Falando em pizzaria e Jardim Botânico, não tem como não citar a Bráz. Frequento com certa assiduidade a pizzaria. E não me faltam bons motivos pra isso. A começar pelo ambiente, pé-direito alto, sensação de amplitude, decoração charmosa. Simpatizo também com o serviço, sempre cordial. Mérito do Eduardo Cunha, o braço-carioca do grupo, que está diariamente por lá supervisionando dos fornos a lenha ao salão. Terceiro, e julgo que seja este o quesito mais importante, a qualidade das pizzas é notável: os ingredientes são de excelente procedência, as sugestões de coberturas são deliciosas, a regularidade das fornadas impressiona. Tem mais. Fazendo uma conta rápida, um casal que comece com um pão da casa e depois peça uma pizza média, vai gastar em torno de R$ 60/65,00, sem bebida alcoólica. Não é apetitoso? O negócio deu tão certo aqui no Rio que o endereço carioca é o campeão de atendimentos da rede. Por isso, é bom evitar os horários de pico quando as filas, que são diárias, também são imensas.

Na semana passada estive lá duas vezes. E num desses dias, encontrei a Constance Escobar, do blog Pra quem quiser me visitar, que foi uma das nossas juradas na matéria sobre os melhores panetones do Rio, publicada em dezembro na Vejinha. Acabei a noite na mesa dela, que reunia seu pai, o compositor Guinga, na foto ao lado com violão em punho enquanto a Leila Pinheiro cantarolava. Perdoem-me o trocadilho, mas era dobradinha das boas. Eles dividiam a mesa com o pessoal da Bráz, o Moacyr Luz, o Marcus Tardelli, o Joaquim (este que frequenta a caixa de comentários deste blog), numa espécie de sarau gastronômico da melhor qualidade.