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Postado em 28/09/2015 por fabiogalib | Comentários

Você vai achar maluquice, mas estes cinco sanduíches existem

Cabe de tudo entre duas fatias de pão, de pastel a sushi. No mundo dos sandubas excêntricos, contudo, muitas vezes o diferente pode ser justamente o que o envolve. Na nossa lista, tem até cheeseburger com dois queijos quentes no lugar de pão! Criatividade é o que não falta. Confira:

1. X-pastel, da Lanchonete Mostesquieu (Curitiba)

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Tradicional reduto dos estudantes do CEFET (e também de adoradores de sanduíches!), a Mostesquieu é um clássico de Curitiba. Os itens mais famosos do menu são o x-pastel (R$ 6,00) e o x-montanha (R$ 9,00). O primeiro deles é composto de pão de hambúrguer, mussarela, alface, tomate, maionese e, sim, um pastel à milanesa. Acredite: o x-montanha traz tudo isso aí mais um bolinho de carne!

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2. Fatty Melt, do The Burger Map (Santo André)

Foto: Romero Cruz

Foto: Romero Cruz

Servido pelo The Burger Map, na Grande São Paulo, o fatty melt (R$ 34,00) é basicamente um cheeseburger com bacon. Só que com dois queijos quentes no lugar do pão! Exatamente. Trata-se de uma receita popular de Fisherville, cidade americana do estado da Virgínia.

 

3. Beckenbauer, do Cuca Haus (Porto Alegre)

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A cuca é um típico bolo do sul do país que ganha uma providencial farofa doce por cima e geralmente fica ótima com um café. O pessoal do portoalegrense Cuca Haus, porém, levou o quitute a outro nível. No beckenbauer (R$ 25,90), ele faz as vezes de pão e vem preenchido por hambúrguer de linguiça, gorgonzola, alface, cebola roxa, gergelim preto, molho curry e  picles. É doce, é salgado, tem leve acidez e faz sucesso.

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4. Sanduíche de sashimi, do Sanduíche Oriental (Porto Alegre)

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Criatividade não falta aos gaúchos, ao menos quando o assunto é sanduíche. Só o nome do endereço já dá pistas do que vem por aí: Sanduíche Oriental. Na receita batizada de sashimi I (R$ 21,60 o grande), um pão cozido no vapor é recheado de fatias de salmão cru, maionese, gergelim, mussarela, shoyu, alho poró, broto de feijão, cenoura e alface.

 

5. Lendário, do Bacon Paradise (Belo Horizonte)

Foto: Victor Schwaner/Odin

Foto: Victor Schwaner/Odin

Nem tente abrir um bocão para dar uma mordida de um pão a outro. O Bacon Paradise, de Belo Horizonte, tem entre os sanduíches o lendário (R$ 66,90), um monstrengo com cinco hambúrgueres de picanha, com 200 gramas cada um, seis variedades de queijo, peperoni e 100 gramas de bacon em tirinhas. Montado no pão australiano, o sandubão ainda vem escoltado por batatas fritas. Para que não desmonte, é preciso cravar uma faca no centro.

Postado em 24/09/2015 por fabiogalib | 1 comentário

Treze pizzas que você nem imaginava que existiam

Sim, os brasileiros são criativos quando o assunto é pizza. Prova disso é a lista a seguir, que começa com um disco de massa coberto de sushi e termina com uma versão que leva feijoada completa (com arroz, feijão-preto, torresminho…). No meio disso tudo, tem combinações improváveis que – surpresa! – dão muito certo e permanecem nos cardápios por anos a fio. Confira!

1. Sushi

Pizza Sushi 2

Foto: divulgação

Surpreender os clientes que adoram experimentar sabores inusitados prece ser um desafio constante para a Churrascaria e Pizzaria Jardim do Lago, localizada em Canoas (Rua Liberdade, 39. Telefone: 51-3059-9009), no Rio Grande do Sul. Em seu cardápio, ao lado das coberturas clássicas, encontram-se pizzas pouco comuns em outras regiões do país, entre elas a de maminha ao molho de nata, a de pato com laranja e mel e a de picanha de ovelha. Nenhum desses sabores, contudo, soa tão inventivo como a pizza de sushi (R$ 33,00). Os rolinhos são colocados sobre o disco de massa, que leva ainda mussarela, tomate, orégano e shoyu. E o cliente ainda pode escolher se vai comer de  garfo ou hashi.

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2. Quindim

pizza quindim

Foto: divulgação

Quer mais? O mesmo restaurante que faz a pizza de sushi tem, entre receitas doces, uma que foi inspirada em um doce que conhecemos bem, o quindim. Na versão pizza, a massa recebe camadas de mussarela, beijinho, coco em calda e gemada (R$ 33,00).

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3. Banana com gemada

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Também no Rio Grande do Sul, a Fornellone (Avenida Nova York, 93. Telefone: 51-3028-7575), que fica em Porto Alegre, tem nessa curiosa combinação uma de suas receitas mais vendidas. Preparada com massa fininha e assada em forno a lenha, a pizza de banana com gemada (R$ 57,50) traz a fruta cortada em pedaços e colocada sobre a mussarela. Por cima, vão os ovos batidos com açúcar, que formam uma casquinha crocante quando a massa sai do forno.

 

4. Coração de frango

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Comer coração de frango é tão comum no Rio Grande do Sul que o ingrediente é habitual no churrasco, no famoso “xis” e em diversos pratos típicos. A paixão, contudo, atravessa tradições e aparece também no cardápio de algumas pizzarias de Porto Alegre, como a Bazkaria. Na pizza batizada de corazón, a massa vem coberta por mussarela, coração de frango e cebola. A pizza grande custa R$ 74,80 (oito fatias) e é óbvio que o sabor é um dos mais disputados no salão!

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5. Cheeseburger

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Tem gente que adora hambúrguer, tem gente que ama pizza, tem gente que resolve misturar tudo em uma coisa só. Paulistana, a Faronella é autora de uma pizza que traz os discos de carne sob uma camada de mussarela, mais rodelas de tomate e parmesão ralado. A belezura custa R$ 67,00.

 

6. Escondidinho

Foto: Luna Garcia

Foto: Luna Garcia

De São Paulo, a autointitulada capital da pizza, surge também essa receita. Numa espécie de escondidinho desconstruído, a boa massa da 1900 vem coberta por carne-seca desfiada e creme de mandioca (R$ 86,60).

 

7. Vatapá

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Não, esta receita não é da Bahia, mas da La Piazza Pizzaria, que fica em Curitiba (Rua Chile, 2258, Água Verde. Telefone: 41-3022-0014). Molho de tomate, mussarela, vatapá de camarão e folhas de manjericão cobrem a massa servida em um rodízio (R$ 38,00 por pessoa, com bebida não alcóolica). À mesa também chegam pizzas de hot dog, de salada com bacon (molho de tomate, alface e vinagrete!) e de banana split – nesta última, sobre a massa, vão banana fatiada, muitas bolas sorvete, flocos de arroz e caldas de diferentes sabores.

 

8. Segura o tchan

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Esta sim vem da Bahia, mais especificamente da Cantina Cosa Nostra, de Salvador. Camarão, gorgonzola, pera, catupiry e pimenta biquinho compõem a segura o tchan, feita na massa fina (R$ 61,00, seis fatias). Há quem goste dessa combinação, digamos, exótica: em 2009 ela foi eleita a melhor pizza norte/nordeste em uma premiação.

 

9. Salmão grelhado em massa de arroz e batata

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Conhecida também como pizza japonesa, essa outra joia soteropolitana é preparada pelo restaurante japonês Chizu Oriental, que trabalha somente com entrega em domicílio (telefone: 71-3016-5253). Na receita, a base tradicional dá lugar a uma massa de arroz com borda recheada com cream cheese (R$ 36,00).

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10. Abacaxi com bacon

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Com 25 centímetros de diâmetro, 7 de altura e mais de um quilo, a pizza do Chicago Stuffed Pizza (Shopping Passeo Itaigara. Telefone: 71-3015-3060), de Salvador, já entraria fácil para a lista das “diferentes” por aqui – sim, porque ela é um tanto comum em algumas regiões dos Estados Unidos. Como se não bastasse o jeitão bem curioso, que se assemelha a uma torta, ainda tem opções de recheios para lá de estranhos, como a mistura de bacon, abacaxi em calda, mussarela, orégano e molho de tomate adocicado (R$ 68,64).

 

11. Barreado

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Foto: divulgação

O barreado é uma receita típica de Morretes (PR), que consiste em um substancioso cozido de carne feito em panela de barro. Eis que o pessoal da Mercearia Anos 30 teve a ideia de transformar o prato em pizza (R$ 62,00, com oito fatias). Sobre o disco, vão ainda mussarela, fatias de banana, pimenta biquinho e farinha de mandioca. Quem quiser experimentar essa e outras invencionices do endereço em uma única visita, como a versão de cachorro-quente e a de carne-seca na manteiga de garrafa, pode optar pelo rodízio (R$ 36,95 por pessoa às sextas e aos sábados; R$ 33,95 nos demais dias).

 

12. Chutney de hibisco

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Foto: divulgação

O hibisco está na moda, mas você já imaginou o ingrediente na forma de chutney e, ainda por cima, em uma pizza? Na belo-horizontina Estação Parada do Cardoso o item ganha ainda a companhia de semente de mostarda, tempero de hibisco verde, mussarela, frango temperado ao curry, maçã, catupiry e (ufa!) parmesão. A invenção leva o nome de indiana e custa R$ 54,50, com seis fatias.

 

13. Feijoada

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Por último, mas não menos importante, tem a pizzaria Bate Papo, do Guarujá, no litoral paulista (Avenida Dom Pedro I, 1525. Telefone: 13-3355-9171). O lugar ficou célebre por criações que beiram o surreal, como a de prato feito (R$ 80,00), que leva arroz, feijão, carne e outros ingredientes ao gosto do cliente, e a de feijoada com borda de farofa (R$ 120,00). É possível até acrescentar um frango inteiro no centro da massa. Uma loucura!

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Colaboraram nessa reportagem: Anelise Zanoni (Porto Alegre), Jennifer Detlinger (Belo Horizonte, São Paulo e Brasília), Joana Maltez (Salvador) e Josi Basso (Curitiba).

