Para a entrada, duas sugestões são o pão de calabresa e a língua de sogra, recém-incorporada ao cardápio, que consiste em lâminas de massa de pizza cobertas com cogumelos, carne-louca ou sardela. Entre os trinta sabores de pizza, uma sugestão já clássica é a caprese. Assim que o disco sai do forno com a mussarela ainda borbulhante, rodelas de tomate caqui, mussarela de búfala, molho pesto de azeitonas pretas e manjericão são acrescentados. Outra campeã de vendas é a provençal (mussarela, berinjela e abobrinha em cubos). O chope bem-tirado merece uma degustação. Para a sobremesa, guarde apetite para o petit gâteau caseiro. $$
Avenida Benjamin Constant, 1963, Cambuí,
(19) 3251-0044/4444 (250 lugares). 18h30/0h (sex. e sáb. até 1h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 9,00).
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(R$ 25,00 a R$ 30,00)
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Entrega em domicílio (sob consulta). www.casabraz.com.br. Aberto em 2003.
Bar do Marcelino
Como antigamente: pratos triviais em um casarão do século XIX No ano em que completa seu vigésimo aniversário, a casa é reeleita o melhor restaurante regional da cidade pelo júri de Veja Campinas. Instalado no trecho de paralelepípedos da via que dá acesso ao distrito de Joaquim Egídio, o estabelecimento é ponto de encontro de famílias e, nos fins de semana, de motociclistas e trilheiros. Nos fins de semana, já por volta da uma da tarde a espera por uma mesa vai querer paciência. Portanto, a melhor decisão é acomodar-se sobre os caixotes que o proprietário, Jaime Marcelino Pissolato, espalha na calçada, improvisar uma mesinha sobre um deles e pedir logo uma cerveja e uma porção de bolinhos, como a de mandioca com carne-seca (com oito unidades). Ao conseguir instalar-se dentro do casarão térreo, que foi construído no fim do século XIX e mantém fotografias antigas do distrito decorando as paredes, convém reservar apetite para os pratos da culinária brasileira. São cerca de trinta opções no cardápio, grande parte delas serviads em porções que satisfazem três a quatro pessoas. O trivial contra-filé acebolado é guarnecido de arroz, feijão, farinha, legumes na manteiga e molho vinagrete. Às quartas, sábados, domingos e feriados, dias em que está disponível, a feijoada começa a ser feita logo nas primeiras horas da manhã. A costelinha de porco, o paio e a carne-seca são escaldados três vezes antes de se juntarem ao feijão e seguir para a mesa acompanhados de arroz, farinha, vinagrete, couve e lingüicinha frita. Para sobremesa, Marcelino dá como dica um dos doces caseiros combinados com queijo branco, mas passa a bola para o cliente: figo em calda ou coco com abóbora? $$
Rua Heitor Penteado, 1113, Joaquim Egídio,
(19) 3298-6909 (74 lugares). 11h/15h e 18h/23h (sáb. 11h30/23h30; dom. 11h30/20h).
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(vinho: R$ 10,00; uísque: R$ 20,00)
www.bardomarcelino.com. Aberto em 1988.
Baracat
Mistura de influências: contrastes tanto na decoração como nos pratos O jantar gourmet, realizado normalmente no último fim de semana do mês, já é uma tradição do restaurante, eleito o melhor variado da cidade segundo o júri de Veja Campinas. Nessas ocasiões, o chef-restaurateur Marco Baracat elabora duas sugestões de entrada, duas de prato principal e uma de sobremesa. Para harmonizar, propõe quatro vinhos diferentes. Nenhum dos itens constam previamente no cardápio ou na carta de bebidas – a idéia é, justamente, explorar ingredientes e combinações diferentes, ainda que a base de suja culinária seja franco-italiana moderna. Se a clientela aprovar, o prato passa a figurar no menu. São exemplos dessa transposição a polenta de parmesão com brodo de funghi porcini e marsala, como entrada, e as endívias com salada verde, mollho de iogurte, dill e raiz-forte. Entre as carnes, o filé mignon recebe molho de trufas negras e conhaque. A torta de pistache é hit entre as sobremesas. No mês de outubro, Marco Baracat costuma apresentar o festival da alcachofra, em que o botão pode ser recheado, por exemplo, com musse de camarão, aspargos e massa folhada. Para eventos restritos, o piso superior acolhe até 70 pessoas. No salão principal de iluminação indireta, em que predomina o elegante contraste de paredes brancas com elementos decorativos de madeira, há um cantinho mais reservado, com sofás vermelhos, ideal para um jantar a dois. Na adega climatizada repousam 600 garrafas de vinho, como os argentinos da llinha Doña Paula, de boa relação entre preço e qualidade. $$$$
Rua Coronel Francisco Andrade Coutinho, 177, Cambuí,
(19) 3295-7575/3251-3716 (90 lugares). 12h/14h30 e 19h/23h (sex. e sáb. até 0h30; sáb. almoço até 15h; dom. só almoço 12h/16h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 8,00). Couvert: R$ 7,00. Ar.
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(R$ 10,00, vinhos nacionais; R$ 15,00, vinhos importados)
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Aberto em 2002.