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Postado em 07/08/2015 por Redação | Comentários

Receita: pudim de chocolate

Pudim de chocolate belga, da Fôrma de Pudim: você pode fazer essa delícia em casa (Foto: Otavio Bragante)

Pudim de chocolate belga, da Fôrma de Pudim: você pode fazer essa delícia em casa (Foto: Otavio Bragante)

Que tal dar um upgrande no almoço de domingo – em especial deste domingo, que é Dia dos Pais?

Com poucos ingredientes, é possível fazer um pudim de chocolate muito especial, receita da Daniela Aliperti. À frente da Fôrma de Pudim, casa paulistana que dedica-se exclusivamente a esse tipo de doce, ela gravou um vídeo para Veja São Paulo com o passo a passo da versão que leva chocolate meio-amargo e leite condensado.

Você vai precisar de:

170 gramas de chocolate meio-amargo

1 lata de leite condensado de leite integral

1 lata de leite condensado

200 gramas de creme de leite (uma caixinha)

3 ovos

1 xícara de açúcar (para o caramelo)

 

 

 

Postado em 05/08/2015 por Redação | 3 comentários

9 razões para largar tudo e ir morar na praia

Quase todo mundo, ao menos um dia na vida, pensou em dizer “Adeus, vou morar na praia!”, pegar as malas e partir para uma cidade à beira-mar, certo? Agora que o friozinho chegou em boa parte do país a ideia parece ainda mais tentadora. Para ajudar ainda mais nesta “viagem”, nós listamos nove bons motivos para largar tudo e ir morar na praia. Concorda?

1.  Você pode jantar com esta vista

marakuthai

Foto: Guilherme Andrade/Romero Cruz

Estamos sofrendo para decidir se o melhor dessa foto é  o peixe cozido em curry verde picante com arroz de jasmim e manga grelhada do Marakuthai ou a vista para a praia do Saco do Indaiá.

2. Ou almoçar comida japonesa curtindo este ângulo da Baía de Todos-os-Santos 

Foto: Xando Pereira

Foto: Xando Pereira

Não bastasse o cenário, o Soho venceu todas as eleições de melhor restaurante japonês da cidade de VEJA Comer & Beber Salvador.

3. Tirar selfies maravilhosas

Foto: Ligia Skowronski

Foto: Ligia Skowronski

Não se acanhe. Todo mundo que vai para o Acqua Café da Ladeira da Barra faz isso ;)

4. Comer peixes e frutos do mar frescos

Foto: Romero Cruz

Foto: Romero Cruz

Os moluscos usados no Ostradamus, de Florianópolis, vêm de uma fazenda que fica a apenas 5 quilômetros do estabelecimento!

5. Jantar à luz de velas com o pé na areia em Natal

Foto: Tricia Vieira

Foto: Tricia Vieira

E você achou que aquele seu jantar de Dia dos Namorados tinha sido incrível, né? Passe um fim de tarde no Old Five, em Natal (RN) e repense.

6. Ou, pelo menos, sentindo a brisa do mar

Foto: Tricia Vieira

Foto: Tricia Vieira

Não é à toa que o Manary Gastronomia & Arte (Natal/RN)  já foi palco de inúmeros pedidos de casamento.

7. Você pode parar para comer caranguejo quando estiver com um tempinho livre

Foto: Ligia Skowronski

Foto: Ligia Skowronski

Ou lula à dorée, ou peixada… Não faltam opções na barraca de praia do Beach Park, no Ceará

8. Ou gastar suas economias em espumante e ceviche

Foto: Ligia Skowornski

Foto: Ligia Skowornski

A Guarderia Brasil, point da moçada endinheirada de Fortaleza, é ideal para um dia de ~ostentação~

9. Ler um livro na praia é muito mais gostoso

Foto: Ligia Skowronski

Foto: Ligia Skowronski

Essa é fácil: você prefere relaxar e pensar na vida…

(  ) em casa

(   ) numa livraria

(   ) em um café

(X) na areia branca e quentinha, em meio a árvores e plantas tropicais do Cantinho da Lagoa (Ubatuba/SP)

Enquanto isso não acontece, não custa sonhar. E se você tem esse privilégio, aproveite! Temos certeza que muita gente trocaria de lugar com você num piscar de olhos.

Postado em 04/08/2015 por Redação | 33 comentários

20 coisas para entender o que é ser baiano

1. Sorria, você está na Bahia!

Acredite: a frase acima não é apenas um slogan para atrair turista! O sorriso faz parte do DNA do povo baiano, em geral muito hospitaleiro e que se esforça para deixar o outro sempre à vontade. Basta alguém pedir uma informação na rua e pronto: o baiano responde, o outro baiano estica a conversa e em poucos minutos eles já estão conversando como se fossem velhos conhecidos.

SALVADOR-ELEVADOR LACERDAvalter pontes

Baía de Todos-os-Santos e Elevador Lacerda: vista de cartão-postal (Foto: Valter Pontes)

2. Baianos gostam de levar “coisas” para benzer na Igreja do Bonfim

Carro, chave da casa, filho recém-nascido, objetos em gratidão à cura de uma doença… Levar de um tudo para benzer na Igreja do Nosso Senhor do Bonfim é uma tradição entre muitos soteropolitanos e também entre baianos que vivem em outras cidades.

Igreja Nosso Senhor do Bonfim (Foto: Max Haack/Prefeitura de Salvador)

Igreja Nosso Senhor do Bonfim (Foto: Max Haack/Prefeitura de Salvador)

 3. E também amarram a fitinha do Bonfim em tudo – principalmente no carro

Difícil encontrar um baiano que não carregue no braço ou em outro objeto pessoal uma fitinha do Bonfim. E se ele tiver carro, a chance da fitinha estar amarrada nele é muito grande. Em geral, as fitinhas são presas no retrovisor interno ou no câmbio do veículo como manda o ritual, com três nós e três pedidos.

Fitas do Senhor do Bonfim: três nós e três pedidos (Foto: Manu Dias/ GOVBA)

Fitas do Senhor do Bonfim: três nós e três pedidos (Foto: Manu Dias/ GOVBA)

4. Sexta-feira é dia de vestir branco

Por superstição ou crença, muitos baianos usam roupas brancas no último dia útil da semana. O costume vem do candomblé, mas faz parte da rotina de pessoas de diferentes religiões e é passado de geração a geração. É um gesto simbólico para pedir paz e agradecer a todas as bênçãos da semana.

