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Postado em 23/07/2015 por Redação | 100 comentários

15 coisas para entender o Recife e os recifenses

1. Megalomaníaco, eu?

Para começar a conversa, que fique claro: recifenses, em geral, são megalomaníacos. Talvez isso tenha raízes no movimento regionalista encabeçado por Gilberto Freyre, vai saber! Mas quem vive no Recife adora dizer, entre outras coisas, que a cidade tem o maior bloco de carnaval do mundo (isso é verdade, o Galo da Madrugada) e a maior avenida em linha reta – a Avenida Caxangá. O fato é que essa avenida nunca foi a mais longa e, para ironizar a megalomanía quase coletiva, existe até um filme chamado “O Melhor Documentário do Mundo”.

Foto: Milton Marsilha

O Galo da Madrugada: o maior bloco de Carnaval do mundo! (Foto: Milton Marsilha)

2. Bolo de rolo não é rocambole 

Um recifense não admite essa comparação de jeito nenhum, apesar do formato semelhante. Enquanto o rocambole é feito com um único pão de ló enrolado, o bolo de rolo tem pelo menos quatro lâminas finíssimas de outro tipo de massa, o que exige muito mais habilidade das doceiras. Não por acaso, a deliciosa sobremesa é tida como patrimônio imaterial do Pernambuco desde 2007.

Crédito: Heudes Regis

Bolo de rolo, da Casa dos Frios : NÃO É ROCAMBOLE!!! (Crédito: Heudes Regis)

3. Hellcife e Raincife

Na brincadeira dos recifenses, a cidade possui apenas duas estações próprias: no verão, “Hellcife”, devido ao intenso calor que impera na maior parte do ano. Já no inverno, que é marcado por intensas chuvas, vira “Raincife”.

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4. Praia sem banho de mar

E no “Hellcife”, que dura quase o ano inteiro, todo mundo corre para a praia e… fica na areia! Recifense que é recifense sabe que, nos últimos anos, ao menos sessenta ataques de tubarão foram registrados nas praias da cidade. Por isso, o surfe por lá foi proibido e a maior parte dos moradores passa longe da água. Em vez disso, os recifenses tomam conta da areia para pegar sol, tomar cerveja e, claro, comer de tudo. As barracas e ambulantes oferecem caldinhos de feijão, camarão frito, ostra, queijo assado, amendoim…

Crédito: Leo Caldas

A praia de Boa Viagem: pode ter tubarão sim! (Crédito: Leo Caldas)

5. Raspa-raspa para refrescar

A refrescante bebida, preparada na frente do freguês, consiste no gelo raspado e misturado a essências coloridas de diferentes sabores. O raspa-raspa, em outras cidades do país conhecido como raspadinha, costuma ser vendido em carrocinhas nas praias e outros lugares de grande concentração de pessoas, e tem gosto de infância.

Raspa-raspa: sucesso na praia e no imaginário infantil dos recifenses (Crédito: Alfredo Franco)

Raspa-raspa: sucesso no imaginário infantil dos recifenses (Crédito: Alfredo Franco)

6. Tapioca boa é a do Alto da Sé

Tem tapioca por todo lado no Recife, mas os recifenses gostam mesmo é das tapiocas feitas no Alto da Sé, na vizinha Olinda. A mais pedida é recheada com queijo e coco. Não tente entender muito bem por que lá é melhor. Peça a sua e curta a vista – lá do alto, dá para ver Recife e Olinda.

Crédito: Heudes Regis

De queijo com coco, a mais pedida no Alto da Sé (Crédito: Heudes Regis)

7. Cartola, só no prato

Não fosse formal demais, o uso de uma cartola poderia até ser útil nos dias ensolarados do Recife. Mas os recifenses preferem a cartola é no prato. Não entendeu? Tem esse nome a sobremesa que surgiu nos tempos das casas-grandes e senzalas. Ela é feita com banana frita coberta de queijo (pode ser de coalho ou manteiga) e polvilhada com açúcar e canela. Em 2009, o doce foi considerado patrimônio imaterial de Pernambuco.

Crédito: Ligia Skowronski

A cartola, do Leite: sobremesa querida no Recife (Crédito: Ligia Skowronski)

8. Escondidinho ou arrumadinho?

Claro que tem pastelzinho, bolinho e outros quitutes típicos de boteco nos bares recifenses. Mas, para acompanhar a cerveja, os recifenses preferem mesmo é um escondidinho ou um arrumadinho, que são pratos substanciosos, apesar do diminutivo. O primeiro intercala camadas de um creme feito com macaxeira (mandioca ou aipim) e carne de sol ou charque. O arrumadinho leva uma dessas carnes mais feijão-macáçar ou verde, farofa e vinagrete.

Crédito: Romero Cruz

O arrumadinho do Bar do Tonhão: “inho” só no nome (Crédito: Romero Cruz)

9. Sushi carioca

Coube ao chef André Saburó, do Taberna Japonesa Quina do Futuro, introduzir esse sushi no cardápio dos restaurantes japoneses da cidade. De carioca, ele só tem o nome. Tipo de uramaki de salmão com cream cheese, empanado por fora, esse sushi faz o maior sucesso entre os recifenses. e, em outras capitais, é conhecido como hot roll.

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10. Bolo de bacia

Muito antes da moda do cupcake, os recifenses já encontravam em lanchonetes populares um bolinho assado dentro da própria forma – o chamado “bolo de bacia”. O nome se refere à maneira simples de preparo da massa, que é batida à mão, em uma bacia mesmo.

Crédito: Alfredo Franco

Bolo de bacia: um clássico muito antes da moda do cupcake (Crédito: Alfredo Franco)

11. O recifense não dança frevo…

O frevo é um ícone do Recife e, bairristas que são, os recifenses têm o maior orgulho disso. No entanto, por mais que se empolguem com o ritmo, a maioria dos recifenses não sabe dançar o frevo como um passista; em vez disso, não faz mais do que se remexer com os dois dedinhos para cima, para a frustração dos turistas.

Crédito: Juliano da Hora

Sombrinha de frevo no Marco Zero: eles têm orgulho do ritmo, mas nem sempre sabem dançar (Crédito: Juliano da Hora)

12. O recifense também não diz “oxente”

Outra surpresa de quem chega à capital é se dar conta que os locais não usam tanto o “oxente!” tão comum aos nordestinos. Aliás, recifenses adoram “mangar” de quem tenta imitar o sotaque local falando “oxente”. Para eles, o mais comum é usar “oxe!”.

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13. Mas tem um dicionário próprio

No Recife, “mangar” significa rir de alguém, mosquito é chamado de muriçoca, o caloteiro que não paga a conta é tido como “xexêro” e fuleiro ou farrapeiro é uma pessoa que não honra o combinado. Quer mais? “Emperiquitado” é alguém muito arrumado; seu oposto é “malamanhado”. E se alguém estiver com muita restrição sobre algo ou alguém, ouvirá um “deixe de pantim”. O livro “Dicionário do Falar Pernambucano”, de Paulo Camelo, reúne mais de 2 300 verbetes como esses.

14. E há palavras do “dicionário recifense” com múltiplos significados

“Arretado” pode ser algo muito bom ou expressar desgosto ou irritação. “Massa” é usado para descrever algo ou alguém agradável e também para concordar com algo (como um “tudo bem” ou “beleza”). E “pronto” pode ser uma confirmação (como um “ok”) ou virar uma interjeição, em situações de indignação. Por exemplo: “Pronto, agora vão acabar com a nossa festa”.

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15. Visse?

Não bastasse ter um dicionário próprio, o recifense também criou a sua gramática. Um caso peculiar é o uso do pretérito do subjuntivo no lugar do pretérito do indicativo para a 2ª pessoa. Assim, em vez de perguntar “Foste lá?”, na linguagem coloquial é “fosse lá?”. Foi dessa forma que surgiu o famoso “visse”, muito usado no final das frases. “Agora ficasse sabendo um monte de coisa que só o recifense sabia, visse?”

Por Mirella Falcão, para Veja Recife

Comentários sobre "15 coisas para entender o Recife e os recifenses"

  1. Aline comentou em 24/07/2015:

    Mirella parabéns pela matéria, acrescento aí que nós não falamos “do Pernambuco” e sim, “de Pernambuco”!!! rsrsrsrs. Teu texto tá filé (nosso também!!!) !!!

  2. eugenia Cabral comentou em 24/07/2015:

    Tudo certo. Adorooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

  3. EDUARDO AURELIO comentou em 24/07/2015:

    “COMEDIA” pessoa que se acha alguma coisa mai no fundo nao tem nada! é um “COMEDIA”

  4. Alyson Vilela comentou em 24/07/2015:

    Muito boa a matéria, mas, como linguista da área da fonologia, eu preciso fazer uma correção sobre o último ponto. As formas do passado “visse”, “fosse” etc. muito usadas no Recife (e aqui em João Pessoa também), nada têm a ver com o subjuntivo. O que ocorre é apenas uma fusão do som do S com o do T. Isso ocorre porque os dois sons são muitos próximos: são coronais (articulam-se com a coroa da língua), desvozeados (não têm vibrações das cordas vocais). A única diferença é que S é fricativo (fricção do ar), e T é oclusivo (bloqueio total da passagem de ar pela boca).

    Enfim, o T se funde ao S (o que chamamos de espraiamento de traços distintivos ou se assimilação), transformando viste em visse, foste em fosse, falaste em falasse e assim por diante. É apenas uma questão fonética, sem nenhuma relação com o pretérito do subjuntivo. A forma fica igual à do subjuntivo por mera coincidência.

  5. Mariano Sá comentou em 24/07/2015:

    Muito bom! Recife melhor que Paris! =)

  6. luciene frança comentou em 24/07/2015:

    Quero parabenizar pela excelente reportagem. Sou de Recife e tudo q vc descreveu condiz com o nosso jeito de falar. Muito obrigada pela reportagem parabéns.

  7. Julio Luis Brandão Teixeira comentou em 24/07/2015:

    Sou natural de Jaboatão, cidade onde nasci pelas mãos de uma “parteira” na Rua 13 de Maio, nos idos de 1952.
    Moro em Santos, cidade para onde vim, por motivo de trabalho, desde 1979.
    Parabéns pela matéria sobre a minha terra natal.
    Fiquei emocionado com as incontáveis lembranças que me vieram à mente e me enchi de saudades.

  8. Sidnei Caldas comentou em 24/07/2015:

    Quem escreveu essa merda, não passou 2 dias aqui no recife! Está mal informado!

  9. julia amoras comentou em 24/07/2015:

    primeiro, nunca se disse que a Av caxangá é a maior em linha reta, o que se diz é que é a mais longa em linha reta da América latina, e não posso comprovar a veracidade disso também. e outra, recife não é Olinda.

  10. Ítalo de Araújo comentou em 24/07/2015:

    Queria parabenizar a autora da matéria. Foi espetacular, apontando genuinamente as nossas características locais e pessoais. Não sei se é daqui de Recife, se não, foi um trabalho e tanto. Se sim, bem, você apresentou-nos muito bem. Sucesso. Ficou arretado!!!

  11. Diego da Mata comentou em 24/07/2015:

    Faltou falar sobre o transito respeitoso e tranquilo! rs

  12. monicasantos comentou em 24/07/2015:

    Olá Ítalo,
    A Mirella Falcão é recifense sim. Não teria outro jeito de fazer essa matéria, certo?
    Abraços, equipe Veja Recife

  13. Ricardo comentou em 24/07/2015:

    Boa matéria, mas discordo do fato do recifense não usar as praias. Todos os recifenses usufrui normalmente das praias do Recife incluindo o banho de mar, tendo apenas cuidado de ficar protegidas nas inúmeras piscinas naturais de Boa Viagem.
    Outra coisa, todo o Recifense conhece os clássicos do Frevo, sabem dançar, mesmo que não saibam os passos mais complicados, já que são mais de mil passos catalogados. Dançar frevo não precisa dar show é so pular e se divertir.

  14. Carlos Alberto da Frota Lion comentou em 24/07/2015:

    Arretada a matéria.
    Sou de São Paulo, mas moro aqui em Jaboatão dos Guararapes, colado com o Recife a mais de 30 anos.
    E daqui eu não saio para lugar nenhum.
    Tenho Orgulho de ser PERNAMBUCANO.

  15. Paulo Roberto R. Mendes comentou em 24/07/2015:

    Somente quem mora no Recife é capaz de sentir a elevada energia que existe em toda a VENEZA BRASILEIRA.

  16. Jaqueline Andrade comentou em 24/07/2015:

    Eita! esqueceu de pontuar que o recifense adoora “discordar” de tudo só para começar um nova polêmica. E sempre tá certo. E quando sabe que vai perder no bate-boca, se arreta, pega as “coisas” (bolsa ou carteira) e vai embora falando sozinho. Isso chamando o amigo(a) de corno ou de quenga. No outro dia, tá tudo bem e já estão juntos na mesma mesa para começar uma nova “briga”

  17. Karla Santos comentou em 24/07/2015:

    Nas suas palavras existem um pouco de ironia, querendo desvalorizar o Recife, pois digo-lhe que nasci no Recife e não troco o meu Recife por nenhum lugar do mundo. Vocês não sabem o que felicidade, felicidade é morarr no Recife.. Chore despeitado.

  18. Henrique comentou em 24/07/2015:

    Recifense tem essa mania de querer colocar na cabeça que em Recife tudo é maior do mundo ou América.
    Acho a idéia muito boa, mas deveriam criar coisas melhores para nos orgulharmos.
    Maior avenida em linha reta
    Maior Bairro
    Maior conjunto residencial (Ignez Andreazza)

    Deixo meu protesto como forma de tenta mudar a mentalidade das pessoas do nosso estado, mas de forma alguma, desmerecendo-o.

  19. nahara bauchwitz comentou em 24/07/2015:

    Ai, que bacana esse texto! Editei e colaborei com a redacao de VEJA Recife por muitos anos e parabenizo a equipe. Vcs nao têm ideia de como é gostoso ler algo bem escrito e bem apurado, principalmente vivendo fora do Brasil. Sim, talvez o Ricardo tenha razao quando diz que tem gente que ainda se banha nas aguas de Boa Viagem, mas é bem verdade que muita gente simplesmente nao se ‘joga no mar’ como antes. Eu sou um bom exemplo disso. rs Adorei a explicacao do ‘visse’ feita pelo leitor Alyson. Eu sempre quis explicar isso, mas nao sabia exatamente como. Obrigada!

  20. Verá Queiroz comentou em 24/07/2015:

    Adorei o comentário de Jaqueline Andrade. Kkkkkkk
    Somos assim mesmo.
    É tudo corno e quenga, brigam, se arretam, se manifestam e no outro dia nem parece. “Tão tudo encangado de novo”.

  21. Zé comentou em 24/07/2015:

    Mulherada tudo caçando marido.

  22. BÁRBARA ROBERTA DE ARRUDA DIAS comentou em 24/07/2015:

    Caramba, fiquei bastante emotiva com esse documentário.
    Eu sou tão apaixonada pelo meu Estado de Pernambuco, Por minha Cidade… O recifense tem um Q à mais,como foi citado nos comentários a cima,nosso vocabulário é rico, nossa gastronomia é impar, as pessoas são singulares e o clima bastante misterioso, uma hora chove de repente,outra tá fazendo caloor. Calor que não tem fim… Aquele calor que aquece o povo, Hó povo quente…

  23. Heloisa Moraes Pedrosa comentou em 24/07/2015:

    Adorei o texto , só discordo de que o recifense não dança o frevo. Tenho 72 anos e danço , claro que agora, o frevo de bloco, que por sinal é muito lindo. Quanto aos tubarões, o mar é deles, mas podemos tomar banho nas piscinas naturais que são maravilhosas. Venham conhecer o Recife , estamos esperando de braços abertos.

  24. Daniella comentou em 24/07/2015:

    Pernambucano não dança frevo?!?!?!?!
    Bolo de bacia de chocolate?!?!?!?!
    Pernambucano não fala Oxente?!?!?!?!?!
    E Ainda bem que um leitor bem informado explicou corretamente a corruptela do “viste/visse”.

  25. Lindinalva Barbosa comentou em 24/07/2015:

    Linda matéria! Nosso Perna é espetacular! Agora.. Nós sabemos frevar sim! Oxi!!!

  26. Gabriela Vasconcelos comentou em 24/07/2015:

    Oxente! Agora lascou… Quem disse que recifense não fala “oxente” e não dança frevo?! Podemos não ser essencialmente grandes passistas, mas todos nós nascemos sabendo, pelo menos, fazer uma tesoura ao som de Vassourinhas.

  27. Sandra Maria O. da Costa comentou em 24/07/2015:

    Adorei a reportagem,agente que mora fora de Recife mata a saudade.

  28. Eliedja Rodrigues Ferreira comentou em 24/07/2015:

    “ÔXI”… É bom demais ser pernambucana!!!

  29. Mirella Santos comentou em 24/07/2015:

    Discordo com o fato de os recifenses não tomar banho de mar, está muito generalizado. Simplesmente, temos alguns cuidados em certas áreas, ou será que Boa Viagem não se vê banhistas? E sim, eu danço frevo!

  30. Ana comentou em 24/07/2015:

    Uma retificação acerca do bolo de rolo: é feito em mais de 4 camadas finíssimas que não são feitas da mesma massa do rocambole.

  31. pedro César de Araújo comentou em 24/07/2015:

    Perfeito!

  32. Rilson Viana comentou em 24/07/2015:

    Gostaria de agradecer pela pela reportagem, mas faltou dizer que Algo muito importante para nós recifenses, por tal importância irei aludir ao tema, na reportagem faltou dizer que Oceano Atlântico surgiu da junção dos rios Capibaribe e o Beberibe.

    “VI O MUNDO E ELE COMEÇA EM RECIFE”
    Te amo Recife!!!

  33. Cristiano Fernández comentou em 25/07/2015:

    A Mirella só esqueceu de dizer que os rios Beberibe e Capibaribe se juntam para formar o Oceano Atlântico.

  34. RENATO SANTIAGO comentou em 25/07/2015:

    Recife também é música boa,é história boa, é loucura boa,é gente trabalhadora, é gente feliz, é gente orgulhosa com o que tem, é gente que valoriza o que tem bom nos outros lugares. A gente fala como recifense mesmo em qualquer lugar do mundo. Somos autênticos e gostamos de criar e aproveitar as coisas feitas por nós mesmos.

  35. Danielle Mesquita comentou em 25/07/2015:

    Só discordo de uma coisa:dizer que pernambucano não sabe frevar!! É tb dizer que o carioca não sabe sambar!! Até hoje,não conheço um recifense que não saiba dançar frevo(muitos têm vergonha kkkk).No resto,tudo nos conformes.

  36. Danielle Mesquita comentou em 25/07/2015:

    Outra coisa…megalomaníacos???? Este tópico passou longe,o Recifense é muito informativo e a pior coisa é quando surgem alguns comentários,como este afirmando que o pernambucano aumenta as coisas ou traz para si alguma vantagem,isso nunca!!!

  37. Alessandra Tenório comentou em 25/07/2015:

    Aqui também tem Hot Roll, mas esse é feito com massa de harumaki (vulgo rolinho primavera). Muito mais saboroso que os cariocas. Diga-se de passagem.

  38. Maria das Graças comentou em 25/07/2015:

    Nasci em Recife e moro em Brasilia há 36 anos, morro de saudades e de amores por essa cidade linda. Lendo esse texto me veio todas as lembranças da minha infância. Adorei, é isso mesmo, sem falar que o Recifense é muito prestativo e solícito!

  39. Fátima comentou em 25/07/2015:

    Nada haver esse sushi carioca isso não faz parte. E megalomaníaco é o carioca eles ganham disparado da gente.

  40. Carlos CavalcantiCarlos comentou em 25/07/2015:

    Recife é conhecida como a Veneza Brasilheira , muito inteligente e bonita a materia , estao de parabens .

  41. valério comentou em 25/07/2015:

    Vi sim um certo preconceito na matéria,talvez por ser uma cidade do nordeste,e também achei a matéria vaga em alguns pontos,pois poderia ter tratados de coisas mais relevantes,falar de raspa raspa, bolo de rolo, tapioca etc,brincadeira.