Postado em 23/09/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Dia do Sorvete: 13 lugares para comemorar nesta quarta (23)

As altas temperaturas registadas em boa parte do país neste início de primavera são um incentivo a mais para comemorar o Dia do Sorvete – 23 de setembro – escolhendo sem culpa picolés, paletas e cremosos gelados. Na lista a seguir, selecionamos treze endereços reconhecidos pela qualidade de seus sorvetes, alguns deles premiados por Veja Comer & Beber. Há casas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e em outras cidades. Confira!

Casa Elli – São Paulo

Pote de sorvete de chocolate amargo sem leite da Casa Elli, no Jardim Paulista.

Instalada em um charmoso espaço nos Jardins, a casa ajudou a tornar o bairro um reduto de sorveterias ao estilo italiano. Dos mais de setenta sabores feitos com ingredientes de qualidade e frutas orgânicas, vinte ocupam os pozzetti diariamente. Eles podem guardar cremosas opções como pistache, nozes com figo ou cereja amarena. O amarguinho cioccolato fondente, porém, rouba todas as atenções. A massa feita apenas com chocolate belga 70%, cacau em pó, água, açúcar e estabilizante à base de algas japonesas, sem a adição de leite, é a mais pedida pelos clientes.

+ As melhores sorveterias de São Paulo

 

Frida & Mina – São Paulo

Sorvetes_ Versão de chocolate_ vela cacau brasileiro da Amma; Paladar agridoce_ morango ao vinagre balsâmico; Chocolate e cerveja escura; sorvete de cramelo, da Frida & Mina, em Pinheiros.

Quando abriu as portas, esta pequena sorveteria comandada pelo casal Fernanda Bastos e Thomas Zander estabeleceu um novo patamar de exigência para produtos artesanais. O capricho dos proprietários é respondido pela clientela com filas constantes (exceto no domingo, dia de descanso por lá). As opções variam bastante de semana a semana, mas as favoritas do público, como açúcar mascavo, morango com vinagre balsâmico e doce de leite, costumam marcar presença.

 

Sorveteria do Geraldo – Ribeirão Preto (SP)

SORVETERIA DO GERALDO - RIBEIRAO PRETO

Hoje uma figura ilustre da cidade, o simpático mestre-sorveteiro Geraldo Caramori cuida pessoalmente do preparo dos gelados servidos nas duas unidades da sorveteria inaugurada nos anos 60. Tudo ali é feito de maneira artesanal, com frutas frescas que ele mesmo compra nos sacolões e supermercados da cidade. Ameixa, coco, abacaxi, morango, goiaba e cajámanga estão entre os sabores à base de uma única fruta. Há também receitas como amendoim, abóbora com coco, maçã e canela, café mais chocolate, doce de leite, gengibre, nata, pistache… Faça chuva ou faça sol, sempre tem gente nos dois endereços e, no verão, chegam a ser vendidos 500 litros de sorvete por dia.

 

Vero Gelato Italiano – Rio de Janeiro

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Empreitada de Andrea Panzacchi, italiano de Bolonha, a Vero tem sistema de produção extremamente artesanal. No sabor de pistache, a matéria-prima importada de Bronte, na Itália, apresenta equilíbrio perfeito com a quantidade de leite e açúcar. Caramelo com flor de sal, manga com maracujá e tiramisu também rendem colheradas deliciosas.

 

Saborella – Brasília

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Mesmo com o boom de sorveterias de estilo italiano na capital, a Saborella permaneceu como a favorita do júri na última edição de Veja Comer & Beber. Em quase vinte anos de atividade, o rigor na produção das receitas e na busca por bons ingredientes continua o mesmo. O cuidado no preparo dos gelados fica evidente na descrição dos sabores: nozes de Sorrento, pistache do Irã, avelã do Piemonte, cacau de São Tomé e Príncipe e açaí do Pará. Uma das invenções ganhou o nome de cariri e traz castanha-de-caju torrada com mel de engenho.

 

Alesso Gelato & Caffê - Belo Horizonte

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O método de fazer gelatos cremosos e sem ingredientes artificiais é seguido rigorosamente aqui. As versões que levam frutas têm a polpa natural retirada pelo mestre-sorveteiro Mario di Rauso. A consequência disso são as primorosas receitas de sorvete e sorbet. Pistache, framboesa e doce de leite figuram na lista dos mais pedidos (foto), ao lado do de mascarpone que mistura o queijo com frutas vermelhas.

 

A Cubana – Salvador

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Parte da vida dos soteropolitanos, a sorveteria mais antiga de Salvador também entra no roteiro de praticamente todo turista que visita a capital baiana: sua matriz fica na porta do elevador Lacerda, na Cidade Alta.  O sorvete de coco é feito a partir do leite extraído da polpa do fruto seco, que é ralada e prensada. Assim como ele, conquistam o paladar de gerações há décadas as versões de manga e pitanga.

+ Os melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas de Salvador

 

Cuordicrema – ABC

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A única loja fora de São Paulo, que fica ParkShopping São Caetano, abocanhou dois prêmios na edição de Veja Comer & Beber ABC: o de melhor sorvete e novidade do ano. Assim como nos endereços paulistanos, as receitas da sorveteria ficam armazenadas em recipientes de metal, protegidas da luz e do calor. Mas basta pedir à atendente para provar o refrescante gelado de maracujá ou o de chocolate com sal rosa do Himalaia.

 

Degusta Paleteria Mexicana – Recife

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Aberta em outubro de 2014 por iniciativa de um catarinense, uma gaúcha e uma paulista, a casa levou o primeiro prêmio dedicado à sua especialidade pelo júri de Veja Comer & Beber neste ano. Entre os trintas sabores da marca, nenhum é páreo para a versão de morango recheada de leite condensado. Mas outras mais simples, à base de água, também costumam fazer sucesso por ali, como a de maracujá e a de açaí.

 

Max Gelateria – Santa Catarina

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Preparados diariamente em maquinário italiano, os sorvetes aparecem em trinta variações. Entre elas, costumam preencher as casquinhas as receitas de pistache, mascarpone e baunilha. Há também deliciosas sugestões à base de frutas, como morango e frutas vermelhas.

 

Paleteria – Curitiba

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Em uma fábrica no Parolin, a marca produz artesanalmente, desde 2011, cerca de cinquenta sabores. Versões simples à base de água dividem espaço nos coloridos refrigeradores com as cremosas de pistache, chocolate branco com morango, napolitana e morango cremosa.

 

Sorveteria Juarez – Fortaleza

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Esqueça os sorvetes à moda italiana: nesta casa, faz quatro décadas que João Juarez Albuquerque, de 89 anos, se põe de pé às 4 da manhã e segue para a Ceasa em busca das frutas frescas usadas no preparo dos afamados gelados. A lista inclui sabores como capim-santo, tamarindo e maracujá – todos preparados sem emulsificantes, corantes e outros aditivos, como Juarez faz questão de anunciar.

 

Troppo Buono – Porto Alegre

FRUTAS VERMELHAS E  MARACUJA  - TROPPO BUENO - PORTO ALEGRE

É nas mãos da veterana Troppo Buono que repousa o título de melhor sorvete de Porto Alegre, eleita pelo júri da edição mais recente de Veja Comer & Beber. Entre as boas escolhas estão o dark, com 70% de cacau, e o creme russi, de baunilha e pedaços de biscoito de chocolate. Versões mais simples (foto), como a de maracujá e a de frutas vermelhas também atraem o paladar da clientela.

 

+ Ah, eu sou gaúcho!

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Postado em 11/09/2015 por Jennifer Detlinger | 4 comentários

Catorze destinos gastronômicos com vistas de babar

Seja para a praia, para um rio, um lago ou mesmo para um mar de prédios, toda cidade tem aquele lugarzinho que oferece uma vista de tirar o fôlego. Algumas delas, diga-se, têm vários. Com o olhar apurado, selecionamos catorze lugares pelo Brasil que não são apenas um convite ao paladar, mas também verdadeiros colírios. Confira:

 

São Paulo

Terraço Itália: um dos restaurantes mais turísticos da cidade (foto Fernando Moraes)

Terraço Itália: um dos restaurantes mais turísticos da cidade (foto Fernando Moraes)

Terraço Itália: É um dos restaurantes mais turísticos da cidade. Localizado no topo do Edifício Itália, possui uma vista estonteante. Alguns degraus acima fica o bar, que tem confortáveis poltronas de couro coladas aos janelões de vidro e bons drinques. Leia mais aqui

 

Skye: fica na cobertura do Hotel Unique e tem vista para o skyline da cidade (foto: Mario Rodrigues)

Skye: fica na cobertura do Hotel Unique e tem vista para o skyline da cidade (foto: Mario Rodrigues)

Skye: Na cobertura do Hotel Unique, a piscina de iluminação avermelhada é rodeada de bancos, sofás e mesinhas cobertas de guarda-sóis. De lá, tem-se uma visão apaixonante da cidade, com algumas árvores, torres de luzes piscantes e muitos arranha-céus iluminados. Leia mais aqui

 

The View: como o nome revela, a vista é o destaque (foto: Fernando Moraes)

The View: como o nome revela, a vista é o destaque (foto: Fernando Moraes)

The View: Um elevador exclusivo o levará direto ao 30º andar do prédio, onde fica o bar. Como o nome revela, a vista é de matar. Pelas janelas, dá para avistar um sem-número de edifícios. Leia mais aqui

 

Rio de Janeiro

Bar Urca: concorrida mureta com vista da Baía de Guanabara (foto Fernando Lemos)

Bar Urca: concorrida mureta com vista da Baía de Guanabara (foto Fernando Lemos)

Bar Urca: Normalmente as filas em bares e restaurantes cariocas são formadas em busca de mesas. No caso do Bar Urca, a procura maior é mesmo por um lugar na concorrida mureta com sua vista única da Baía de Guanabara. Leia mais aqui

 

Bar do Alto: encarapitado no Morro da Babilônia, no Rio (foto: Tomas Rangel)

Bar do Alto: encarapitado no Morro da Babilônia, no Rio (foto: Tomas Rangel)

Bar do Alto: Do terraço encarapitado no Morro da Babilônia se avistam, em toda a sua extensão, as praias do Leme e de Copacabana, com as pequeninas Ilhas Cagarras ao fundo da cena. É o tipo da paisagem linda de manhã, de tarde e de noite, quando as luzes da orla parecem um colar de pérolas. Leia mais aqui

 

Belo Horizonte

Varanda do Hanna: ambiente propício para dois aliado a uma bela vista (foto Divulgação)