+ Doze coisas que só quem é gaúcho vai entender

+ 15 coisas para entender o Recife e os recifenses

5. Baiano não vive na rede

Claro que se possível fosse, ninguém dispensaria a moleza. Mas aquela história de que baiano fica na rede o ano inteiro e levanta só para pular Carnaval é pura lenda. Como em todas as regiões do país, a maior parte dos baianos trabalha (e muito) o ano inteiro. E, surpresa: quando chega o Carnaval, não são poucos os soteropolitanos que deixam sua terra natal para o turista e aproveitam o feriadão para “pular” fora da cidade.

Carnaval 2015: foliões curtindo ao som da Banda Cheiro de Amor (Foto: Tatiana Azeviche/Setur)

6. A Festa de São João é praticamente outro Carnaval

Baianos aguardam ansiosamente pela época de São João, no mês de junho, quando o estado inteiro vira uma grande festa. O clima na capital é sentido na decoração, nos shows e nas comidinhas típicas da época, como cuscuz, milho, amendoim cozido, bolo de carimã, bolo de aipim e licores de todos os sabores. Porém, na semana do dia 24 de junho (o dia de São João propriamente dito) muitos moradores vão para as festas no interior, em cidades como Serrinha, Amargosa, Senhor do Bonfim, Santo Antônio de Jesus e Cruz das Almas.

Festa de São João, no Pelourinho: mês de junho animado (Foto: Amanda Oliveira/GOVBA)

Festa de São João, no Pelourinho: mês de junho animado (Foto: Amanda Oliveira/GOVBA)

 7. Que Fla-Flu, que Gre-Nal… Em Salvador, clássico mesmo é Ba-Vi

A rivalidade entre os torcedores do Bahia e do Vitória vem desde a década de 1930 e o clima de disputa e as gozações agitam toda a capital em semana de clássico. Além de ir ao estádio, os torcedores lotam os bares da cidade.

Ba-Vi na inauguração da Arena Fonte Nova, em 2013: Vitória fez a festa com o 5 x 1 (Foto: André Fofano)

Ba-Vi na inauguração da Arena Fonte Nova, em 2013: Vitória fez a festa com o 5 x 1 (Foto: André Fofano)

Quando o assunto é comida…

8. Tem atum que não é peixe

O pescado é utilizado na cozinha de Salvador, mas também se chama atum um delicioso doce de banana coberto de açúcar.

+ 12 palavras que são a cara dos paulistanos

9. Roupa velha não é só um vestuário fora de combate

É também um prato muito comum às segundas-feiras ou, em outras palavras, o famoso “restôdonté”: depois de desfiadas, as sobras de carnes da feijoada tradicionalmente servida aos domingos são refogadas na frigideira com temperos e azeite de dendê. A “roupa velha” vai à mesa com farinha ou arroz.

10. Moqueca é diferente de ensopado

Apesar do modo de preparo parecido, há diferenças: a moqueca, além do leite de coco, leva ainda azeite de dendê, o que resulta em um prato mais saboroso e também mais calórico.

Moqueca da Casa de Tereza: endereço premiado por Veja Comer & Beber (Foto: Ligia Skowronski)

11. Azeite doce nada mais é…

Do que o azeite de oliva. Fala-se assim para diferencia-lo do azeite de dendê.

12. Comer queimado

Não quer dizer que a comida passou do ponto. Na Bahia, queimado é também usado para bala ou bombom.

13. Tem chumbinho na panela

E não é de veneno que estamos falando. Na Bahia, também chama chumbinho um tipo de marisco fácil de encontrar nos manguezais do Recôncavo, muito usado nas moquecas. Ele também pode ser chamado de papa-fumo, burdigão, fuminha, fumo-de-rolo, samanguiá, vôngole, sarnambi…

14. A frigideira é de comer

Além de utensílio, a frigideira é uma receita feita a base de ovos, temperos e, eventualmente, batatas. Quando pronta, ela se parece muito com uma torta de forno e pode levar no recheio ingredientes como siri catado, camarão ou bacalhau.

15. Baiano que é baiano, ama pão delícia…

Esse pãozinho está para os baianos assim como o pão de queijo está para os mineiros. É vendido em lanchonetes, padarias e supermercados e costuma aparecer até em festas de casamento. A massa leve, fofinha e polvilhada de queijo parmesão pode ainda ser recheada de catupiry (é a versão mais comum), cheddar, atum, patê de peito de peru…

O pão delícia da Pãozinho do Céu: loja fica no Rio Vermelho (Foto: Ligia Skowornski)

16. …Não abre mão de tomar um picolé Capelinha na praia

O famoso picolé surgiu na década de 1970, na Capelinha de São Caetano, e logo virou febre nos verões da capital. Atualmente, há muitos genéricos dele pelas praias, mas o original vem com o nome carimbado no palito – ou seja, é preciso tomar o picolé para descobrir!

17. … E tem um acarajé para chamar de seu

A maioria dos baianos tem o seu acarajé preferido sim, mas eles não são necessariamente os famosos bolinhos vendidos nos tabuleiros da Dinha ou da Cira, cuja fama extrapolou os limites soteropolitanos. O melhor acarajé de um baiano pode estar ali, pertinho de sua casa ou do seu trabalho e tentar chegar a um consenso sobre o tema é pura perda de tempo.

Acarajé: o quitute mais famoso das ruas de Salvador (Foto: Leo Feltran)

Acarajé: o quitute mais famoso das ruas de Salvador (Foto: Leo Feltran)

18. Quente ou frio?

Agora se tem coisa que faz um baiano rir com vontade é ver um turista passando apuros por causa do excesso de pimenta no acarajé. Todo mundo sabe, mas não custa repetir: quando uma baiana pergunta “quente ou frio”, ela não está se referindo à temperatura do bolinho, mas à quantidade de pimenta que ela deve colocar. Quem responde “quente” deve estar preparado, pois elas não costumam economizar.

19. Ainda ao redor do tabuleiro…

Não pense bobagem se ouvir alguém dizer “punheta”. A palavra também é usada para designar o bolinho de estudante (quitute doce à base de tapioca e coco), como sentenciou Jorge Amado em O Sumiço da Santa: “E tu não sabe menina? Olha que tu sabe muito bem, o nome é punheta, bolinho de estudante é pronúncia de besta!”.

Bolinho de estudante: de tapioca e coco (Foto: Mauro de Holanda)

20. E ainda têm as gírias…

Baiano não bebe muita cerveja ou outra bebida alcoólica. Come água.