  42. Romildo comentou em 25/07/2015:

    Mirella Falcão esqueceu de mencionar que o nascimento do Oceano Atlântico se deu no Recife, a partir da união de nossos dois rios … O Capibaribe e o Beberibe … E que Nova Iorque foi fundada pelos judeus que sairam do Recife logo após a expulsão dos holandeses e aportaram em Manhattan, onde fundaram a primeira e maior sinagoga (https://video.search.yahoo.com/video/play;_ylt=A0LEVic9C7NV4iIARMgPxQt.;_ylu=X3oDMTB0Yjc1MDhnBHNlYwNzYwRjb2xvA2JmMQR2dGlkA0ZGVUlDMF8x?p=hist%C3%B3ria+de+Nova+iorque+judeus+de+Recife&tnr=21&vid=F4B39783566DE00D6316F4B39783566DE00D6316&l=537&turl=http%3A%2F%2Fts2.mm.bing.net%2Fth%3Fid%3DWN.xfCcP2TyN4d1vc5U4eF1%252bg%26pid%3D15.1&sigi=121qlm30c&rurl=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3Dk4ryE2RqYxU&sigr=11br1t26c&tt=b&tit=Judeus+em+Nova+York+e+Recife+1%2F2&sigt=110pvdvr1&back=https%3A%2F%2Fsearch.yahoo.com%2Fyhs%2Fsearch%3Fp%3Dhist%25C3%25B3ria%2Bde%2BNova%2Biorque%2Bjudeus%2Bde%2BRecife%26type%3Dbr112dm17bs03ts901af121225%26hsimp%3Dyhs-002%26hspart%3Dbtbar%26fr%3Dyhs-btbar-002%26ei%3DUTF-8&sigb=1582eo9sc&hspart=btbar&hsimp=yhs-002) … E depois falam que temos mania de grandeza … rsrsrsrsrsrs

  43. Cristina comentou em 25/07/2015:

    Bem do “oxe” passando por “fulero” ate o “Visse” sempre foi parte do vocabulario em Maceio tambem

  44. Homero comentou em 25/07/2015:

    Faltou comentar que na lista das megalomanias dos recifenses se diz que os rios Capibaribe e Beberibe, humildemente se juntam para formar o oceano Atlântico.
    E que Recife, cidade pequena porém decente é a Veneza brasileira.
    Parabéns pela ótima reportagem!

  45. Noé Oliveira comentou em 25/07/2015:

    Senti um tanto de ironia nas primeiras linhas e em alguns pontos específicos como o de intitular de megalomaníacos, sem falar de uma opinião bem distorcida dando a entender que são caipiras, era de se esperar mais respeito a eles vindo de uma revista como a veja, mas quando começou a falar da linguística regional foi pico da matéria

  46. Cristiane Barbosa comentou em 25/07/2015:

    Adorei a definição linguística de nosso Recife-pe. ..

  47. Wellington Santos comentou em 25/07/2015:

    Pois é, não falamos “do Pernambuco” e sim “de Pernambuco”. Eu moro numa cidade vizinha a Recife e falo “oxente”, raramente, mas falo. E a maior avenida em linha reta é a Agamenon Magalhães e não a Av. Caxangá.
    Matéria boa, parabéns !/

  48. jose antonio de andrade silva comentou em 25/07/2015:

    sou recifense mais gostaria de saber como foi criada esta frase ne’ onde temos mania de falar em final de frases e palavras.

  49. Adalberto Fernandes comentou em 25/07/2015:

    Não sou de Recife, mas deixar de incluir o tradicionalíssimo “ELE-ELA”, aquela combinaçã9 perfeita da cachaça com o caldinho, é um verdadeiro pecado.

  50. Cláudio Meireles comentou em 25/07/2015:

    Falam do Recife e não de Recife. Gostam muito de buzinar.

  51. Alberto Vasconcelos da Rocha comentou em 25/07/2015:

    1 – A avenida Caxangá pode até não ser a maior do mundo, mas sem dúvida é a única em linha reta e com a mesma altura em relação ao nível do mar em toda sua extensão;
    3 – Helicife e Raincife ? Que frescura é essa? Quem inventou essa marmota? Recife tem verão com 300 dias de duração e inverno que dura 65 misturados ao longo do ano. Recifense não fala grego nem inglês, fala pernambuquês, Língua derivada do português quinhentista arcaico e clássico, lindamente melodiosa;
    4 – Recifense toma banho de mar sim, a maioria antes dos arrecifes, alguns mais abusados vão além e algumas vezes se lascam;
    10 – Bolo de Bacia, para ser legítimo, não deve ter chocolate;

    Reconhecer as qualidades e as maravilhas do lugar onde nasceu, não é ser bairrista nem megalomaníaco, é ser coerente com a realidade.

  52. Laura comentou em 25/07/2015:

    Tu arrasasse, visse? Kkkk Tudo que foi dito, e muito bem dito, condiz com a realidade. Parabéns pelo excelente texto.

  53. Tulio sergio gonzaga comentou em 25/07/2015:

    O texto é arretado, é joia, só tem uma coisa… Pernambucano não briga ele arenga. kkkkk

  54. LUIZA PEDROSA comentou em 25/07/2015:

    Oxe ! A bela pernambucana, fala sempre com carinho : Oxente bichinho !!!

  55. Cybelle comentou em 25/07/2015:

    Adorei o texto. Tudo verdade!!!

  56. Carlos Carvalho comentou em 25/07/2015:

    Parabéns pela matéria, pois distingue o Recife, digo o recifense, como um povo que se orgulha de ter um dicionário próprio, com expressões arraigadas em nossa cultura, herança de nossos antepassados.

  57. Heverton Silva comentou em 25/07/2015:

    Por isso que gosto demais desse pedaço de chão, me orgulho de ser natural de Recife, melhor lugar de se viver!

  58. Gusmão comentou em 25/07/2015:

    Muito massa…
    Porém discordando de trechos que podem gerar preconceito.
    Seria uma boa brincadeira se não fosse irônico algumas vezes.
    Contudo fica os parabéns, parabéns mesmo, a toda equipe, e quanto a participação de Mirella Falcão (recifense), fiquei triste em não ter ponderado algumas afirmativas.
    Mas valeu…
    Abraços!

  59. Fernands comentou em 25/07/2015:

    Oxe esse texto ficou massa visse!!!!!

  60. Landerson comentou em 25/07/2015:

    Pena que tem pessoas fazendo comentários sem anexo algum, Recife terra boa de gente boa com seus cantos e encantos Rei Reginaldo rosse descreveu muito bem em suas músicas.. Parabéns pelo excelente texto ficaria um pouco melhor relatando nosso Gilberto freires, Ariano, Chico, Lenine, Maestro forró, Silvério e etc… Amo recife e toda sua região metropolitana meu recife tem jeito só falta um prefeito…..

  61. Adnilton Tavares comentou em 25/07/2015:

    Recife…….Minha segunda casa!!!

  62. Carmen Cristiane Tavares de Siqueira comentou em 25/07/2015:

    Massa teu texto! Pode acrescentar que um farrapeiro qdo aparece é apelidado de “lenda” e qdo a gente vai embora diz que vai “chegar”.

  63. Cenilda Snel comentou em 25/07/2015:

    Adorei a definição que aqui li do povo Recifense. Minha gente vocês precisam entender uma reportagem como essa. Nós somos especiais, mas os quatro canto do Brasil também tem suas belezas. O que vocês precisam entender é que esta se falando das coisas do Recife. Muito bom o exclarecimento do nosso amigo Alyson Vilella, como nos trouxe esclarecimento e tambem para os que moram longe de sua terrinha e deixaram seu depoimento de saudades. Sou Pernambucana, nascida na cidade do Recife no ano de 1960 e moro em Boa Viagem, adorei a reportagem. Somos mesmo arregueiros, brigamos e tem aqueles que quando querem ter sempre razão sai chamando o povo de corno e quenga e vai esbravejando, parece um doido, e os que ficam caem na gargalhada MANGANDO….. Mas no outro dia lá vem ele de volta com cara de corno e quenga para começar tudinho, porque ama tanto os amigos que volta para arrengar. Obrigada Mirella pela sua reportagem e antes que o povo me chame de alguma coisa kkkkkk oxente, deixem de criticar a menina , que povo mais safado…. Bjs, Cenilda

  64. Luzinete Oliveira comentou em 25/07/2015:

    Eu amo tudo em Pernanbuco, das praias a culinaria, tudo me encanta.

  65. Eva comentou em 25/07/2015:

    Recifense com sua cultura tem identidade. Assim, quem já experimentou ser identificado como recifense em viagens fora daqui, por seu sotaque cantado, por um visse! ou vige!, ou oxe! ou oxente!? Eu já, algumas vezes. E isso dá um orgulho danado.

  66. Rosângela Ribeiro comentou em 25/07/2015:

    Adorei o documentário! Só discordo de duas coisas: Olinda (linda) não é Recife, e recifense ama tomar banho de mar, com o devido cuidado pelos tubarões. Sou recifense, louca pela minha cidade, que só precisa maior respeito dos governantes, para que se torne mais apaixonante, visse?

  67. Ellyson Marques comentou em 25/07/2015:

    Faltou o “Que brabinha boy”!

  68. Roberta Uchôa comentou em 25/07/2015:

    “Amar mulheres, várias; Amar cidades, só uma: Recife” (Lêdo Ivo, 1976).

  69. caetano ribamar comentou em 25/07/2015:

    apesar de ter ido poucas vezes, gostei bastante da gastronomia e do alto da sé, realmente as praias e paisagens de recife encantam, o recife antigo então, sem palavras. Se um dia tiver de ir para outro estado com certeza escolherei pernambuco.

  70. caetano ribamar comentou em 25/07/2015:

    Fui poucas vezes a recife, mas me sinto como cidadão recifense, gosto das praias, dos sobrados antigos, o alto da sé então é maravilhoso. acho que se tiver de mudar para outro estado, escolherei pernambuco com certeza.

  71. Ricardo comentou em 25/07/2015:

    Não foi citado que os rios Capibaribe e Bebiribe se encontram para formar o oceano Atlântico. Imperdoável .

  72. Cintia Galdino comentou em 25/07/2015:

    Fiquei emocionada com a matéria, moro em Goiânia -GO há cinco anos e tudo descrito me faz ter um amor imenso pela minha terra e nossa gente! Amo muito! parabéns!

  73. Maria Natália de A. S. Crdeiro comentou em 25/07/2015:

    Apesar dos ataques dos tubarões, dizer que o recifense não entra no mar, só sendo piada. Quanto aos nossos falares e tudo mais achei porreta ou arretado. Mas, quero fazer uma pequena ressalva quanto ao emprego do pretérito perfeito dos verbos que não vejo em nenhuma região do Brasil sendo usado corretamente. O gaúcho, por exemplo, usa o pronome com o verbo sem o s: tu sabe, tu gosta, tu tem, e ainda se gaba que fala correto. Mas, somos assim, Brasil, de Norte a Sul, igual nenhum. Junto e misturado, um povo muito ARRETADO!!!!

  74. Wagner ALcoforado comentou em 26/07/2015:

    O recifense vai a praia e toma banho de mar sim, dá preferência as áreas cercadas por arrecifes ou fica no razinho, só pra garantir. e não somo megalomaníacos, apenas declaramos com carinho todo nosso amor pela melhor e mais maravilhosa cidade do Mundo. kkkkkkk

  75. Karla Motta comentou em 26/07/2015:

    Reportagem maravilhosa, orgulho em ser nordestina, e principalmente em ser Recifense.

  76. Ricardo comentou em 26/07/2015:

    A denominação bolo de bacias não vem da forma como o bolo é feito mas da forma como eram comercializados em bacias, depois de assados em suas forminhas de papel.

  77. Jajro comentou em 26/07/2015:

    Concordo com o Ricardo com relação ao banho de mar e a dança do frevo.
    O pernambucano se conscientizou que precisa respeitar os limites de proteção natural dos arrecifes.
    O frevo tem sim muitos pernambucanos que dançam, podem não ter a desenvoltura de um passista pois é uma dança que exige muito força.
    Existem muitos passos,amamos o frevo ,o maracatu,o afoxé,Caboclinho,côco de roda,cavalo marinho,ciranda e ritmos .
    Costumo viajar ,porém não conheço um lugar tão encantador pra se viver como Pernambuco…igual a Recife.
    Problemas tem como todo lugar, as coisas boas superam tudo.

  78. Oscar Alvellos Sobrinho comentou em 26/07/2015:

    Parabéns pela matéria saudades com certeza estarei em breve

  79. Eduardo comentou em 26/07/2015:

    Poxa, ficou muito boa a matéria e foi com lágrimas nos olhos que terminei de lê-la. Já não moro em Recife há quase quatro anos mas a saudade e vontade de voltar bate forte assim que ponho o pé no aeroporto pra voltar pra Belém. quem diz que Recife não presta (tem sua própria opinião), não conheceu cidades piores. Então, se você vive no Recife, dê valor pois Recife é massa demais. ;)

  80. Ubirajara Lopes Carvalho comentou em 26/07/2015:

    O texto ficou arretado, embora tenha algumas inverdades, como por exemplo, a maioria dos recifenses não saber dançar o frevo. Tenho muito orgulho de ser recifense e como diria Luís Bandeira “eu adoro a minha cidade, tudo nela a mim pertence. Com orgulho e sinceridade, modéstia a parte, sou recifense”. Visse?

  81. luiz comentou em 26/07/2015:

    Prezada jornalista. Ao contrário do que a maioria diz, não está bem escrita a sua matéria, não. Generalista demais, empobrecedora cultural. Entendo que escreveu para eventuais turistas (é um guia), mas se não melhoramos o nível da abordagem escrita, consequentemente da informação ao viajante de primeiro contato, contribuímos para que ele venha aqui ao Recife e volte do mesmo jeito que chegou (com um nível de conhecimento clichê sobre esta cidade). Boa sorte e obrigado.

  82. Paulo David comentou em 26/07/2015:

    Só discordo do ítem 4. O bom recifence sabe que o lugar de tomar banho na praia é em frente ao hollyday. Do lado de cá dos arrecifes.

  83. Joana D’arc comentou em 27/07/2015:

    Uma correção quanto ao recifense megalomaniaco é totalmente errôneo. Quando falamos não exageramos é só checar o weekepidia sobre o Galo da Madrugada como segue o texto abaixo:
    O Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros da região central da cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco, nordeste do Brasil. Foi oficialmente considerado pelo Guinness Book – o livro dos recordes – o maior bloco de carnaval do mundo em 1995.

    Simceramente megalamonico? O Recifense? Fala serio!

  84. Rebeka Gil comentou em 27/07/2015:

    Mulher ficou massa, tu é arretada mesmo ein? E bolo de rolo já comesse?É muito bom! Amo comprar um que tem no mercado da Madalena, oxe mainha compra lá e eu me acabo… Recife é tudo de bom! E se tu não for daqui quando vier vem toda emperiquitada, visse?!

  85. Alexandre Veloso comentou em 27/07/2015:

    Matéria fraca igual a água de chuchu. Chamou todo mundo de amostrado e metido a merda…rsrsrsr…errou quanto o frevo e a praia. Forçou pra agradar o amigo chef na tal comida japonesa. Expressões em inglês! Onde falasse isso? No mercado da Madalena, São José ou da Boa vista?

  86. Fábio Freitas comentou em 27/07/2015:

    Gostei do comentário de:”Jaqueline Andrade” comentou em 24/07/2015:

    “Eita! esqueceu de pontuar que o recifense adoora “discordar” de tudo só para começar um nova polêmica. E sempre tá certo. E quando sabe que vai perder no bate-boca, se arreta, pega as “coisas” (bolsa ou carteira) e vai embora falando sozinho. Isso chamando o amigo(a) de corno ou de quenga. No outro dia, tá tudo bem e já estão juntos na mesma mesa para começar uma nova “briga””

    Não adianta discordar do texto e dos comentários “democráticos” – Agora “Eu” digo com propriedade – Oxi, O Recife é massa demais!