Varanda do Hanna: ambiente propício para dois aliado a uma bela vista (foto Divulgação)

Hannah: Na varanda de luz baixa com mesas decoradas por flores, é possível observar a orla da Lagoa da Pampulha. Antes de abrir esse endereço, o chef Marcelo Santana, conhecido como Marcelo San, esteve à frente do Udon e trabalhou como cozinheiro do cônsul japonês no Rio de Janeiro. Aqui, ele propõe receitas como o sashimi de peixe branco com alho negro, flor de sal, ovas de massago e azeite trufado. Leia mais aqui

 

Salvador

Amado: salão classudo e bela vista da Baía de Todos-os-Santos (foto: Ligia Skowronski)

Amado: salão classudo e bela vista da Baía de Todos-os-Santos (foto: Ligia Skowronski)

Amado: Adjetivos como cinematográfico e esplendoroso se encaixam muito bem na descrição do ambiente do Amado, sem exagero algum. O salão, que tem pé-direito de mais de 5 metros e decoração classuda, só fica em segundo lugar quando comparado à bela vista que oferece da Baía de Todos-os-Santos. A feliz combinação entre arquitetura e natureza transformou o lugar em um destino romântico, propício a namoricos e pedidos de casamento. Leia mais aqui

 

Varanda do restaurante Soho:  sobre a Baía de Todos-os-Santos (foto: Romero Cruz)

Varanda do restaurante Soho: sobre a Baía de Todos-os-Santos (foto: Romero Cruz)

Soho: A linda vista para o vaivém de barcos na Baía de Todos os Santos e o piso envidraçado na ampla varanda, por meio do qual é possível ver alguns peixinhos, são símbolos imutáveis desta rede nascida em Salvador e que hoje tem filiais em Brasília e em Fortaleza. Leia mais aqui

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Porto Alegre

Press Iberê: quase sempre uma visita ao centro cultural termina ali (foto: Ligia Skowronski)

Press Iberê: quase sempre uma visita ao centro cultural termina ali (foto: Ligia Skowronski)

Press Iberê: Todo modernoso, às margens do Rio Guaíba, o prédio branco da Fundação Iberê Camargo abriga uma agradável unidade do Press Café sobre seu deque externo. Quase sempre uma visita ao centro cultural termina ali, junto de um expresso. Não à toa: o pôr do sol é lindo. Leia mais aqui

 

Maceió

Lopana: entre o mar cor de esmeralda de Ponta Verde e prédios residenciais de luxo (foto: Leo Caldas)

Lopana: entre o mar cor de esmeralda de Ponta Verde e prédios residenciais de luxo (foto: Leo Caldas)

Lopana: A nobre localização, entre o mar cor de esmeralda de Ponta Verde e prédios residenciais de luxo, colaborou para transformar o Lopana em ícone da orla alagoana. Uma equipe atenciosa recebe a clientela em confortáveis instalações, que incluem salão envidraçado com ar-condicionado, mesas protegidas por guarda-sóis no deque e espreguiçadeiras espalhadas pela areia. Leia mais aqui

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Recife/Olinda

Alto da Sé:  ponto mais alto de Olinda tem barracas de tapioca e uma vista incrível (foto Ligia Skowronski)

Alto da Sé: ponto mais alto de Olinda tem barracas de tapioca e uma vista incrível (foto Ligia Skowronski)

Alto da Sé: A principal atração do ponto mais alto de Olinda é grátis: a incrível vista para o casario, o Porto do Recife e o trecho de litoral das duas cidades vizinhas. Além da paisagem, o local tem como atrativo as 47 tapioqueiras que, todos os dias, montam a barraca ali a partir das 15h30. Leia mais aqui

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Brasília

Baby Beef Rubaiyat: à beira do Lago Paranoá (foto Joedson Alves)

Baby Beef Rubaiyat: à beira do Lago Paranoá (foto Joedson Alves)

Baby Beef Rubaiyat: Filial brasiliense da famosa grife paulistana de churrasco, funciona à beira do Lago Paranoá com o mesmo padrão e rigor no preparo dos seus exclusivos cortes bovinos. Leia mais aqui

 

Belém

Manjar das Garças: a bonita arquitetura do restaurante convive de forma harmoniosa com o deslumbrante cenário (foto: Ligia Skowronski)

Manjar das Garças: a bonita arquitetura do restaurante convive de forma harmoniosa com o deslumbrante cenário (foto: Ligia Skowronski)

Manjar das Garças: Bater perna no Parque Mangal das Garças, complexo de 40 000 metros quadrados que abriga borboletário, farol, orquidário e mirante, torna-se um passeio completo com uma refeição no Manjar das Garças. A bonita arquitetura do restaurante, que tem teto de palha e paredes envidraçadas, convive de forma harmoniosa com o deslumbrante cenário proporcionado pela Baía do Guajará. Leia mais aqui

 

Amazon Beer: brisa do rio e chope de primeira para amenizar o calor (foto:  Heudes Regis)

Amazon Beer: brisa do rio e chope de primeira para amenizar o calor (foto: Heudes Regis)

Amazon Beer: Além de desfrutar de uma bela vista para a Baía do Guajará e uma brisa do vento que sopra e ameniza o calor, o público aproveita para bebericar os chopes elaborados pelo mestre cervejeiro Reynaldo Fogagnolli. São quinze tanques, dedicados a receitas como a Red Ale Priprioca e a Forest. Leia mais aqui

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Postado em 04/09/2015 por Redação | 4 comentários

Vinte doces incríveis com Nutella

Seja você um louco por Nutella ou não, verdade seja dita: é difícil algo que leva o famoso creme de avelã ficar ruim. Isso explica as filas sempre presentes na loja que a marca mantém no Eataly, em São Paulo, e também no quiosque instalado no Shopping Ibirapuera – nos dois endereços, o campeão de vendas é o crepe recheado com o doce.

Pensando em você, leitor, que salivou só de ler estas primeiras linhas, elaboramos a seguir uma lista com vinte sobremesas incríveis encontradas em bares, restaurantes e endereços de comidinhas espalhados por oito cidades do país.

Algumas delas estão acompanhadas da receita e tudo -  você pode correr para o supermercado, comprar o potão e depois fazer essas receitas e se lambuzar na cozinha de casa. O desejo é grande, mas não tem como ir comprar o produto agora? Calma, ainda restam esperanças no vídeo ao final da matéria, no qual a confeiteria Danielle Noce ensina a fazer Nutella.

SÃO PAULO

Cheesecake de Nutella: precisa explicar? (Foto: Divulgação)

1. A cheesecake de Nutella (R$ 17,50) pode encerrar a refeição no restaurante Gardênia, em São Paulo. Não mora em São Paulo ou não pode esperar até a oportunidade de ir ao restaurante de Pinheiros? Então clique aqui para ver a receita A-GO-RA.

 

Petit gâteau de Nutella e sorvete, do Eat Trattoria (Foto: Divulgação)

Petit gâteau de Nutella e sorvete, do Eat Trattoria (Foto: Divulgação)

2. O doce e calórico bolinho quente de Nutella (R$ 23,00) faz um grand finale a qualquer refeição no Eat Trattoria. Se você quer só a para a sobremesa, melhor ir ao Eat da Vila Olímpia, que abriga em um mesmo espaço confeitaria, loja de vinhos, empório, salão para eventos e uma escola de culinária.

 

O quiosque, que só tem em São Paulo, e a receita mais pedida (Fotos: Divulgação)

O quiosque, que só tem em São Paulo, e a receita mais pedida (Fotos: Divulgação)

3. O crepe de Nutella é a sobremesa mais pedida no quiosque localizado no Shopping Ibirapuera e também no Nutella Bar, que fica no Eataly.

 

RIO DE JANEIRO

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Mil-folhas, do Meza Bar: esquece o drinque, eu quero é a sobremesa! (Foto: Divulgação)

4. Pioneiro entre os gastrobares da cidade, o Meza Bar tem como especialidade drinques e petiscos elaborados. Mas, convenhamos, esse mil-folhas é pra nenhum apaixonado por Nutella botar defeito! O doce intercala camadas finas de massa com o creme de avelã e é coberto por uma compota de frutas. Custa R$ 27,00 e vem acompanhado de uma bola de sorvete de creme mais farofa de castanha.

 

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Uma fatia ou a versão inteira? Separa uma inteirinha só para mim! (Foto: Divulgação)

5. Não à toa, essa delícia da foto tem sido campeã de vendas entre as tortas da doceria The Bakers. Feita de musse de chocolate ao leite, leva uma cremosa cobertura de Nutella e avelãs. Ela é vendida em fatia (R$ 9,90) ou inteira (R$ 119,00), para quem prefere levar para casa e comer um, dois, três… pedaços.

 

BELO HORIZONTE

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Crepe beeem recheado: está bom assim? (Foto: Victor Schwaner/Odin)

6. Massa fininha e crocante recheada com uma calda de chocolate e pedaços de morango. Tem como ficar melhor? Sim! É só acrescentar uma boa dose de Nutella na sobremesa, assim como o pessoal do In Casa Crepe Burger fez. Servido com uma bola de sorvete de creme, o doce custa R$ 16,90.

 

Cookie Sandwich, do Bistrô Burger, na Padre Eustáquio.

Cookie Sandwich: muito melhor com essa calda, não? (Foto: Nidin Sanches)

7. Esta sobremesa do Bistrô Burguer atingiu outros patamares para os amantes de Nutella. Trata-se do cookie sandwich (R$ 10,90), onde dois biscoitos de chocolate com nozes assados na hora fazem as vezes do pão e uma bola de sorvete de creme, o recheio. No meio disso tudo, também tem uma generosa camada do creme de avelã e uma calda extra de chocolate só para decorar (e deixar o doce ainda mais tentador).

 

SALVADOR

Da doceria Brou’ne, de Salvador: atenção, não pode lamber a tela (Foto: Divulgação)

Da doceria Brou’ne, de Salvador: atenção, não pode lamber a tela (Foto: Divulgação)

8. Com franquias em outras cidades do país, incluindo Campinas (SP), onde fica a matriz, a doceria Brou’ne desembarcou no Salvador Shopping em 2014. Esse brownie da casa, por si só, já seria um bom motivo para não contar calorias. Mas por cima da macia massa trufada com pedaços de chocolate ao leite, que é servida quentinha, ainda vai essa cobertura de Nutella que… Bom, deixa para lá. Faltam palavras. O doce é cobrado por peso – R$ 10,80 a cada 100 gramas – e pode ser pedido ao lado de uma bola de sorvete. Neste caso, custa R$ 16,80. Ele também é vendido na loja de Brasília.