Baiano não pega ônibus. Pega o buzu.

Baiano não foge da chuva. Foge do toró.

Baiano não fica chateado. Fica virado no estopo ou retado.

Baiano não diz “evite isso/aquilo/aquele lugar, é perigoso”. Diz “não vá que é barril”.

Baiano não vai para um banquete. Vai para um regabofe.

Baiano não vai para a festa. Vai para um reggae, independente do estilo musical da festa.

Baiano não chama para ir embora. Diz “borimbora”.

Baiano não diz que não vai. Diz “quem vai é o coelho!”

Baiano não diz “duvido”. Diz “eu quero é prova e R$ 1,00 de big-big”. 

Baiano não vai jogar futebol. Vai pegar um baba.

Baiano não fala “de modo nenhum”. Diz “quem é doido?!” ou “aooonde!”.

Baiano não diz “Meu aniversário é daqui a sete dias”. Diz “meu aniversário é de hoje a oito”.

Baiano não diz “fiquei três horas esperando”. Diz “fiquei três horas de relógio esperando”.

Baiano diz “ôxe” a toda hora. Ôoooxe… E quem disse que baiano fala ôxe?

Por Joana Maltez, para Veja Salvador

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Postado em 27/07/2015 por Redação | Comentários

Receita de milk-shake

Sucesso na internet com o site I Could Kill for Dessert, a confeiteira Danielle Noce ensina a preparar um milk-shake de Ovomaltine.

Confira no vídeo abaixo (via Veja São Paulo):

Postado em 23/07/2015 por Redação | 100 comentários

15 coisas para entender o Recife e os recifenses

1. Megalomaníaco, eu?

Para começar a conversa, que fique claro: recifenses, em geral, são megalomaníacos. Talvez isso tenha raízes no movimento regionalista encabeçado por Gilberto Freyre, vai saber! Mas quem vive no Recife adora dizer, entre outras coisas, que a cidade tem o maior bloco de carnaval do mundo (isso é verdade, o Galo da Madrugada) e a maior avenida em linha reta – a Avenida Caxangá. O fato é que essa avenida nunca foi a mais longa e, para ironizar a megalomanía quase coletiva, existe até um filme chamado “O Melhor Documentário do Mundo”.

Foto: Milton Marsilha

O Galo da Madrugada: o maior bloco de Carnaval do mundo! (Foto: Milton Marsilha)

2. Bolo de rolo não é rocambole 

Um recifense não admite essa comparação de jeito nenhum, apesar do formato semelhante. Enquanto o rocambole é feito com um único pão de ló enrolado, o bolo de rolo tem pelo menos quatro lâminas finíssimas de outro tipo de massa, o que exige muito mais habilidade das doceiras. Não por acaso, a deliciosa sobremesa é tida como patrimônio imaterial do Pernambuco desde 2007.

Crédito: Heudes Regis

Bolo de rolo, da Casa dos Frios : NÃO É ROCAMBOLE!!! (Crédito: Heudes Regis)

3. Hellcife e Raincife

Na brincadeira dos recifenses, a cidade possui apenas duas estações próprias: no verão, “Hellcife”, devido ao intenso calor que impera na maior parte do ano. Já no inverno, que é marcado por intensas chuvas, vira “Raincife”.

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4. Praia sem banho de mar

E no “Hellcife”, que dura quase o ano inteiro, todo mundo corre para a praia e… fica na areia! Recifense que é recifense sabe que, nos últimos anos, ao menos sessenta ataques de tubarão foram registrados nas praias da cidade. Por isso, o surfe por lá foi proibido e a maior parte dos moradores passa longe da água. Em vez disso, os recifenses tomam conta da areia para pegar sol, tomar cerveja e, claro, comer de tudo. As barracas e ambulantes oferecem caldinhos de feijão, camarão frito, ostra, queijo assado, amendoim…

Crédito: Leo Caldas

A praia de Boa Viagem: pode ter tubarão sim! (Crédito: Leo Caldas)

5. Raspa-raspa para refrescar

A refrescante bebida, preparada na frente do freguês, consiste no gelo raspado e misturado a essências coloridas de diferentes sabores. O raspa-raspa, em outras cidades do país conhecido como raspadinha, costuma ser vendido em carrocinhas nas praias e outros lugares de grande concentração de pessoas, e tem gosto de infância.

Raspa-raspa: sucesso na praia e no imaginário infantil dos recifenses (Crédito: Alfredo Franco)

Raspa-raspa: sucesso no imaginário infantil dos recifenses (Crédito: Alfredo Franco)

6. Tapioca boa é a do Alto da Sé

Tem tapioca por todo lado no Recife, mas os recifenses gostam mesmo é das tapiocas feitas no Alto da Sé, na vizinha Olinda. A mais pedida é recheada com queijo e coco. Não tente entender muito bem por que lá é melhor. Peça a sua e curta a vista – lá do alto, dá para ver Recife e Olinda.

Crédito: Heudes Regis

De queijo com coco, a mais pedida no Alto da Sé (Crédito: Heudes Regis)

7. Cartola, só no prato

Não fosse formal demais, o uso de uma cartola poderia até ser útil nos dias ensolarados do Recife. Mas os recifenses preferem a cartola é no prato. Não entendeu? Tem esse nome a sobremesa que surgiu nos tempos das casas-grandes e senzalas. Ela é feita com banana frita coberta de queijo (pode ser de coalho ou manteiga) e polvilhada com açúcar e canela. Em 2009, o doce foi considerado patrimônio imaterial de Pernambuco.

Crédito: Ligia Skowronski

A cartola, do Leite: sobremesa querida no Recife (Crédito: Ligia Skowronski)

8. Escondidinho ou arrumadinho?

Claro que tem pastelzinho, bolinho e outros quitutes típicos de boteco nos bares recifenses. Mas, para acompanhar a cerveja, os recifenses preferem mesmo é um escondidinho ou um arrumadinho, que são pratos substanciosos, apesar do diminutivo. O primeiro intercala camadas de um creme feito com macaxeira (mandioca ou aipim) e carne de sol ou charque. O arrumadinho leva uma dessas carnes mais feijão-macáçar ou verde, farofa e vinagrete.

Crédito: Romero Cruz

O arrumadinho do Bar do Tonhão: “inho” só no nome (Crédito: Romero Cruz)

9. Sushi carioca

Coube ao chef André Saburó, do Taberna Japonesa Quina do Futuro, introduzir esse sushi no cardápio dos restaurantes japoneses da cidade. De carioca, ele só tem o nome. Tipo de uramaki de salmão com cream cheese, empanado por fora, esse sushi faz o maior sucesso entre os recifenses. e, em outras capitais, é conhecido como hot roll.