  87. Deyvson Elves comentou em 28/07/2015:

    Parabéns pela reportagem. Adorei!

  88. Ricardo comentou em 28/07/2015:

    Texto perfeito.
    Claro que há pequenas divergências, mas cada um tem um pensamento.

    Ela não poderia dizer em todas as suas afirmativas que há exceções porque pra tudo (ou quase), há exceções. Como era um texto pra uma revista, ela tinha que dar uma generalizada.

    Discordo de quem discordou sobre o “ôxe”. Eu não falo oxente. Falo ôxe. Talvez seja um diminutivo que instintivamente dizemos.

    Sobre o frevo ela tá certa. É uma dança difícil. Muitos sabem, claro, mas muitos NÃO SABEM.

    Sobre os tubarões eu vejo que muitas pessoas não entram na água, e a maioria que entra só molha os pés praticamente.

    Por isso mandou muito bem.

    Alysson, eu fiquei repetindo o fosse várias vezes e não entendi sua explicação, kkkkkkkkk. Pra mim o fosse é FOSSE mesmo.

  89. Verônica Silva de Santana comentou em 28/07/2015:

    Parabéns pelo excelente texto!!!!!!! Amo tudo isso… minha terrinha querida!!!!!!!!!!

  90. JESSICA MARTINS comentou em 28/07/2015:

    Muito boa a matéria, mas também quero dar um esclarecimento. Sobre o item 15: as expressões “visse” e “entendesse”, muito usadas na oralidade, são os chamados MARCADORES CONVERSACIONAIS existentes na função fática da linguagem, aquela na qual predomina a tentativa de manter um contato mais próximo com o leitor chamando a atenção dele de forma mais veemente. As expressões partiram de marcadores formais como “viste” e “entendeste” e deram lugar a forma atual por causa da oralidade de seus falantes. Não é um modo do subjuntivo, apenas uma tentativa de aproximação dos interlocutores. Abraço!

  91. solange comentou em 29/07/2015:

    Concordando com meu irmão J.C.;
    Posso sair de Pernambuco,mas, Pernambuco não sai de mim!
    Amamos Recife,só falta os administradores restaurarem o patrimônio da cidade, que é linda! Apesar de muitos casarões arruinados, total falta de conservação das características arquitetônicas, espero que nós pernambucanos, possamos pressionar os políticos e, cada um fazer sua parte.

  92. Sandro Guerra comentou em 29/07/2015:

    Apôis, viu? Gostei muito, visse? Achei arretado, massa mesmo. E esse povo que fica mangando da gente, hum! Digo é nada! A gente é que manga deles. Povo abestalhado, chei de pantim! Mai eu num tô dizeno!

  93. Ana van der Linden comentou em 31/07/2015:

    Moro em Recife ha muito tempo e foi a primeira vez que ouvi falar em Hellcife e Raincife .
    Acho q isso foi uma “viagem ” de quem escreveu o artigo.
    Recifense não dançar o frevo…. Alucinou. Podemos não ser experts mas todos sabemos “pular” essa dança .

  94. Fátima Moura comentou em 05/08/2015:

    Faltou algo muito comum ; a famosa troca do endo por eno.Exemplo: fazendo(fazeno), gravando (gravano),morando(morano) e por aí vai…

  95. Gilberto José Vilela comentou em 05/08/2015:

    Eu sou Recifense com muito orgulho, nascido e criado em Campo Grande. Ô saudade da pôrra

  96. » 20 coisas para entender o que é ser baiano – Quentinhas comentou em 05/08/2015:

    […] + 15 coisas para entender o Recife e os recifenses […]

  97. » Dia da Cerveja: selecionamos quinze lugares para comemorar nesta sexta (7) – Quentinhas comentou em 07/08/2015:

    […] + 15 coisas para entender o Recife e os recifenses […]

  98. cleriane comentou em 08/08/2015:

    Gostei imenso da materia mais como a maioria
    Discordo do banho no mar …sou pernanbucana vivo em
    Portugal e amooo meu lugar e vou sempre matar a saudade

  99. » 21 cervejas que valem a pena experimentar – Quentinhas comentou em 14/08/2015:

    […] 15 coisas para entender o Recife e os recifenses + 20 coisas para entender o que é ser […]

  100. Paulo Camelo de Andrade Almeida comentou em 22/08/2015:

    O texto está bom, sim, mas há algumas coisas a comentar. Eu sou recifense e sei fazer o passo, mesmo no alto de meus 67 anos. Quanto ao “visse”, é regionalismo, apenas, pronúncia de “viste”, e não pretérito do subjuntivo. O termo é “xexeiro”, e não “xexero”. “Oxe” é redução de “oxente”, por apócope. E o recifense diz, sim “oxente”. Esse negócio de “Hellcife” e “raincife” deve ser dito por um grupo muito fechado, não de meu conhecimento. Mais alguns pontinhos sem importância, e o mais importante: muito obrigado pela propaganda do meu “Dicionário do falar pernambucano”, que não fala pernambuquês, e sim português, mesmo. O pernambuquês é falar pejorativo, com erros forçados.

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