 

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Milk Shake Nutella, do Eddie Fine Burgers: pára tudo! (Foto: Divulgação)

9. Se milk-shake já é bom, de Nutella então! Difícil algum fã do creme de avelã escolher outro sabor quando este está entre as alternativas. Quem a pede no Eddie Fine Burgers tem ainda uma surpresa: ao invés de uma, chegam à mesa duas taças de milk-shake de Nutella (R$ 26,80). A ideia é que a pedida seja dividida em dois, mas se você for muito guloso, vá sozinho e divirta-se!

 

Biscuit de chocolate de avelã, do Pereira Café (Foto: Reprodução)

Biscuit de chocolate de avelã, do Pereira Café (Foto: Reprodução)

10. Basta afundar a colher nesse delicioso petit gâteau para a Nutella escorrer e se misturar a essa calda de chocolate. Hummm, e ainda tem o geladinho do sorvete. O doce custa R$ 17,00 no Pereira Café.

RECIFE

Brownie, sorvete e Nutella, da The Brownie Factory: tem como não dar certo? (Foto: Divulgação)

Brownie, sorvete e Nutella, da The Brownie Factory: tem como não dar certo? (Foto: Divulgação)

11. A especialidade da The Brownie Factory, o brownie de chocolate ao leite com cobertura de Nutella, é batida no liquidificador com sorvete de baunilha. Isso mesmo, você leu certo: o bolinho é literalmente destruído por uma causa maior, uma mistura cremosa, que depois é transferida para um pote de vidro e arrematada por uma cobertura extra de creme de avelã, beeem generosa. Custa R$ 19,90, no pote de 450 mililitros. Mas um louco por Nutella sempre vai achar vantagem em pagar um pouquinho a mais (R$ 24,90) pelo potão de 800 mililitros, não?

 

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Pensa nesse croissant quentinho, com Nutella derretendo… (Foto: Divulgação)

12. Nem todo mundo que entra no Castigliani Cafés Especiais está em busca dos cafés da casa – aliás, os melhores segundo Veja Comer & Beber Recife 2015. Faz sucesso por ali esse tentador croissant de massa bem amanteigada que, depois de recheado com o creme de avelã, vai ao forno. Sim, ele chega quentinho à mesa e quem pede está mesmo disposto a lambuzar os dedos sem medo de ser feliz.

 

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Brigadeiro, Nutella, KitKa: tudo junto e misturado

13. E daí se ele não saiu bem na foto? Acontece com todo mundo, oras. Esse churro turbinado consegue juntar tudo que é bom – Brigadeiro, Nutella e KitKat – em uma sobremesa só. Uns podem achar exagero, mas os loucos por Nutella (e tudo o mais que tem chocolate) entenderão. Custa R$ 9,90 e está no cardápio da Quero Churros!, que tem unidades nos shoppings RioMar e Recife.

 

PORTO ALEGRE

Chocolate Quente com Nutella - La Basque-poa

Nutella no fundo, nas paredes e na borda da taça: por onde eu começo? (Foto: Divulgação)

14. O cappuccino lambuzado na La Basque entrou no cardápio para incrementar as vendas no inverno e nunca mais saiu de cena. Primeiro, a taça é lambuzada com a pasta de chocolate com avelã, do fundo até à sua borda. Depois, vai a bebida e, por cima, cacau em pó. Custa R$ 13,90 e o cappuccino pode ser substituído por chocolate quente. Há ainda uma versão míni, por R$ 8,50, e outra gelada, que sai a R$ 15,90.

 

Mais uma versão gelada, agora na taça; no menu executivo do House Café & Bistrô: coisa fina (Foto: Divulgação)

No menu executivo do House Café & Bistrô: coisa fina (Foto: Divulgação)

15. É uma das sobremesas mais queridas no House Café & Bistrô e, não por acaso, com frequência a chef Ana Celina Brosina a inclui em seu menu de almoço. Chamado sundae de morango e Nutella, o doce é servido em uma taça que, primeiro, recebe calda de morangos com licor. Depois, vem a bola de sorvete de creme crocante caseiro e uma camada generosa de Nutella. No topo, pedacinhos de biscoito Negresco. Para cair na tentação do doce, é preciso almoçar no local – o cardápio completo, com entrada, prato principal e sobremesa, custa R$ 37,00 de segunda a sexta.

 

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Dá para entender porque esse crepe aqui é um dos mais pedidos? (Foto: Divulgação)

16. Das receitas servidas pelo food truck Le Classique Creperie (51-8946-4998), de Porto Alegre, o crepe recheado de Nutella (R$ 15,00) está entre os mais pedidos. Tem massa fininha e crocante e é recheado com a pasta de avelã e uma fruta, que pode ser banana ou morango. Se o cliente quiser, também pode levar paçoca ou confete de cobertura – mas, convenhamos, nem precisa!

 

CURITIBA

Está vendo este pacotinho? Dentro dele, tem bastante Nutella quentinha e morangos (Foto: Liza Strapasson/Divulgação)

Está vendo este pacotinho? Dentro dele, tem bastante Nutella quentinha e morango (Foto: Liza Strapasson/Divulgação)

17. À primeira vista, nada mais do que um crepe decorado. Mas basta morder os estofadinhos do Estofaria Bar ((Rua Itupava, 1465, Alto da XV. www.estofariabar.com.br) para sentir a massa crocante e o recheio quente, com nacos de morangos frescos envolvidos por Nutella. Você vai se lambuzar, é verdade. Mas que viciado em Nutella se importa com isso, heim? A sobremesa custa R$ 22,00 a porção com seis unidades. Para ver a receita, clique aqui.

 

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Cuca: não parece, mas tem bastaaaante Nutella no meio (Foto: Liza Strapasson/Divulgação)

18. Em uma só mordida, três texturas diversas invadem a boca: a maciez do bolo, a cremosidade da Nutella e a crocância da farofa, que finaliza a cuca. A receita é assada em forma de bolo inglês e custa R$ 14,00, com 250 gramas, na doceria Santo Bolo (Rua José Isidoro Biazetto, 1210, Ecoville. www.santobolo.com.br). Mas você pode ir para a cozinha e prepara-la agora – a receita está aqui.

 

(Foto: Liza Strapasson/Divulgação)

Nutella camuflada: basta morder (Foto: Liza Strapasson/Divulgação)

19. E não podia faltar um brigadeiro nesta lista, não é verdade? Leandro Blazkowski, mestre-cuca de O Famoso Brigadeiro, incrementa a receita do tradicional brigadeiro com muito creme de avelã. Para finalizar, cada bolinha é envolva em castanha de caju moída. A caixa com três sai por R$ 9,00.

 

BRASÍLIA

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Aquela massa bem fininha + Nutella + maçã + sorvete de canela = receita perfeita (Foto: Divulgação)

20. Especializada em crepes, a C’est si Bom também deve à Nutella o sucesso de uma de suas receitas mais solicitadas. Batizada de isaac newton, a versão tem uma boa quantidade do creme de avelã e pedaços de maçã envoltos numa massa fininha e crocante. Acompanhado de sorvete de canela, o doce é vendido em dois tamanhos: R$ 20,00, o médio e R$ 24,95, o grande, perfeito para aqueles que não dispensam uma dose calórica a mais.

 

Ufa, quer mais? Aprenda a fazer Nutella em casa:

+ Ogrices gastronômicas difíceis de encarar

+ Endereços que os paulistanos que amam hambúrguer precisam conhecer

Colaboraram: Anelise Zanoni (Porto Alegre), Jennifer Detlinger (Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro), Taciana Azevedo (São Paulo), Joana Maltez (Salvador), Josi Basso (Curitiba) e Paula Melo (Recife). 

Postado em 04/09/2015 por Redação | 15 comentários

É grátis: vinícolas do Alentejo promovem degustação em São Paulo e Curitiba

vinhos

Eis uma baita oportunidade, tanto para iniciantes como para iniciados. No dia 10 de setembro algumas das vinícolas mais emblemáticas da região portuguesa do Alentejo promovem uma degustação livre de seus vinhos em São Paulo, num evento aberto ao público – dia 14, ele tem vez em Curitiba.

Adega do Monte Branco, Cartuxa – Fundação Eugénio de Almeida, Esporão, Herdade do Gamito, Herdade do Peso, Herdade dos Coelheiros, Monte do Pintor e Paulo Laureano Vinus estarão entre os presentes. Do programa fazem parte ainda algumas degustações comentadas pelo crítico português de vinhos Rui Falcão, estas com vagas limitadíssimas. Para fazer essa imersão no maravilhoso mundo de Baco, é necessário se cadastrar no link cadastro.vinhosdoalentejo.pt.

Vinhos do Alentejo. Hotel Intercontinental. Alameda Santos, 1123, Cerqueira César. Qui. (10), 15h/20h. Inscrições: http://cadastro.vinhosdoalentejo.pt

 

Postado em 25/08/2015 por Redação | 2 comentários

Ogrices gastronômicas: vai encarar?

Da coxinha e do acarajé que têm um quilo ao hot dog que leva dez salsichas, selecionamos dezesseis receitas servidas em estabelecimentos espalhados pelo Brasil. Umas chamam a atenção pelo tamanho avantajado; outras, pela quantidade e variedade de ingredientes que reúnem. Em comum, todas são um desafio e tanto até para os mais comilões. Em alguns endereços, quem consegue comer sozinho não paga a conta, vai para o mural da fama ou até ganha um prêmio. E aí, quem vai encarar?

1. Ignorante Burguer - PseudoTruck (Salvador/BA)

Lançado no Carnaval de 2015 pela chef e proprietária do PseudoTruck, Emanuele Ribeiro, o sanduíche monstro representa 60% das vendas do food truck que estaciona aos sábados e domingos no Food Park Salvador (Avenida Oceânica, Ondina. 11h/20h). Com 20 centímetros de altura e mais de 500 gramas, reúne dois hambúrgueres de 150 gramas cada um, alface, tomate, molho barbecue, cebola caramelizada, bacon, queijo cheddar, batata palha, molho ranch artesanal e crispy de cebola (R$ 20,00). Na hora de comer, alguns arriscam e (poucos) até conseguem manter o recheio em ordem enquanto abocanham o sanduíche; outros requisitam talheres para cumprir a missão.

O ignorante burguer: lanche monstro pesa 500 gramas e tem 20 centímetros de altura (Foto: Magno Dantas/Divulgação)

O ignorante burguer: cuidado, vai desmoronar tudo! (Foto: Magno Dantas/Divulgação)

 

2. Supercoxinha - Panneteria ZN (São Paulo/SP)

A coxinha de frango com catupiry tamanho família pesa aproximadamente um quilo e custa R$ 32,90. O salgado ganhou fama no começo do ano passado, quando foi lançada a promoção para comê-lo inteiro em apenas 10 minutos. Quem devorar o quitute sozinho, não paga a conta. Wanderley de Souza, gerente  do local e mentor da ideia da supercoxinha, conta que cerca de 300 pessoas já cumpriram o desafio.

Supercoxinha do Panetteria ZN, no Imirim.

A supercoxinha: 300 comilões já conseguiram devorá-la sozinho (Foto: Divulgação)

 

 3. Infarto Completo – Cachambeer (Rio de Janeiro/RJ)

Considerado um dos bares favoritos do prefeito da capital carioca, o local também é afamado por preparar tira-gostos de proporção e nome surreais. Um dos deles é o infarto completo, de nome quase auto-explicativo: a tábua reúne porções generosas de linguiça calabresa, coração de frango, carne de sol, aipim frito, além de cebola, salsinha, farofa e manteiga de garrafa. O petisco gigante chega a somar 3 quilos de comida e 5000 calorias e custa R$ 105,90.

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Infarto completo: 3 quilos de comida e 5000 calorias (Foto: Tomas Rangel)

 

4. Joelho de porco - Herr Pfeffer (Rio de Janeiro/RJ)

O único requisito que esta consagrada receita do bar alemão cumpre para se encaixar nesta lista de ogrices é o seu tamanho: a peça inteira chega a pesar até 6 quilos e serve fácil, fácil, cerca dez pessoas. Feito somente por encomenda, o joelho começa a ser preparado no dia anterior e permanece 4 horas no forno. Antes de chegar à mesa, é regado com um chope ou cerveja especial à escolha do cliente e passa mais meia hora assando. Cada quilo da peça é vendido por R$ 58,00.

Joelho de porco, do restaurante Herr Pfeffer.

Pode pesar até 6 quilos e aplaca a fome de dez pessoas (Foto: Tomas Rangel)


5. Acarajé de um quilo Acarajé da Binha (Salvador/BA)

A baiana Regivalda Linhares, a Binha, arranjou um jeito bastante peculiar para se diferenciar dos outros tabuleiros que vendem o quitute na capital baiana. Há mais de duas décadas, ela começou a fazer bolinhos quatro vezes maiores que os tradicionais – quando recheado, seu acarajé chega a pesar 1 quilo. Verdade seja dita, poucos encaram o desafio de comer sozinho um desses. Mas a curiosidade garante a fila que se forma todas as noites diante da casa dela (Ladeira de São Cristóvão, 75, Liberdade. 22h/2h). Por conta do tamanho avantajado, em torno de 22 centímetros de circunferência, o bolinho precisa fritar por ao menos 30 minutos no tacho com azeite de dendê. Custa 5 reais com recheio de vatapá, caruru, salada vinagrete e pimenta. Com mais 1 real, leva ainda uma porção de camarões secos.

A baiana Regivalda Linhares, a Binha, fritando o super acarajé: com recheio, o bolinho chega a pesar um quilo (Foto: Divulgação)

A baiana Regivalda Linhares, a Binha, fritando o super acarajé: com recheio, o bolinho chega a pesar um quilo (Foto: Divulgação)

 

6. Megalombada - Lanchoete da Lombada (Curitiba/PR)

Um pão especial, com 40 centímetros de diâmetro, é feito sob encomenda para acomodar o recheio composto de seis hambúrgueres, seis ovos fritos, seis vinas (salsichas), presunto e carnes de frango e bovina desfiadas, linguiça calabresa moída, bacon picado, maionese, queijos mussarela, cheddar, catupiry e provolone. Tomate em lâminas e folhas de alface dão o toque final ao lanchão, que chega a pesar 5 quilos, custa 50 reais e mata a fome de oito pessoas com folga. Para facilitar, o pedido chega acomodado em uma caixa de pizza e já cortado em fatias. O proprietário Carivaldo Martins Ramos mantém um desafio: quem comer o megalombada sozinho no período de uma hora ganha 1 000 reais. Até o momento, ninguém faturou o prêmio.

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O megalombada: 1 000 reais para quem comer o lanchão sozinho (Foto: Ligia Skowronski)

 

7. Pastel super especial – Pastelaria Brasileira (Curitiba-PR)
No mesmo endereço desde a sua inauguração, em 1958, a Pastelaria Brasileira (Rua Cândido Lopes, 156, centro) prepara um pastel com 25 centímetros de comprimento por 15 de largura e cerca de 400 gramas de recheio. Campeão de vendas na hora do almoço, o super salgado leva carne de boi moída, palmito, queijo mussarela, presunto, cebola, tomate, milho verde em conserva mais azeitona. Custa 10 reais, com direito a um refrigerante de 290 mililitros. Fala sério, esse aqui até dá para encarar, não?

Pastel super especial: 25 centímetros de comprimento e 400 gramas de recheio (Foto: Divulgação)

Pastel super especial: 400 gramas de recheio (Foto: Divulgação)

 

8. Banana Road - Road Burger (São Paulo/SP)

Esqueça a clássica banana split. Aqui, são tantos ingredientes que a fruta até desaparece aos olhos do glutão menos atento: três bolas gigantes de sorvete, marshmallow, chantili, três tipos de cobertura, castanha de caju, tubetes e cereja. A sobremesa soma pouco mais de 4 quilos e incríveis 8481 calorias – valor equivalente a cerca de doze (!) tigelas de açaí com 500 gramas.

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9. Burgomonstro Burgomestre Sanduíches (Recife/PE)

Clássico da gastronomia ogra do Recife, o burgomonstro pesa nada menos que 1,6 quilos. No pão bola gigante vão 400 gramas de hambúrguer de carne ou frango, moldado na casa e frito na hora, queijo prato, presunto defumado, bacon, batata palha, alface, tomate, molho rosé e a famosa maionese com milho, que ajudou a fazer o nome da lanchonete. O lanchão custa R$ 41,75 e, dividido em quatro, fica do tamanho de um sanduíche “normal”. Curiosidade: apesar do lanchão estar no cardápio desde 1998, o proprietário Alexandre da Costa Carvalho garante que nunca viu ninguém traçar um burgomonstro sozinho em sua lanchonete. Mais ousado ainda, o duplomonstro é recheado com 800 gramas de carne e os mesmos acompanhamentos (R$ 48,45).

Burgomonstro: com 1,6 quilos, sandubão faz jus ao nome

Burgomonstro: com 1,6 quilos, sandubão faz jus ao nome

 

10. Ezequiel 25.17 Big Kahuna Burger (São Paulo/SP)

A casa é inspirada em Quentin Tarantino e recebe referências dos filmes do diretor em alguns lanches do cardápio. O gigante custa R$ 79,80 e leva tal nome graças ao longa Pulp Fiction, onde é recitada a passagem bíblica de Ezequiel. Trata-se de uma pilha de 700 gramas de carne – divididas em cinco hambúrgueres com 140 gramas cada um, dez fatias de bacon, quatro de queijo mussarela e mais duas de queijo estepe. Anéis de cebola, alface, tomate e cebola-roxa complementam o sanduíche, montado no pão de hambúrguer e servido com uma faca espetada – que tenta manter tudo em seu devido lugar.  Aqueles que completam a missão, sozinhos ou acompanhados, ganham uma camiseta.

Big Kahuna

Ezequiel 25.17 do Big Kahuna: uma pilha de carne, bacon e mais de 3000 calorias! (Foto: Divulgação)

 

11. Bigtower – Towerconi Temakeria (Recife/PE)

Em calorias, certamente o supertemaki é o mais light desta lista. Mas, convenhamos, não é comum encontrar por aí uma versão como esta, que chega a pesar meio quilo. O cone é formado por 300 gramas de salmão maçaricado, recheado de arroz, cream cheese, camarão empanado e finalizado com cubos de salmão cru. Custa R$ 31,90 na Towerconi Temakeria (Rua Real da Torre, 1300, Torre. 18h/23h).

Temaki de meio quilo da Towerconi Temakeria: é preciso apetite para comer tudo isso sozinho! (Foto: Divulgação)

Temaki de meio quilo: só os loucos por temaki entenderão! (Foto: Divulgação)

 

12. Hiper big – Dog Mania (Curitiba/PR)

Dez salsichas, seis linguiças, quatro ovos, frango desfiado, bacon, purê de batata, tomate, cebola, milho, maionese, molho barbecue, cheddar e catupiry, entre outros itens, compõem esse hot dog que pesa três quilos. Tudo é acomodado em um pão que equivale a oito pães comuns de cachorro-quente. O Hiper Dog serve até cinco pessoas. Mas quem conseguir comê-lo sozinho ganha 1 mês do lanche grátis, isto é, 30 exemplares, em 30 dias subsequentes de Hiper Dog. Para quem quiser encarar, o endereço da lanchonete é Avenida Presidente Getúlio Vargas, 3060, Água Verde.

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Hiper big: um cachorro-quente que pesa 3 quilos! (Foto: Ligia Skowronski)

 

13. Memphis Extreme - Memphis Hamburgueria (Curitiba/PR)

Pão com gergelim, de 15 centímetros de diâmetro e 25 centímetros de altura, recheado com dois hambúrgueres de 300 gramas cada um, quatro ovos, queijos cheddar, catupiry, mussarela e requeijão, além de calabresa, alface, tomate, picles, maionese e molho barbecue. O lanchão pesa 1,6 quilo e custa R$ 68,80. Porém, quem conseguir comer o mesmo sozinho em um tempo inferior a 32 minutos e 17 segundos paga apenas R$ 49,70 e ainda ganha uma porção com 600 gramas de batata frita e um milk-shake. O cliente mais rápido conseguiu devorar todo o lanche em 17 minutos e 34 segundos.

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Memphis Extreme: um cliente o devorou em 17 minutos 34 segundos (Foto: Ligia Skowronski)

 

14. Xis gigante – Gelson Lanches (Porto Alegre/RS)

Pesa cerca de dois quilos o xis em tamanho gigante preparado em diferentes versões nesta lanchonete gaúcha. O mais popular, o de estrogonofe (R$ 54,00), é montado em um pão de massa adocicada recheado milho, ervilha, cebola, tomate, alface, mostarda, ovo, queijo e maionese preparada pela casa. Depois de prensado, o xis literalmente desaparece ao receber fartas colheradas de estrogonofe e batata palha por cima (isso mesmo, você não leu errado!). A pedida serve quatro pessoas, mas há um desafio permanente: quem come dois desses em uma hora não paga a conta. Acha impossível? Pois a casa garante que alguns esfomeados já levaram o prêmio. O Gelson Lanches tem dois endereços em Porto Alegre, um no bairro Tristeza (Rua Doutor Armando Barbedo, 300) e outro em Praia de Belas (Avenida Ipiranga, 692).

O Xis gigante do Gelson Lanches: recheio no meio e por cima (Foto: Divulgação)

O Xis gigante do Gelson Lanches: recheio no meio e por cima (Foto: Divulgação)

 

15. Cachorro-quente exagerado – Rock & Dog Dogueria (Belo Horizonte/MG)

Com 23 centímetros de comprimento, o lanche (R$ 39,00) é preparado com duas salsichas do tipo viena, calabresa defumada, carne moída, requeijão, milho, purê de batata, tomate picado e mussarela. É servido sobre uma balança – para provar quanto pesa (1,2 quilo). Como se as 1365 calorias não bastassem, ele vem acompanhado de churro de doce de leite ou de creme de avelã, para a sobremesa, e um refrigerante em lata. Para os paladares ainda mais ogros, a lanchonete lançou recentemente o roots (R$ 46,00), cachorro-quente que leva calabresa defumada, duas salsichas, carne moída, milho, vinagrete, molho curry, maionese, ovos mexidos, bacon, requeijão, purê de batata, batata palha e queijo mussarela. O nome vem do álbum homônimo da banda Sepultura, que é tocada na casa toda vez que um cliente pede o gigante de 2 quilos. Até hoje, ninguém conseguiu devorá-lo sozinho.

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O cachorro-quente de 1,2 quilo: se achar pouco, tem um maior ainda

 

16. Torre de batata frita – Ricardog (Porto Alegre/RS)

As batatas fritas dessa lanchonete (Avenida Wenceslau Escobar, 2098, Tristeza) são misturadas a outros itens e chegam dentro de um tubo. Diante dos clientes, quando o garçom retira esse tubo, aparece uma verdadeira torre, com tudo junto e misturado. Entre as várias alternativas, há torres de batata com bacon, com calabresa e com mussarela e orégano (R$ 44,00 cada uma) e de estrogonofe (R$ 48,00), que servem até cinco pessoas. Paladares, digamos, mais ousados, podem pedir a batatudo, que vem com estrogonofe, coração de frango, calabresa, bacon, mussarela, azeitona e outros ingredientes, além, é claro, da batata frita (R$ 54,00).

Torre de batata do Ricardog: tudo junto e misturado (Foto: Divulgação)

Torre de batata do Ricardog: tudo junto e misturado (Foto: Divulgação)

 

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Colaboraram nessa reportagem: Anelise Zanoni (Porto Alegre), Jennifer Detlinger (Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro), Joana Maltez (Salvador), Josi Basso (Curitiba) e Paula Melo (Recife). 

Postado em 21/08/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Receita: carne de sol com pirão de queijo de coalho

Crédito: Leo Feltran/Luis Eduardo Vaz

Foto: Léo Feltran/Luis Eduardo Vaz

O chef Wanderson Medeiros ensina a preparar sua receita de carne de sol com pirão de queijo de coalho, especialidade do restaurante Picuí, no qual está no comando das panelas há dezesseis anos:

Grau de dificuldade: fácil
Tempo de preparo: 30 minutos + processo de salga (8 dias)
Quantidade: 6 porções
Calorias: 600 por porção

INGREDIENTES
Para a carne de sol:
• 40 g de sal refinado
• 900 g de contrafilé bovino
• 60 mililitros de manteiga de garrafa

Para o pirão de queijo de coalho:
• 400 gramas de queijo de coalho
• 500 mililitros de leite
• 30 mililitros de manteiga de garrafa
• 80 gramas de farinha de mandioca fina
• Sal

Para decorar:
• 12 talos de coentro
• 6 pimentas-biquinho

MODO DE PREPARO
Carne de sol: espalhe o sal por toda a carne e acomode-a em uma fôrma. Cubra com filme plástico e deixe desidratar por 24 horas na prateleira mais baixa da geladeira. Após as primeiras seis horas desse processo, descarte a salmoura que se formar. Embale o contrafilé em um saco plástico e guarde no congelador por sete dias. Depois desse período, descongele a peça, coloque-a em um recipiente com água e esfregue um pouco com as mãos, para retirar o excesso de sal. Troque a água a cada trinta minutos, por três vezes. Corte em filés de 75 gramas cada um e, em uma frigideira, doure-os na manteiga de garrafa por cerca de dois minutos de cada lado. Reserve.

Pirão de queijo de coalho: corte o queijo de coalho em pedaços bem pequenos e ponha no liquidificador juntamente com o leite, a manteiga de garrafa e a farinha demandioca. Bata bem, até que a mistura fique homogênea. Leve ao fogo baixo por cerca de dez minutos e tempere com sal, mexendo sempre, até que adquira a consistência de um purê.

Montagem: no centro de cada prato, coloque uma porção de pirão de queijo de coalho e, por cima, disponha dois filés de carne de sol. Decore com talos decoentro e pimenta-biquinho.

Postado em 14/08/2015 por Redação | 2 comentários

21 cervejas que vale a pena experimentar

Escolher uma cerveja nas prateleiras cada vez mais lotadas de novidades se tornou uma missão desafiadora até mesmo para os que já se aventuram pelos rótulos especiais, nacionais ou importados, há algum tempo.

Para ajudar nessa busca, a equipe de VEJA COMER & BEBER consultou a opinião de sete proprietários de bar e de uma sommelière – em comum, eles têm a missão de provar e decidir quais rótulos merecem estar na carta de cervejas de seus estabelecimentos.

A caprichada lista a seguir, com 21 sugestões, inclui bebidas artesanais, muitas delas oriundas de microcervejarias, e também importadas, frutos de grandes escolas cervejeiras, como a Bélgica. E o melhor: todas elas têm preço médio abaixo de 40 reais.

 

Paulo Almeida (São Paulo/SP)

Sócio-proprietário do Empório Alto dos Pinheiros, que ostenta 800 rótulos de cerveja em suas prateleiras,  e também do Delirium Café.

SP1. Dogma Orfeu Negro - Cervejaria Dogma (São Paulo/SP)
Estilo: Russian Imperial Stout
Preço médio: R$ 31,00 a garrafa de 310 mililitros
Por que vale: “Vem de uma cervejaria recém-lançada, em junho deste ano, que ilustra a evolução da bebida no Brasil e em São Paulo. É uma Imperial Stout de extrema qualidade com teor alcoólico de 12%”.
Combina com: queijos azuis, frutas vermelhas, nozes e sobremesas de chocolate.

2. Júpiter American Pale Ale – Cervejaria Júpiter (São Paulo-SP)
Estilo: American Pale Ale
Preço médio:  R$ 17,00, com 310 mililitros
Por que vale: “É uma cerveja para o dia a dia, com um ótimo custo-benefício. É refrescante e tem aroma cítrico marcante, capaz de agradar a diferentes paladares”.
Combina com: carnes vermelhas, peixes, aves, frios e salgadinhos fritos.

3. Trimiliqui - Cervejaria Urbana (São Paulo/SP) e Blondine (Itupeva/SP)
Estilo: Strong Ale
Preço médio: R$ 16,00 a garrafa de 300 mililitros
Por que vale: Uma cerveja colaborativa entre Urbana e Blondine, muito bem equilibrada e com ótimo drinkability. Apesar de ser escura, é refrescante e tem aromas e sabores complexos”.
Combina com: queijo azul, cogumelos, carnes fortes e nozes.

 

Felipe Pidner (Belo Horizonte/MG)

Proprietário da Cervejaria Seu Romão, cuja carta de cervejas reúne 200 rótulos de diferentes partes do mundo.  BH4. North Coast Acme IPA – North Coast Brewing (Fort Bragg/EUA)
Preço médio: R$ 22,00, a garrafa com 355 mililitros
Estilo: India Pale Ale
Por que vale: “Carrega notas de pêssego e damasco, além de um agradável aroma de biscoito e caramelo. É bastante lupulada, o que resulta em uma cerveja única, de alto frescor e ótimo drinkability, apesar de ser aparentemente forte”.
Combina com: entrecôte ao molho de vinho

5. Ouro Pretana Pale Ale – Cervejaria Ouropretana (Ouro Preto/MG)
Estilo: Pale Ale
Preço médio: R$ 25,00, com 600 mililitros
Por que vale: “Logo no primeiro gole, é possível perceber o amargor pronunciado. Mas o equilíbrio desta cerveja se dá pela adição do açúcar mascavo à base de malte. Tem uma brilhante coloração âmbar e 4,6% de teor alcoólico”.
Combina com: receitas mais gordurosas, a exemplo do goulash.

6. Peripécia APA – Cervejaria Peripécia (Contagem/MG)
Estilo: American Pale Ale
Preço médio: R$ 28,90, com 600 mililitros
Por que vale: “Com 41 de IBU, é uma boa cerveja para os fãs de alto amargor. Sua coloração foge ao estilo (que normalmente é entre o âmbar e o cobre), apresentando tons de amarelo e ouro. O teor alcóolico é de 5%”.
Combina com: porção de frango à passarinho e queijos como cheddar e parmesão.

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 Luciana Isaac (Brasília/DF)

Sócia do Empório Soares & Souza, que exibe cerca de 400 rótulos em suas prateleiras e foi premiado pela sua carta de cervejas por VEJA COMER & BEBER BRASÍLIA em 2014.  brasilia7. Ballast Point Habanero Sculpin – Ballast Point (São Diego/EUA)
Estilo: India Pale Ale
Preço médio: 39,90 a garrafa de 330 mililitros
Por que vale: “É uma cerveja bem diferente, daquelas feitas para os mais experientes. As notas de frutas como maracujá e laranja dominam inicialmente, mantendo o frescor característico da Sculpin. Sua receita leva pimenta, o que garante um sabor único e picante no fundo da garganta”.
Combina com: coxinha de frango com molho apimentado.