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10. Bolo de bacia

Muito antes da moda do cupcake, os recifenses já encontravam em lanchonetes populares um bolinho assado dentro da própria forma – o chamado “bolo de bacia”. O nome se refere à maneira simples de preparo da massa, que é batida à mão, em uma bacia mesmo.

Crédito: Alfredo Franco

Bolo de bacia: um clássico muito antes da moda do cupcake (Crédito: Alfredo Franco)

11. O recifense não dança frevo…

O frevo é um ícone do Recife e, bairristas que são, os recifenses têm o maior orgulho disso. No entanto, por mais que se empolguem com o ritmo, a maioria dos recifenses não sabe dançar o frevo como um passista; em vez disso, não faz mais do que se remexer com os dois dedinhos para cima, para a frustração dos turistas.

Crédito: Juliano da Hora

Sombrinha de frevo no Marco Zero: eles têm orgulho do ritmo, mas nem sempre sabem dançar (Crédito: Juliano da Hora)

12. O recifense também não diz “oxente”

Outra surpresa de quem chega à capital é se dar conta que os locais não usam tanto o “oxente!” tão comum aos nordestinos. Aliás, recifenses adoram “mangar” de quem tenta imitar o sotaque local falando “oxente”. Para eles, o mais comum é usar “oxe!”.

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13. Mas tem um dicionário próprio

No Recife, “mangar” significa rir de alguém, mosquito é chamado de muriçoca, o caloteiro que não paga a conta é tido como “xexêro” e fuleiro ou farrapeiro é uma pessoa que não honra o combinado. Quer mais? “Emperiquitado” é alguém muito arrumado; seu oposto é “malamanhado”. E se alguém estiver com muita restrição sobre algo ou alguém, ouvirá um “deixe de pantim”. O livro “Dicionário do Falar Pernambucano”, de Paulo Camelo, reúne mais de 2 300 verbetes como esses.

14. E há palavras do “dicionário recifense” com múltiplos significados

“Arretado” pode ser algo muito bom ou expressar desgosto ou irritação. “Massa” é usado para descrever algo ou alguém agradável e também para concordar com algo (como um “tudo bem” ou “beleza”). E “pronto” pode ser uma confirmação (como um “ok”) ou virar uma interjeição, em situações de indignação. Por exemplo: “Pronto, agora vão acabar com a nossa festa”.

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15. Visse?

Não bastasse ter um dicionário próprio, o recifense também criou a sua gramática. Um caso peculiar é o uso do pretérito do subjuntivo no lugar do pretérito do indicativo para a 2ª pessoa. Assim, em vez de perguntar “Foste lá?”, na linguagem coloquial é “fosse lá?”. Foi dessa forma que surgiu o famoso “visse”, muito usado no final das frases. “Agora ficasse sabendo um monte de coisa que só o recifense sabia, visse?”

Por Mirella Falcão, para Veja Recife

Postado em 09/07/2015 por Jennifer Detlinger | 1 comentário

17 imagens que vão te dar uma vontade incontrolável de comer pizza

armazemguimaraes - Maceio

(Foto: Tricia Vieira)

1. A margherita do  Armazém Guimarães, de Maceió.

Veja Comer & Beber ABC 2013-2014

(Foto: Romero Cruz)

2. Uma clássica nunca é demais: a caprese da Dona Joanna Espaço Gourmet,  em São Bernardo, é coberta por mussarela de búfala e finalizada com rodelas de tomate, manjericão e pedaços de azeitona preta.

BASILICO - SC

(Foto: Ligia Skowronski)

3. A versão alla norma do Basílico, em Florianópolis, reúne cubos de berinjela, tomate e manjericão.

BRÁZ CAMPINAS

(Foto: Aislan Romeu)

4. A affumicata da Bráz, em Campinas, não leva molho de tomate. Direto sobre a massa vão tomate-caqui, mussarelas de leite de vaca e de búfala defumada, folhas frescas de sálvia, alecrim e azeitona preta.

ABC-GRAZIE NAPOLI  007

(Foto: Ligia Skowronski)

5. Outra margherita (simples assim, porque a gente adora!), esta feita pela Grazie Napoli, em Santo André.

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sofis

(Foto: Romero Cruz)

6. Rocca Pizzaria e Forneria, em Salvador: a versão chamada de sofisticada reúne mussarela, tomate-cereja, azeitona, presunto cru, abacate e rúcula.

BASKARIA - POA

(Foto: Ligia Skowronski)

7. Chama lili lore esta versão da Bazkaria, em Porto Alegre, que reúne palmito, tomate seco, queijo de minas, mussarela de búfala e manjericão.

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DAMASC CM QEJ NBE - VILLA FORIA - RECIFE

(Foto: Ligia Skowronski)

8. Com damasco e queijo brie também é bom! Esta é da Villa Foria, no Recife.

Os melhores bares da cidade

CAROLLA 023

(Foto: Ligia Skowronski)

9. Carolla Pizza D.O.C, em Curitiba: A lollo brigida reúne escarola, mussarela de búfala, tomate-cereja e manjericão.

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rj

(Foto: VejaRio)

10. Capricciosa, do Rio de Janeiro: chama-se toscana D.O.P esta receita coberta com mussarela feita com queijo de leite de búfala, alho-poró, linguiça toscana artesanal de lombo suíno e orégano fresco.

Graça di Napoli - SP

(Foto: Fernando Moraes)

11. Pensa em um casamento que deu certo: cream cheese, queijo gruyère, alcachofra, azeitona preta e tomate, na Graça di Napoli, em São Paulo.

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olegário - BH

(Foto: VejaBH)

12. A versão batizada de burrata al pesto do Olegário, em Belo Horizonte, leva molho de tomate, mussarela especial, tomate confitado e (claro!) burrata e molho pesto.

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(Foto: Romero Cruz)

13. Pizzaria São Paulo, em Ubatuba: a provençal é coroada de abobrinha e berinjela grelhadas com alho mais mussarela, tomilho e tomate confitado.

