VEJA Rio


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Em primeira mão: croquis da nova Bráz, na Barra

quarta-feira, 17 de junho de 2009

A segunda filial da pizzaria Bráz no Rio já tem data para inaugurar: abre em agosto, na Avenida Érico Veríssimo, com a simpática decoração que é padrão de todos os endereços com a marca paulistana. Terá 350 lugares distribuídos em 1320 metros quadrados, mais que o dobro do endereço do Jardim Botânico, com aproximadamente 600 metros quadrados. Na Barra serão três fornos para atender aos pedidos do salão e mais dois exclusivos só para o delivery, de onde sairá aquele pão de calabresa sensacional e redondas de massa crocante e aerada com borda grossa. Para ampliar as imagens, é só clicar nelas.

Grande Encontro na Bráz

quarta-feira, 25 de março de 2009

braz1Falando em pizzaria e Jardim Botânico, não tem como não citar a Bráz. Frequento com certa assiduidade a pizzaria. E não me faltam bons motivos pra isso. A começar pelo ambiente, pé-direito alto, sensação de amplitude, decoração charmosa. Simpatizo também com o serviço, sempre cordial. Mérito do Eduardo Cunha, o braço-carioca do grupo, que está diariamente por lá supervisionando dos fornos a lenha ao salão. Terceiro, e julgo que seja este o quesito mais importante, a qualidade das pizzas é notável: os ingredientes são de excelente procedência, as sugestões de coberturas são deliciosas, a regularidade das fornadas impressiona. Tem mais. Fazendo uma conta rápida, um casal que comece com um pão da casa e depois peça uma pizza média, vai gastar em torno de R$ 60/65,00, sem bebida alcoólica. Não é apetitoso? O negócio deu tão certo aqui no Rio que o endereço carioca é o campeão de atendimentos da rede. Por isso, é bom evitar os horários de pico quando as filas, que são diárias, também são imensas.

braz

rionamesa_sarau_foto03Na semana passada estive lá duas vezes. E num desses dias, encontrei a Constance Escobar, do blog Pra quem quiser me visitar, que foi uma das nossas juradas na matéria sobre os melhores panetones do Rio, publicada em dezembro na Vejinha. Acabei a noite na mesa dela, que reunia seu pai, o compositor Guinga, na foto ao lado com violão em punho enquanto a Leila Pinheiro cantarolava. Perdoem-me o trocadilho, mas era dobradinha das boas. Eles dividiam a mesa com o pessoal da Bráz, o Moacyr Luz, o Marcus Tardelli, o Joaquim (este que frequenta a caixa de comentários deste blog), numa espécie de sarau gastronômico da melhor qualidade.

O teste dos panetones

sábado, 20 de dezembro de 2008

Quatro jurados participaram da degustação às cegas que elegeu o panetone produzido pela família Fasano (ao lado) como a melhor opção da cidade (leia aqui a matéria completa). As fotos estão aí para comprovar a seriedade dos jurados, que começaram fazendo uma prova visual do aspecto de cada receita. Depois, cada um recebeu uma generosa fatia, para avaliar outros quatro quesitos: quantidade e qualidade das frutas, textura, umidade e sabor. Ao todo, foram dez marcas  avaliadas.

  

Samantha Aquim, do bufê Aquim, e Rodolfo Garcia, crítico de gastronomia

Samantha Aquim

Roland Villard, chef do Le Pré Catelan, e Constance Escobar, do blog Pra Quem Quiser Me Visitar

O preço do panetone do Fasano é caro, é verdade: 60 reais, 1 quilo. O que me fez eleger o panetone da Bráz como a melhor relação custo-benefício da prova. Ele ficou em terceiro lugar, custa 39 reais o quilo, tem massa aerada e macia, gotas de chocolate, pedacinhos de laranja, uma delícia. Está à venda somente na pizzaria (Rua Maria Angélica, 129, Jardim Botânico). Veja a avaliação completa das dez marcas: