Resenha
Nascido na cidade de Angers, na região oeste da França, Daniel Briand não teve receio de parecer óbvio ao montar sua confeitaria em Brasília, em 1995. O lugar é tudo aquilo que se espera de uma pâtisserie francesa: a fachada de madeira escura faz alusão ao estilo art nouveau, os garçons usam boina preta e os delicados doces reluzem como joia nas vitrines. Todos os dias, as prateleiras recebem remessas fresquinhas de bombas de baunilha, café ou chocolate (R$ 8,00 cada uma) e da torta de morango e framboesa (R$ 10,00 a fatia). Em um carrinho de toldo colorido, estacionado num dos cantos da casa, são vendidos sorbets de tangerina, maracujá e chocolate (R$ 6,00 a bola ou R$ 50,00 o quilo). Recém-criada, a trilogia de creme brûlé, que reúne os sabores de rosas, capim-santo e avelã (R$ 19,00), e o tradicional croissant (R$ 4,10) podem ser acompanhados pela xícara de chocolate quente (R$ 6,70). No cardápio, que mais parece um álbum de retratos, essas sugestões dividem as páginas com imagens da Torre Eiffel, do Rio Sena e de outros pontos clássicos de Paris, clicados pela paulista Luiza Venturelli, mulher de Briand. O casal também responde pela nova configuração dos jardins ao redor da varanda, agora aromatizados com canteiros de lavanda, alecrim e manjericão.
Comer & Beber
Vencedor
Categoria(s): docerias