Veja Comer & Beber Belém 2013

(Foto: Romero Cruz)

14. Esta versão da Xícara da Silva, no Belém, é carinhosamente apelidada de “da vovó” e leva mussarela, camarão-rosa e jambu – uma erva paraense conhecida por causar uma leve dormência na boca!

vignoli

(Foto: Romero Cruz)

15. Mais uma com brie, porque sim! Esta é do Vignoli, em Fortaleza e recebe, além do queijo, geleia de damasco e pedaços da fruta seca.

PT-Cortona5420 Goiânia

(Foto: Ramón Vasconcelos)

16. A versão cortona da Pitigliano, em Goiânia, é coberta com mussarela, aspargos frescos puxados no azeite, crocante de presunto cru e ovo estalado.

Valentina - Brasilia

(Foto: VejaBrasília)

17. A versão ananás da Valentina, em Brasília, combina cubos de abacaxi e gorgonzola e não leva molho de tomate.

Postado em 07/07/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Way Beer e Bier Markt lançam a primeira India Red Ale brasileira

Adolfo Bandeira e Pedro Braga, sócios-proprietários do Bier Markt, entre Alejandro Winocur e Alessandro Oliveira, sócios-proprietários da Way Beer, na fábrica da cervejaria paranaense (Foto: Divulgação)

Adolfo Bandeira e Pedro Braga, sócios-proprietários do Bier Markt, entre Alejandro Winocur e Alessandro Oliveira, sócios-proprietários da Way Beer, na fábrica da cervejaria paranaense (Foto: Divulgação)

Em comemoração aos seus seis anos, o Bier Markt – bar gaúcho que já coleciona dois prêmios de Veja Comer & Beber Porto Alegre graças à sua extensa carta de cervejas – juntou-se à cervejaria paranaense Way Beer para lançar, nesta quinta (9), um novo rótulo. Trata-se da cerveja colaborativa #QUEMNUNCA, uma India Red Ale (IRA) com 5,6% de teor alcoólico. A parceria resultou na versão de cor avermelhada – como sugere o nome do estilo, que carrega toques de maracujá e limão. Em seu preparo foram utilizados os lúpulos Mosaic e Galaxy, que conferem intensidade e alto amargor à cerveja.

Inicialmente, a #QUEMNUNCA será comercializada apenas como chope (R$ 11,90, 300 mililitros), no próprio Bier Markt e no Bier Markt Vom Fass. Mas, num futuro próximo, os sócios Alejandro Winocur e Alessandro Oliveira prometem o engarrafamento da bebida. Uma das maiores cervejarias do país, a Way Beer estreou oficialmente em 2010, no Festival Brasileiro da Cerveja, realizado em Blumenau (SC). Hoje, produz mais de dez tipos, entre eles a Die Fizzy Yellow, a Amburana Lager e a Eat Me.

Lançamento da #QUEMNUNCA. Bier Markt Vom Fass. Rua Barão de Santo Ângelo, 497 – Moinhos de Vento, Porto Alegre. Qui. (19), 18h/0h. Entrada Gratuita. www.biermarkt.com.br

Postado em 19/06/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Ribeirão Preto comemora aniversário com festival gastronômico

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Ribeirão Preto entra na onda das feirinhas gastronômicas e celebra os 159 anos de sua fundação com um evento do gênero. A 2ª edição do Festival Gastronômico rola nesta sexta (19) e no sábado (20) e reúne nomes já conhecidos dos especiais COMER & BEBER, como o Piola, o Buzina Food Truck, o Bendito Burger e a Casa Mathilde.

Também marca presença a dupla Adolpho Schaeffer, do Holy Pasta, e Marcio Silva, do Buzina – ambos participantes do programa Food Truck: A Batalha, exibido pelo canal GNT. Além dos trucks, entre os dezenove participantes há estabelecimentos locais e paulistanos, que servem receitas e bebidas a preços camaradas em tendas instaladas no estacionamento do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto. Afora os comes e bebes, um palco montado junto ao evento abriga shows de soul music, blues e jazz.

Confira a seguir a lista dos participantes:

A Queijaria: seleção de queijos variados, a partir de R$ 24,00

Bar do Peixinho & Açafrão: tacacá e pintado grelhado com tucupi e jambu (R$ 18,00, cada um)

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Foto: Divulgação

Bendito Burger: o ribs bbq burger reúne hambúrguer de costela mais queijo de minas e molho barbecue da casa (R$ 20,00)

Botica da Roça: serve um sanduba de linguiça artesanal (R$16,00) com alface, tomate, cebola e queijo provolone

Buzina Food Truck: serve hambúrgueres especiais, como o x-buzina (R$20,00), que junta  linguiça ibérica, molho aioli e queijo cheddar, acompanhado de batata frita

Casa Mathilde: traz receitas portuguesas, como o pastel de nata, o de santa clara e o salame de chocolate (R$ 8,00 cada)

Cervejaria Patriarca: porção de pastéis de costela desfiada (R$ 16,00, cinco unidade) e risoto de funghi (R$ 20,00) mais shiitake e filé mignon em cubos

Dunatto’s: porções de batata frita com casca (R$ 8,00), onion rings (R$8,00) e mini churro com sorvete e cobertura de doce de leite (R$10,00)

Frida Taqueria: serve receitas mexicanas, a exemplo dos nachos yucatan (R$20,00)  que levam chilli com carne, queijo cheddar e guacamole

Holy Mac'n Cheese, do food Holy Pasta

Foto: Divulgação

Holy Pasta Food Truck:  a especialidade do truck é o holy mac’n cheese (R$20,00), que leva uma mistura de queijos temperados com páprica defumada e molho branco mais cubos de bacon e nachos

Le Sofiah: vende brownie de chocolate (R$ 6,00), palha italiana (R$ 4,00) e fondue de chocolate (R$ 8,00) com morango

Los Mendozitos: vende espumantes e vinhos tinto, rosé e branco, a exemplo do Garnacha Blanca Mogollon Familia Mayol (R$14,00).

