Objetos de ponta-cabeça como a tabela de preços e uma televisão fazem parte da história do bar. A inversão ocorreu na década de 80 por causa de uma promessa do proprietário, Claudemir Antonio Barsi, caso a Ponte Preta saísse vitoriosa de uma partida dificílima. Turmas de amigos e familiares chegam em busca de salgados como o bolinho de carne, o rissole de frango e o enroladinho de presunto e queijo, vendidos a R$ 1,80 cada um. Por dia, são consumidos mais de 150 salgadinhos, na maioria das vezes na companhia de cervejas como Brahma (R$ 4,00, com 600 mililitros) e Skol (R$ 4,50, litrão).
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