Novo palco carioca

A Rioarena, arena multiuso construída para os Jogos Panamericanos, passou no teste. No primeiro grande show realizado ali, o de Bob Dylan e sua banda, no sábado, foi tudo impecável: o som estava ótimo; o acesso ao lugar, bem sinalizado; o estacionamento, organizado; os banheiros, limpíssimos (mesmo no final do show).
Como era a primeira vez que ia lá, confesso que estava um pouco preocupada. Será que há sinalização adequada para eu não correr o risco de me perder no caminho? Será que vou conseguir estacionar o carro com segurança, sem ter que deixá-lo à mercê de flanelinhas? Saí de lá feliz da vida por ter constatado que o Rio ganhou um belo (e muito confortável) lugar para eventos.
A arena tem o tamanho certo para shows como o de sábado. A capacidade total é de 15 000 pessoas. Para o show de sábado foram colocados à venda 6 000 ingressos (4 600 foram vendidos). Mesmo do ponto mais distante do palco a visibilidade é boa. É um prazer assistir a uma banda no palco sem precisar ficar de olho no telão para saber o que está acontecendo.
Aliás, o telão da Rioarena rendeu uma história curiosa no sábado. Por exigência de Bob Dylan, ficou desligado. Como antes da entrada do artista no palco eram exibidas imagens, logo no início do show, quando ele parou de funcionar, ouviram-se alguns gritos de ?telão, telão!?.
Fim do show, na fila dos elevadores, um dos seguranças pergunta se eu tinha gostado do show. ?Muito?, respondi.
?Mas teve muita gente que saiu antes do fim?, disse ele. ?O pessoal estava reclamando que não tinha telão. Ué, se é para ver na televisão, compra o DVD e vê em casa?, concluiu. Acho que ele estava coberto de razão...
Fica como sugestão para os administradores da casa: que tal avisar ao público, num caso como esse, que o telão não vai funcionar a pedido do artista?
Outra idéia: os bares da Rioarena poderiam servir cachorro-quente com cara de cachorro-quente...Pedir o sanduíche e receber um pão de hambúrguer, coberto por gergelim e recheado por pedacinhos de salsicha cortada em rodelinhas fica meio esquisito..
Como era a primeira vez que ia lá, confesso que estava um pouco preocupada. Será que há sinalização adequada para eu não correr o risco de me perder no caminho? Será que vou conseguir estacionar o carro com segurança, sem ter que deixá-lo à mercê de flanelinhas? Saí de lá feliz da vida por ter constatado que o Rio ganhou um belo (e muito confortável) lugar para eventos.
A arena tem o tamanho certo para shows como o de sábado. A capacidade total é de 15 000 pessoas. Para o show de sábado foram colocados à venda 6 000 ingressos (4 600 foram vendidos). Mesmo do ponto mais distante do palco a visibilidade é boa. É um prazer assistir a uma banda no palco sem precisar ficar de olho no telão para saber o que está acontecendo.
Aliás, o telão da Rioarena rendeu uma história curiosa no sábado. Por exigência de Bob Dylan, ficou desligado. Como antes da entrada do artista no palco eram exibidas imagens, logo no início do show, quando ele parou de funcionar, ouviram-se alguns gritos de ?telão, telão!?.
Fim do show, na fila dos elevadores, um dos seguranças pergunta se eu tinha gostado do show. ?Muito?, respondi.
?Mas teve muita gente que saiu antes do fim?, disse ele. ?O pessoal estava reclamando que não tinha telão. Ué, se é para ver na televisão, compra o DVD e vê em casa?, concluiu. Acho que ele estava coberto de razão...
Fica como sugestão para os administradores da casa: que tal avisar ao público, num caso como esse, que o telão não vai funcionar a pedido do artista?
Outra idéia: os bares da Rioarena poderiam servir cachorro-quente com cara de cachorro-quente...Pedir o sanduíche e receber um pão de hambúrguer, coberto por gergelim e recheado por pedacinhos de salsicha cortada em rodelinhas fica meio esquisito..


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