Ratatouille Camponês - do food Maria Marie

Foto: Divulgação

Maria Marie Food Truck: ratatouille camponês (R$14,00) e sanduíche de costelinha suína desfiada mais molho barbecue com pimenta-cambuci e queijo prato no pão cervejinha  (R$16,00)

Merenda de Rua: vende hambúrguer de cordeiro com queijo gruyère e maionese de hortelã (R$20,00)

Mr. Beer: vende chopes da cervejaria ribeirão-pretana Colorado por R$ 8,00, além da cerveja Pilsner Urqell, da república Checa (R$ 12,00, 330 mililitros)

Piola: tem três opções de massa, como o penne ao molho branco de cogumelo-de-paris, shimeji, shiitake e funghi seco mais cubos de filé mignon (R$ 20,00)

Caldo picante de mandioquinha com carne seca do Rizzo Gourmet

Foto: Divulgação

Rizzo Gourmet: sanduíche de costela bovina  desfiada e refogada com alho-poró (R$12,00) e caldo de mandioquinha com carne de sol (R$ 12,00)

Sherlock Dog: serve três versões de hot-dog. Uma delas junta salsicha viena de 24cm, molho chilli, queijo cheddar e maionese da casa (R$ 12,00)

Sweet Shake: tem milkshake de morango, de Nutella e de Oreo – todos vendidos a R$ 12,00

Festival Gastronômico. Estacionamento do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto. Avenida Luiz Eduardo de Toledo Prado, 900, Vila do Golf. Sex. (19) e sáb. (20), 15h/22h. Entrada gratuita. www.facebook.com/festivalgourmetoficial

Postado em 11/06/2015 por Jennifer Detlinger | 2 comentários

Curitiba recebe evento com sanduíches a partir de 10,90 reais

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Tem novidade na cena gastronômica curitibana: em sua primeira edição, o Circuito de Sanduíches de Curitiba reúne mais de quarenta bares, restaurantes e pontos de venda de comidinhas que oferecem versões exclusivas dos lanches a partir de hoje (11) até 27 de junho. Os preços variam entre R$10,90 e R$ 15,90. Ou seja: o evento é um respiro para quem quer visitar estabelecimentos bacanas da cidade sem esfolar o bolso.

Entre os bares participantes está o CanaBenta com uma receita que junta hambúrguer de linguiça toscana, queijo mussarela, mix de folhas, cebolinha e molho golf no pão francês redondo. Outra opção é o Porco Nobre, que oferece um sanduba composto de rosbife, queijo mussarela e pesto de agrião no pão d’água. A maioria das opções servidas nos estabelecimentos acompanha batata frita ou onion rings, sem nenhum custo a mais. O evento é promovido pelo guia Curitiba Honesta, que reúne o horário em que cada endereço irá funcionar durante o Circuito no seu site.

Confira a seguir a lista dos participantes e o que comer em cada um:

Angel’s Burger –  vai servir hambúrguer com 200 gramas de  fraldinha, maionese, alface americana e tomate no pão com gergelim (R$ 15,90)

Armazém Santana – a receita da casa reúne linguiça toscana, queijo alemão derretido, cheiro verde e vinagrete (R$ 10,90)

Aufenhaus –  o bar prepara um sanduíche de salsicha tipo alemã de carne suína grelhada na churrasqueira mais queijo mussarela derretido, molho especial, vinagrete de cebola, tomate e limão no pão francês (R$ 15,90).

Aurora Bar - aqui a clientela encontra um lanche de fraldinha – cortadas na ponta da faca em fatias finas, que ainda leva mostarda dijon, queijo prato e maionese (R$ 15,90)

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Bahir Shawarma – a casa árabe serve um sanduíche de lascas de carne bovina mais picles, tomate, alface americana, cebola roxa grelhada e pasta de grão de bico (R$ 13,90)

Bar do Dante - o visitante pode comer o sanduba de linguiça fatiada com vinagrete da casa e cebola feita na chapa, no pão francês (R$ 10,90)

Bar do Pachá - o sanduíche do bar leva tiras de mignon, queijo derretido e cheiro verde no pão crocante (R$ 15,90)

Barbarium Beer Pub - serve uma receita de costelinha de porco desfiada mais cheiro verde, tomate, cebola e alho no pão francês, acompanhada de geleia de hortelã (R$ 15,90)

Banoffi - salmão curado, cream cheese e rúcula compõem a receita montada no pão de leite com gergelim (R$ 15,90)

Baroneza - sanduíche de mignon em tiras com queijo mussarela  e tomate (R$ 15,90)

Boa Prosa – o bar serve o sanduíche montado no pão francês que reúne linguiça de pernil com recheio de pinhão e vinagrete, acompanhado de farofa e pimenta da casa (R$ 10,90)

Bom Scotch - hambúrguer artesanal de carne bovina mais queijo mussarela maionese e cheiro verde (R$ 13,90)

Boteco La Grappa – montada no gaúcho pão cervejinha, o lanche junta costela bovina desfiada, cebola, queijo mussarela, pimentão assado e salsinha (R$ 13,90)

Café Snege – aqui a receita é maminha fatiada mais cebola refogada com alho-poró, tomate, picles e cheiro verde na baguete de 20 cm. O visitante pode optar entre duas opções de molho: creme de queijo parmesão ou pimenta-cambuci  (R$ 15,90)

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Canabenta - o sanduíche reúne hambúrguer de linguiça toscana, queijo mussarela, mix de folhas, cebolinha e molho golf no pão francês redondo (R$ 15,90)

Celeiro Hamburgueria – hambúrguer artesanal de carne bovina com molho de gorgonzola, bacon, rúcula, tomate – tudo no pão francês (R$ 15,90)

Cervejaria da Vila - o sanduíche de carne moída mais queijo mussarela na baguete acompanham pimenta dedo de moça empanada recheada com carne moída (R$ 13,90)

Cidadão do Mundo - hambúrguer de 160 gramas com queijo cheddar, bacon e  pimenta jalapeño (R$ 15,90)

(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Dalí da Esquina - o lanche combina barreado cozido queijo mussarela e banana da terra na chapa no pão francês (R$ 10,90)

Don Kebab – a casa serve sua especialidade com uma versão vegetariana: bolinho de grão de bico mais alface, tomate, picles, cebola roxa e salsinha picada (R$ 13,90)

Gás Burger – hambúrguer artesanal de costela,  queijo mussarela, bacon e molho barbecue da casa no pão d’agua (R$ 15,90)

Hamburger Sub -hambúrguer artesanal de fraldinha, queijo prato, alface  e tomate no pão de leite com crosta de castanhas e raspas de limão-siciliano (R$ 15,90)

Hamburgueria Água Verde – hambúrguer de fraldinha com 160 gramas, queijo cheddar, prato ou mussarela, tomate seco, rúcula e maionese no pão francês com gergelim (R$ 15,90)

Hamburgueria Rústica -  hambúrguer de carne bovina com 200 gramas, queijo prato, alface e molho de ervas finas no pão de leite ou francês (R$ 15,90)

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Harvest Folk Bar - o sanduíche preparado pelo bar é composto de iscas de alcatra, tomate, rúcula e pasta de gorgonzola na baguete de 20 cm (R$ 15,90)