8. Maisel’s Weisse Original – Brauerei Gebrüder Maisel (Bayreuth/Alemanha)
Estilo: German Weizen
Preço médio: 25,00, com 500 ml
Por que vale: “Uma boa e clássica cerveja alemã. Carrega notas de banana e cravo que conferem um sabor harmonioso e agradável. É única por não ser filtrada e ter um método de fermentação na garrafa”.
Combina com: salsichas alemãs e queijos leves

9. Préaris Quadrupel – De Proefbrouwerij (Lochristi /Bélgica)
Estilo: Belgian Quadrupel
Preço médio: R$ 38,00, com 330 mililitros
Por que vale: “Não é uma cerveja leve, apesar de sua coloração marrom sugerir isto. A primeira nota que surge no nariz é o álcool, por causa de seu teor de 10%, seguido de malte torrado e especiarias, que conferem um sabor marcante”.
Combina com: queijos fortes e carnes bem temperadas

 

Adolfo Bandeira (Porto Alegre/RS)

Sócio-proprietário do Bier Markt e do Bier Markt Vom Fass, endereços reconhecidos por suas cartas de cerveja e também pelo bom número de torneiras de chope.

POA - Seasons Pacific ,Estrella Damm Inedit e Tupiniquim Monjolo FN

10. Seasons Pacific Extra Pale Ale – Cervejaria Seasons (Porto Alegre/RS)
Estilo: Pale Ale
Preço: R$ 17,00 a garrafa de 500 mililitros. Em Porto Alegre, é possível degustar a bebida no bar, por R$ 13,50 o copo com 250 mililitros e R$ 22,50 o copo com 480 mililitros.
Por que vale: “Com sabor balanceado e um toque de amargo, é uma cerveja bem lupulada, boa para beber a qualquer hora. A bebida exala aromas cítricos como limão e grapefruit, além de um misto de frutas tropicais como maracujá, mamão e abacaxi, vindos dos lúpulos australianos utilizados na composição da receita”.
Combina com: petiscos de bar e finger foods apimentados.

11. Estrella Damm Inedit – Grupo Damm (Barcelona/Espanha)
Estilo: Witbier
Preço médio: R$ 24,00 a garrafa de 330 mililitros
Por que vale: “Elaborada a partir de uma parceria entre o chef espanhol Ferran Adrià, os sommeliers do El Bulli e os mestres cervejeiros da Damm, essa cerveja é fresca, suave e tem textura cremosa. A sensação deriva da mescla de maltes de cevada e trigo, aromatizada com lúpulos e especiarias como coentro, casca de laranja e alcaçuz”.
Combina com: pratos da alta gastronomia, especialmente preparados com frutos do mar. Recomenda-se levar à mesa em balde de gelo e servir em taças de vinho branco.

12. Tupiniquim Monjolo Floresta Negra - Cervejaria Tupiniquim (Porto Alegre/RS)
Estilo: Fruit Beer
Preço médio: R$ 21,00 a garrafa de 310 mililitros
Por que vale: “É a primeira cerveja no Brasil, que parte de uma imperial porter para se transformar em uma fruit. Única também em sua graduação alcoólica para o estilo, 10,5%. E o melhor de tudo: você não percebe essa alta graduação alcoólica”.
Combina com: jantares simples, petiscos, salsichas, churrasco e sobremesas com chocolate.

 

Cássio Salgado (Curitiba/PR)

Proprietário do Salty Pub (Rua Mauá, 410, Alto da Glória), que exibe uma carta com cerca de setenta rótulos diferentes de cerveja. Curitiba - Dum Petroleum, Green Cow e Caldo de Bituca

 

13. Dum Petroleum – Cervejaria Dum (Curitiba/PR)
Estilo: American Stout
Preço médio: R$ 25,00 a garrafa com 335 mililitros
Por que vale: “Com 12% de teor alcoólico, é uma cerveja aromática, de coloração negra, que leva aveia e cacau na composição. É daquelas para tomar uma só, sem pressa, já que é uma bebida forte”.
Combina com: cortes de suíno, como costelinha grelhada na brasa

14. Green Cow – Cervejaria Seasons (Porto Alegre/RS)
Estilo: American IPA
Preço médio: R$ 30,00 a garrafa com 500 mililitros
Por que vale: “Apesar do amargor característico de uma IPA, é uma bebida refrescante, leve, com alto drinkability”.
Combina com: petiscos de boteco e até salgadinhos industrializados, como amendoim torrado e batata frita.

15. Caldo de Bituca - Cervejaria Ogre Beer (São José dos Pinhais/PR)
Estilo: Rauchbier
Preço médio: R$ 23,00 a garrafa com 600 mililitros
Por que vale: É uma cerveja defumada, o que proporciona aroma sem igual, suave, de caramelo”.
Combina com: embutidos, a exemplo da linguiça Blumenau.


Rafael Petribú Teixeira e Gabriela Ramos (Recife/PE)

Ele é sócio-proprietário do Capitão Taberna, um misto de empório e bar localizado no Panamirim.  Para a harmonização das bebidas que indica a seguir, Rafael contou com a consultoria da beer sommelier Gabriela Ramos.

Recife - Tap 5, Mc Chouffe e Hop Lover

16. Tap 5 - Cervejaria Schneider Weisse (Kelheim, Alemanha)
Estilo: weizen Doppelbock
Preço médio: R$ 31,00, com 500 mililitros
Por que vale: “Ela surpreende. É uma cerveja de trigo, com características não muito comuns. O amargor é bem presente, remetendo mais ao abacaxi do que à banana, cravo e especiarias, como as cervejas de trigo geralmente fazem. O teor alcoólico é de 8,2%”, explica Rafael.
Combina com: A beer sommelier Gabriela Ramos recomenda degustar a bebida na companhia de uma porção de camarão ao molho de gorgonzola.

17. Mc Chouffe - Brasserie D’Achouffe (Wibrin – Achouffe, Bélgica)
Estilo: Belgian Specialty Ale
Preço médio: R$ 24,90, com 330 mililitros
Por que vale: “É uma cerveja belga de teor alcoólico forte, 8%, muito aromática e de espuma bastante densa. Apesar da graduação alta, o álcool não é tão evidente.”
Combina com: filé-mignon ao molho madeira  

18. Hop Lover - Cervejaria Serra de Três Pontas (Itupeva/SP)
Estilo: Imperial India Pale Ale
Preço médio: R$ 24,00, com 310 mililitros
Por que vale: “É o estilo mais amargo que tem de cerveja, mas é muito aromática, lembrando manga e maracujá. O teor alcoólico é 8,5%. Quando harmonizada com algum prato, o sabor fica potencializado.”
Combina com: Gabriela Ramos recomenda prova-la com  um bom hambúrguer recheado com queijo cheddar.

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Guilherme Tocchetto Pauperio (Salvador/BA)

Proprietário do Rhoncus Pub & Beer Store, cuja carta de cervejas, com 250 sugestões, foi eleita e melhor da cidade na última edição de VEJA COMER & BEBER SALVADOR.

salvador

19. Fenrir Smoked Rye IPA - Cervejaria Hoffen (Votorantim/SP)
Estilo: Rauchbier
Preço médio: R$ 29,00, a garrafa com 600 mililitros
Por que vale: “O processo de defumação do malte usado em sua fabricação confere um aroma de bacon defumado e gosto marcante.”
Combina com: carnes gordurosas e queijos defumados  

20. IPA Hop – Cervejaria Burgman (Sorocaba/SP)
Estilo: India Pale Ale
Preço médio: R$ 29,00, com 600 mililitros
Por que vale: “É do estilo mais amargo entre as cervejas, mas se destaca pelo frescor promovido pelo processo de dry hop (adição de lúpulo na fermentação), o que a torna mais agradável e aromática.”
Combina com: Frutos do mar e carnes magras

21. Invicta Saison à Trois – Cervejarias 2 Cabeças e Invicta (Rio de Janeiro/RJ)
Estilo: Saison
Preço médio: R$ 29,00 a garrafa com 500 mililitros
Por que vale: “É muito aromática e tem um sabor picante, que aguça nossos sentidos”.
Combina com: pratos leves e condimentados.

Colaboraram nessa reportagem: Anelise Zanoni (Porto Alegre), Jennifer Detlinger (Belo Horizonte, Brasília e São Paulo), Joana Maltez (Salvador), Josi Basso (Curitiba) e Paula Melo (Recife). Fotos: Reprodução.

Postado em 07/08/2015 por Jennifer Detlinger | Comentários

Dia da Cerveja: selecionamos quinze lugares para comemorar nesta sexta (7)

O Dia Internacional da Cerveja é uma celebração que ocorre em mais de 50 países, sempre na primeira sexta-feira do mês de agosto – inverno no Brasil, mas pleno verão nos Estados Unidos, país onde a data foi criada, em 2007, na Califórnia, por quatro amigos. O clima quente (e sim, seco!) que faz em São Paulo hoje e também em outras cidades do país, torna ainda mais propícia a comemoração.

Confira a seguir quinze endereços reconhecidos por suas cartas de cerveja – há dicas para comemorar a data em São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Brasília e outras onze cidades.

Empório Alto dos Pinheiros – São Paulo

(Foto: Fernando Moraes)

(Foto: Fernando Moraes)

O local ostenta a maior variedade do bairro que carrega no nome: incríveis 800 rótulos. A todo momento, recebe carregamentos de títulos brasucas recém-lançados e raridades importadas, sem falar daqueles com os quais iniciados no tema já estão acostumados. Portanto, ao chegar à casa, vasculhe geladeiras e prateleiras em busca da garrafa perfeita. Nessa caçada podem pintar delícias como a india pale ale Houblon Chouffe, uma belga com agradável amargor. Ou ainda a imperial porter Tupiniquim Monjolo, de uma produtora gaúcha. Servida na taça bojuda, essa cerveja escura coberta por um creme dourado parece um café expresso. Intensa o bastante para encerrar a jornada. Mas, antes disso, vale avisar: 33 torneiras de chope enfileiradas no balcão ainda esperam aficionados.

 

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Amazon Beer – Belém

Chope da cervejaria Amazon Beer, eleito A Melhor Happy Hour pelo júri da revista Veja Belém Comer e Beber 2012_2013.

Foto: Leo Feltran

Com quinze tanques de cerveja artesanal (doze deles comportam 1.250 litros e outros três, 2.500 litros) em sua estrutura montada na Estação das Docas, um dos mais belos pontos turísticos de Belém, a Amazon Beer se tornou referência em cervejaria. Enquanto a noite cai, o público bebe sem pressa os sete tipos de chope de produção própria, desenvolvidos sob a consultoria do mestre cervejeiro Reynaldo Fogagnolli. Entre as etiquetas mais conhecidas estão a Witbier Taperebá, que leva essência da fruta e tem sabor levemente cítrico, e a Red Ale Priprioca, mais encorpado e de cor avermelhada.

Bar do Freguês – São Bernardo do Campo

fregues

Foto: Ligia Skowronski

É verdade que a caprichada seleção com mais de sessenta rótulos não existia quando o endereço abriu as portas. Este mérito é de Marco, neto do fundador, que comanda a operação desde 2001. Além de muito conhecimento, ele trouxe parte das latas e garrafas que compõem a coleção com mais de 2 000 itens espalhada pelas prateleiras do bar. Um display em cima de cada mesa exibe algumas sugestões de diferentes escolas cervejeiras, que são renovadas semanalmente. Da escola belga, por exemplo, vem a frutada La Chouffe Blond, enquanto a alemã está representada pela Slava Pilsen, uma lager de cor dourada. Na carta também figura o chope Eisenbahn, nas versões pilsen e pale ale.

Belgian Dash – Goiânia

BG-Cervejas7053

Foto: Ramón Vasconcelos

Nos fundos desse híbrido de bar e loja, cerca de 1 500 garrafas são mantidas em sete geladeiras. Uma delas está reservada às trapistas, que exigem termômetro entre 1 e 2 graus. Em outra ficam as lagers, como a Paulistânia, refrigeradas a 3 graus negativos. Frescura? De jeito nenhum – os iniciados no universo cervejeiro sabem que esses detalhes fazem muita diferença na hora de apreciar cada um dos 190 rótulos disponíveis no local, a exemplo da Erdinger Weissbier, de corpo médio e sabor frutado ou da belga MaredsousBlonde, com teor alcoólico superior, sabor intenso de cevada e acentuado amargor.

Bier Markt Vom Fass – Porto Alegre

vom fass

Foto: Ligia Skowronski

O bar exibe um impressionante painel de vidro dotado de 38 torneiras de chope. Dele, jorram em copos de 300 mililitros algumas das joias lupuladas produzidas em solo gaúcho, caso da Tupiniquim Saison de Caju Au Vin, que passa por barricas de vinho licoroso, e da escura Perro Libre 803 Black Rye IPA. Há espaço ainda para as velhas conhecidas Delirium Tremens e BrewDog Punk IPA, procedentes respectivamente da Bélgica e da Escócia. Dentre as sugestões engarrafadas, pode-se topar com uma californiana Sierra Nevada Torpedo Extra IPA, que carrega uma potente dose de amargor e tem coloração âmbar.

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Cervejaria Original -  Florianópolis

CERVEJARIA ORIGINAL - FLORIANOPOLIS

Foto: Ligia Skowronski

A oferta da bebida soma cerca de 260 rótulos, além de um chope próprio, produzido no interior do estado, em Santo Amaro. Do tipo pilsen, não filtrado, ele tem aparência turva e sabor encorpado. Na robusta seleção, sobressaem ainda etiquetas prestigiadas no universo cervejeiro, como as belgas Delirium Tremens e Chimay Dorée, trapista de sabor frutado. Também se destacam a americana Bear Republic Racer 5, uma IPA, e a gaúcha Coruja Viva, vendida em garrafa de 1 litro. Entre cervejas e chope, o proprietário Evandro Santos estima que ao menos 8 000 litros de bebida sejam consumidos por mês.

Cervejaria Seu Romão – Belo Horizonte

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Foto: Gustavo Andrade/Odin

São cerca de 160 rótulos, com especial dedicação aos mineiros. Para os que curtem sabores cítricos, manda descer a Do Monge, que tem notas de cravo e banana. Se for encarar uma cerveja de personalidade, mais lupulada, a dica é pedir a Kashmir, uma IPA fabricada pela Küd em Nova Lima. A checa 1795 é acionada quando o cliente fica acanhado em arriscar sabores muito diferentes. Essa é a graça do universo cervejeiro: tem gosto para tudo – e para todos.

Eitabier – Fortaleza

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Foto: Romero Cruz

Nascido como loja, o Eitabier ganhou contornos de bar após a aquisição de refrigeradores para gelar as garrafas e a elaboração de um cardápio de petiscos. Entre as 130 joias desse acervo etílico estão a holandesa La Trappe Quadrupel, encorpada e de teor alcoólico elevado, e a inglesa Wells Banana Bread Beer, com leve toque de banana. Também atrai os olhos do público, que costuma escolher o que beber diretamente nas prateleiras, a paulista Claustrofobia Witbier, cerveja de trigo leve e refrescante, apesar do nome em homenagem a uma banda de heavy metal. Além de incrementar constantemente a oferta, a proprietária Rejane Arruda se empenha em promover oficinas, degustação e outras atividades ligadas ao tema de tempos em tempos.

Empório Soares & Souza – Brasília

Foto: Telmo Ximenes

Foto: Telmo Ximenes

Nascida em 2008 como uma loja de bebidas, doces e queijo, a casa recepciona os clientes com uma bela decoração, composta de mesas de madeira e ladrilhos hidráulicos. Apesar de o foco estar nas bebidas, o Empório não exibe uma carta oficial. Os cerca de 350 rótulos ficam enfileirados em prateleiras, disponíveis à consulta direta dos clientes. Sedutora, a oferta não traz apenas grande variedade de marcas importadas. Por ali, o Brasil ostenta boa representação, expressa em itens como a mineira Wäls Dubbel. Para não se perder, uma dica é optar pela tradição, indo ao encontro da alemã Weihenstephaner Hefe Weissbier, produzida pela cervejaria mais antiga do mundo.

HoP’n Roll – Curitiba

hop n roll

Foto: Ligia Skowronski

O acervo de 180 rótulos de vários cantos do mundo atrai um público aficionado. Fazem parte da lista a gaúcha Tupiniquim Extra Fancy IPA, que leva limão em sua composição, e a belga Fantôme Magic Ghost, de coloração esverdeada graças à adição de chá-verde. Entre as mais extravagantes, a californiana The Bruery Sour in the Rye, de estilo american wild ale, é envelhecida em barril de carvalho. A oferta inclui 28 variedades de chope, cujas torneiras se perfilam em uma trave sobre o balcão a despejar, por exemplo, a Apa Cadabra. Do tipo american pale ale, a bebida é produzida na microcervejaria do bar, separada do salão por um vidro e onde qualquer um pode fazer a própria cerveja mediante reserva.

Mr. Beer – Vitória

Foto: Ligia Skowronski

Foto: Ligia Skowronski

Híbrido de loja e bar temático, o agradável espaço exibe prateleiras abarrotadas de garrafas – a seleção soma 200 rótulos. Sozinho ou com a ajuda dos solícitos funcionários, o cliente encontra exemplares como a italiana Theresianer Pale Ale e as artesanais nacionais Bamberg Schwarzbier, trazida de Votorantim (SP), e Tereza Pilsen Extra Hop, vinda de uma pequena cervejaria de São Joaquim da Barra (SP).

Nosso Bar – Campinas

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Foto: Ligia Skowronski

As improvisadas instalações do endereço, que funciona dentro do Mercado Campineiro, não afugentam os fãs de cervejas especiais. Eles costumam se espremer no balcão para provar os cerca de 180 rótulos dispostos na bem cuidada carta. As geladeiras e as prateleiras guardam rótulos (caríssimos) como a Generation Ale, edição limitada da cervejaria inglesa Shepherd Neame, e a preciosa Sink the Bismarck, uma escocesa com teor alcoólico de 41%, produzida pela Brewdog. Para não estourar o orçamento em apenas uma ida ao bar, há pedidas como a francesa Belzebuth, a portuguesa Super Bock e a inglesa Fuller’s Black Cab, do tipo stout .

Rhoncus Pub & Beer Store – Salvador

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Foto: Romero Cruz

O clima de pub predomina no espaço de paredes escuras, enfeitadas por quadros que remetem à cultura cervejeira e bandeiras de times de futebol. Atrás do balcão, seis freezers com diferentes regulagens garantem que cada estilo da bebida seja conservado na temperatura ideal. As claras, do tipo pilsen ou lager, por exemplo, descansam a 2,5 graus Celsius, enquanto para as escuras o termômetro marca 1,5 grau. A extensa carta reúne 250 sugestões, com predomínio de rótulos oriundos de pequenas cervejarias brasileiras. A Biritis, uma vienna lager vinda do Rio de Janeiro, tem liderado os pedidos, ao lado da Hoffen Fenrir Smoked Rye IPA, uma bebida escura com aroma de defumado, produzida em Votorantim (SP). Além das versões engarrafadas, os clientes encontram três torneiras de chope.

 

+ 20 coisas para entender o que é ser baiano

+ 15 coisas para entender o Recife e os recifenses

 

Snaubar Esfiharia e Cervejaria – Recife

snauubar

Foto: Ligia Skowronski

Em uma rua de pouco movimento no Espinheiro, o bar apresenta uma carta de cerveja de encher os olhos: são 120 rótulos que abarrotam as seis geladeiras, seleção essa que inclui ótimas nacionais como a The White IPA. Desenvolvida pela paulista Dortmund, a fórmula combina o frescor de uma witbier com o amargor característico de uma india pale ale. Entre as joias do acervo etílico também estão a alemã Hacker-Pschorr Anno 1417, a belga Delirium Tremens e a stout inglesa Young’s Double Chocolate, que tem espuma densa e traz cacau na composição.

 

Vila Dionísio – Ribeirão Preto

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Foto: Ligia Skowronski

Na carta, ao lado de marcas convencionais do mercado se encontram 105 rótulos de doze países estrangeiros, trinta exemplares de dez cervejarias artesanais do Brasil e mais doze variações de chope, além de drinques feitos com a bebida. Os frequentadores mais assíduos, porém, sabem que o acervo do bar é bem maior – com cerca de 400 rótulos –  e estão acostumados a pedir direto no balcão as novidades da temporada. Da Bélgica, vêm opções como a Leffe Blonde e a trapista Orval. Os fãs do estilo india pale ale (IPA) encontram, entre outras, a inglesa Fuller’s e uma variação da escola americana, a Brooklyn East.

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