Haus Bier – hambúrguer de picanha recheado com queijo e lúpulo mais alface e tomate no pão bagel produzido com malte (R$ 10,90)

Jabuti - tiras de filé mignon, bacon, cebola, queijo mussarela, alface, tomate, picles, molho de requeijão e caldo de carne com especiarias no pão de hambúrguer com gergelim (R$ 15,90)

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Joaquim Jose - a padaria serve um sanduíche envolto em massa de pizza, que reúne hambúrguer de fraldinha, queijo mussarela e parmesão e cogumelo de paris (R$ 15,90)

La Chiviteria - a casa prepara uma versão do chivito, sanduíche típico do Uruguai, que reúne mignon chapeado, bacon, queijo mussarela, alface, tomate, azeitona e maionese (R$ 15,90)

Maia Box - o sanduíche junta 150 gramas de mortadela e pasta de raiz forte da casa no pão francês (R$ 15,90)

Menina Zen - hambúrguer artesanal de carne bovina, cebola crocante mais molho de cheddar no pão francês redondo (R$ 15,90)

Muzik Hamburgueria - pernil suíno desfiado e marinado na cerveja, queijo, cebola e tomate no pão da casa (R$ 15,90)

Na Casa do Ganso –  hambúrguer artesanal de carne bovina, queijo provolone, alface, tomate e molho da casa no pão francês (R$ 13,90)

Porco Nobre -  serve um sanduba composto de rosbife, queijo mussarela e pesto de agrião no pão d’água (R$ 13,90)

Prime Grill - hambúrguer artesanal de carne bovina, queijo mussarela e prato, alface, tomate e molho chimichurri no pão da casa (R$ 15,90)

Quermesse - hambúrguer de 200 gramas mais creme de queijo cheddar, cubos de bacon e cebola no pão com gergelim (R$ 15,90)

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(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Quincho Grill – hambúrguer de 200 gramas com queijo cheddar, alface, tomate, cebola e maionese caseira no pão integral (R$ 15,90)

Rocky Chicken – salsicha mais queijo mussarela ralado, chilli e maionese no pão de cachorro-quente (R$ 13,90)

Schnaps – salsicha alemã com queijo mussarela, cebola caramelada e cheiro verde no pão francês  (R$ 13,90)

Silzeu’s - hambúrguer artesanal carne bovina mais queijo provolone, bacon, onion rings, alface, tomate e molho barbecue no pão francês (R$ 15,90)

Simples Assim - mortadela, queijo mussarela,  picles, manjericão, azeite de oliva e mostarda no pão francês redondo (R$ 15,90)

The Best Ribs – hambúrguer de costela bovina com 200 gramas, queijo cheddar, alface e tomate no pão francês  (R$ 15,90)

Trovatore Burguer – hambúrguer artesanal de carne bovina mais queijo mussarela, cebola chapeada e bacon no pão francês (R$ 13,90)

(Foto: Divulgação/Gean Cavalheiro)

Postado em 28/05/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Dia do Hambúrguer: selecionamos dezoito lugares para comemorar nesta quinta (28)

Hoje (28) é celebrado o Dia Internacional do Hambúrguer. Quer motivo melhor para chamar a mulher, o marido, os filhos, a namorada, o namorado, os amigos…enfim, reunir a turma e correr para uma boa hamburgueria? Para facilitar a comemoração, reunimos algumas casas espalhadas pelo Brasil, todas elas premiadas nas edições especiais de VEJA Comer & Beber nos últimos três anos. A seleção caprichada, que vai das marcas já consagradas por suas receitas criativas à hamburgueria belenense que vende versões com ingredientes regionais, tem tudo para deixar você com água na boca. Confira:

Z Deli Sandwich Shop - São Paulo

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Dois critérios podem ser usados para medir o sucesso desta lanchonete: o tempo de espera por uma mesa e a quantidade de fotos compartilhadas pelos clientes no Instagram. Para comprovar o porquê de todo esse hype, só dando uma mordida na carne alta chapeada sempre no ponto solicitado pelo cliente e coberta por cheddar inglês, salada, cebola-roxa, picles e bacon. Sem invencionices na receita, mas feita com um capricho incrível, a pedida chama-se joint  e está no cardápio da loja de Pinheiros, a maior unidade.

Meats - São Paulo

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No capítulo dos lanches da casa, não param de pipocar invenções de Paulo Yoller. Uma das mais requisitadas leva o nome de zucchini e reúne queijo de cabra, abobrinha, molho de hortelã e bacon.  A primeira filial foi aberta em fevereiro deste ano. Fica no mesmo imóvel onde funcionou o extinto Rockets, na esquina da Alameda Lorena com a Rua Doutor Melo Alves, nos Jardins, e tem alguns pratos exclusivos.

Cadillac Burger - São Paulo

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Bairro de tradição italiana, a Mooca abriga um point de sotaque americano que vale a visita. Cravada na Rua Juventus, a lanchonete decorada por objetos vintage que remetem aos Estados Unidos prepara ótimos hambúrgueres. No ponto da casa, os bifões com 180 gramas de carne saltam da grelha bem rosados. A versão chamada de kick ass recebe creme de queijo gorgonzola, bacon, picles, onion rings e molho barbecue artesanal.

Comuna - Rio de Janeiro

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Neste badalado reduto da cena alternativa carioca é produzido o melhor hambúrguer da cidade, segundo os jurados da última edição do especial COMER & BEBER do Rio. No bar a meia-luz, hambúrgueres são oferecidos em cinco sugestões fixas, emolduradas por um delicioso brioche de cacau de produção própria. O trash humpers é feito de patinho, acém e bacon, valorizado por rúcula e alface-americana, coberto por queijo gouda, bacon caramelado e maionese feita do toucinho.

Duke’n’Duke – Belo Horizonte

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A iluminação baixa, somada ao verde e ao bordô das paredes e à trilha sonora caprichada dão o tom do lugar, onde é comum encontrar casais em clima de romance. Estampam o cardápio criações do chef Vicente Ramos, que dão água na boca. Quando chegam à mesa, então, enchem os olhos. Uma delas é o imbatível lanche thelonious (monk), com pão australiano na chapa, seguido de hambúrguer dupla face de picanha e peperone, queijo gouda holandês derretido com pimenta, fatias de presunto de Parma italiano e molho da casa.

Marvin American Burgers – Brasília

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Pioneira na produção de hambúrgueres gourmets de estilo americano na capital, a grife conquistou o paladar dos moradores da capital. A forte receita de sucesso está apoiada em discos de 140 gramas de contrafilé, temperados apenas com sal e grelhados no char broiler. Eles preenchem quase todas as mais de vinte versões de sanduíche disponíveis. Entre as opções está o suculento hambúrguer de cordeiro com cebola caramelada, geleia de menta e molho barbecue. Todos os pratos do Marvin vão à mesa escoltados por fritas crocantes e quentinhas.

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The Burger Map – ABC

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O cardápio relaciona 25 receitas tradicionais de treze estados americanos. Na montagem do lanche, o disco de carne mistura três cortes bovinos, da raça angus, oriundos de animais criados sem hormônios. O pão tem massa à base de batata e o queijo é um requeijão de corte, que lembra o american cheese. Da cozinha, saem versões como sunnyside, que é servido coberto com bacon e um ovo frito.

Circus – Belém

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O chef Artur Bestene é um belenense com tanto orgulho dos produtos de sua terra que resolveu regionalizar a mais famosa receita americana. Para isso, adicionou jambu e outros itens típicos aos sanduíches do cardápio, além de trocar a carne bovina pela de búfalo, trazida da Ilha do Marajó. Na montagem do chamado jambúrguer, sugestão mais requisitada pelo público fiel, ainda entram queijo do Marajó, jambu refogado com alho e tucupi mais castanha-do-pará caramelada.

Big Jack Hamburgueria – Campinas

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Campeã da especialidade pela quarta vez no ano passado, a marca criada em 2009 tem dois grandes trunfos: a charmosa decoração retrô e a habilidade dos chapeiros à frente da cozinha de onde saem sanduíches caprichados. Um deles é o jack’s, montado no pão australiano, que reúne hambúrguer de 150 gramas de picanha, queijo, alface, cebola e molho rosé.

Madero Prime Steakhouse – Curitiba

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O sucesso da matriz da marca, aberta onze anos atrás por Junior Durski segue uma fórmula bem simples: pão, carne, queijo, alface, tomate, cebola e maionese. A versão clássica do lanche leva uma composição de 260 gramas de fraldinha, picanha e contrafilé extraídos de gado angus, grelhada em churrasqueira de lenha pré-queimada. A montagem, feita em um pão francês redondo de produção própria, sempre fresquinho, inclui ainda cheddar inglês, salada orgânica e uma suave maionese artesanal.

Meatpacking NY Prime Burger – Fortaleza

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Grafites, luminosos e pôsteres que fazem referência à cultura americana compõem a decoração do estabelecimento e dão a ele um clima de bar moderninho. O hambúrguer, uma mistura de 180 gramas de contrafilé, coxão mole e fraldinha, sai da chapa no ponto solicitado, temperado somente com sal grosso e pimenta moída na hora, e entra no preparo de criativas receitas. O lanche batizado de BBQ crispy burger, leva cheddar, molho barbecue, cebola crocante, alface e tomate.

Madero Burger & Grill – Goiânia

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Com mais de quarenta lojas espalhadas pelo Brasil, a grife gastronômica segue uma mesma receita para todas suas filiais: cortes nobres como fraldinha, picanha e bife de chorizo, extraídos de gado angus, são moídos e moldados em suculentos discos de carne e depois grelhados em churrasqueira do tipo char broiler. Um dos trunfos da casa é a sua maionese artesanal, suave e bem temperada, elaborada diariamente em cada unidade com mostarda, suco de limão, sal, pimenta e cebola triturada. O clássico cheeseburger madero, montado com 180 gramas de carne mais alface leva ainda tomate, cebola grelhada, queijo cheddar e chega à mesa ao lado de batata frita.

Don Burger Gourmet – Maceió

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A hamburgueria fica em um ponto privilegiado, a poucos passos da areia de Ponta Verde. Um suculento disco de carne com 200 gramas assado em char broiler protagoniza a receita do hambúrguer de picanha, que junta alface, tomate e queijo cheddar no pão bola salpicado de parmesão. Como acompanhamento, o molho de mostar ancienne chega em um potinho à parte.

80′s Burguer & Beer – Manaus

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A maior atração desta pequena e simpática lanchonete ambientada pela cultura dos anos 80 são os caprichados hambúrgueres. Elaborado com alcatra e temperado apenas com sal e alho, o disco de 160 gramas entra na composição do journey, que leva alface, tomate, presunto de peru, cheddar e ovo.

Le Grand Burger – Porto Alegre

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Premiada por servir o melhor hambúrguer da cidade pelo terceiro ano consecutivo, a casa apresenta criações de inspiração francesa. Um exemplo de sua inventividade é o steak au poivre burger, composto de um disco de entrecôte de 125 gramas grelhado na char broiler, pimenta preta, rúcula e queijo camembert. Todas as pedidas são servidas dentro de uma caixinha de madeira, acompanhadas de molho da casa, semelhante ao aïoli, e uma porção de batata rústica.

Vila Torre Original Burger – Recife

Veja Comer & Beber Recife 2014

O menu da lanchonte lista cerca de trinta sanduíches com nome de pontes ou ruas da região. Entre os mais requisitados está o avenida beira-rio, que reúne hambúrguer de 110 gramas de picanha mais uma generosa cobertura de mussarela derretida, batata palha, alface, tomate e milho no pão bola.

Bendito Burger – Ribeirão Preto

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A hamburgueria ocupa um salão moderninho, com um deque logo na entrada. O ambiente, embalado por trilha de house music e rock, exibe uma moto Garelli decorando uma das paredes. Entre os hambúrgueres, há receitas pouco triviais. Uma delas traz hambúrguer caseiro de 180 gramas, feito com fraldinha, mussarela de búfala, laranja seca e miniagrião.

Gourmet Burger Market – Santa Catarina

HAMBURGUER CAPRESE - GOURMET BURGUER MARKET - FLORIANOPOLIS

A lanchonete segue uma receita pra lá de especial no preparo dos hambúrgueres: cerca de 180 gramas de picanha são grelhados em chair broiler, equipamento a gás com pedras vulcânicas. Ainda há cinco tipos de pão, entre eles o da casa, feito com ervas e parmesão, e o ciabatta. No lanche caprese, o hambúrguer ganha a companhia de rúcula, pesto de manjericão, cebola assada, mussarela de búfala e tomate-caqui. Todas as sugestões são escoltadas por uma porção de onion rings, fritas ou batata rústica.

 

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